Nasa divulga fotos de alinhamento entre Marte, Sol e a Terra

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Fenômeno acontece a cada 26 meses e deixará o planeta vermelho mais perto do nossoNessa terça-feira (8) astrônomos puderam observar a oposição de Marte, um evento que ocorre uma vez a cada 26 meses

Nessa terça-feira (8) astrônomos puderam observar a oposição de Marte, um evento que ocorre uma vez a cada 26 meses

Foto: Divulgação

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Sonda espacial capturou arco-íris em Vênus formado por ácido sulfúrico na atmosfera

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Este efeito óptico belíssimo foi chamado de “Glória” e foi recentemente capturado pela sonda Venus Express da ESA.

Esta é a primeira vez que o fenômeno, que também acontece na Terra, foi fotografado em outro planeta.

A Glória acontece quando a luz solar brilha sobre gotas de nuvem. Aqui na Terra significa partículas de água, mas em Vênus, isso significa gotas de ácido sulfúrico.

Ao contrário do arco-íris, que se estende por amplos arcos no céu, Glórias são menores, e compreendem uma série de anéis concêntricos coloridos centrados em um núcleo brilhante. A fim de ver um, um observador deve estar situado entre o sol e as partículas da nuvem. É por isso que elas são muitas vezes vistas a partir de aviões ou por escaladores de montanha acima da linha das nuvens

 

A sonda Venus Express capturou a imagem de uma Glória de uma altura de 70 quilômetros acima da superfície do planeta.

O “arco-íris” feito de ácido sulfúrico que aparece na atmosfera de Vênus tem cerca de 1.200 km de largura. Estas observações sugerem que as partículas de nuvem são de 1,2 micrometros de largura, que é um quinto da espessura de um cabelo humano.

O fato de a Glória ser tão grande indica que as partículas são bastante uniformes. E as variações no brilho sugerem que outros produtos químicos estão provavelmente envolvidos.

Na foto de capa, a comparação de uma Glória de Vênus (à esquerda) e outra da Terra (à direita).

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Megaestrela: Corpo maciço com 1.300 vezes o diâmetro do Sol é identificado e pode ser visto a olho nu da Terra

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Megaestrela: Corpo maciço com 1.300 vezes o diâmetro do Sol é identificado e pode ser visto a olho nu da TerraO astro está entre os maiores objetos já vistos no Universo e tem um diâmetro 1.300 vezes maior do que o Sol.

Apelidado de “hipergigante”, a estrela amarela era parte de um sistema estelar duplo único, com o segundo componente tão perto que ele chega a estar em contato com a estrela principal. Os astrônomos dizem que a descoberta é única e pode ajudar a explicar como as estrelas interagem.

Hipergigantes amarelas são muito raras, com apenas uma dúzia ou pouco mais conhecida na galáxia: o exemplo mais conhecido é Rho Cassiopeiae. Foram descobertas pelo ESO Very Large Telescope Interferometer. Elas estão entre os maiores e mais brilhantes estrelas conhecidas e estão em uma fase muito instável de suas ‘vidas’ e mudam muito rapidamente. Devido a esta instabilidade, as hipergigantes amarelas também expelem o material, formando um ambiente luminoso bem extenso em torno da estrela.

“As novas observações mostraram também que esta estrela tem um parceiro binário muito perto, o que foi uma verdadeira surpresa”, diz Olivier Chesneau, cientista que liderou a pesquisa. Os astrônomos fizeram uso de uma técnica chamada interferometria para combinar a luz coletada a partir de vários telescópios individuais, efetivamente criando um telescópio gigante de 140 metros de tamanho.

Apesar de sua grande distância de cerca de 12 mil anos-luz da Terra, o objeto pode praticamente ser visto a olho nu por uma pessoa normal, por meio de um par de binóculos. Quanto mais a estrela evolui ao longo dos anos, mais ficará visível, mas apenas algumas estrelas podem ser capturadas nessa fase, pois passam por uma mudança de temperatura.

Ao analisar dados sobre brilho variante da estrela, usando observações de outros observatórios, os astrônomos confirmaram que o objeto pode ser um sistema binário eclipsando, onde o componente menor passa na frente e atrás do maior.

O pequeno companheiro da hipergigante é apenas ligeiramente mais quente do que ela, com uma temperatura de superfície de 5.000 graus Celsius.

Chesneau conclui: “O companheiro que temos encontrado é muito importante, pois ele pode ter uma influência sobre o destino da hipergigante, por exemplo, tirando suas camadas exteriores e modificando sua evolução”.

A estrela é chamada de HR 5171 e orbita sua estrela companheira a cada 1.300 dias. O sistema está localizado na constelação de Centauro.

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10 gigantes animais pré-históricos e assustadores

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Conheça alguns dos animais que assustariam qualquer ser humano do passado da Terra
Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons
10 gigantes animais pré-históricos e assustadores

Por mais que conheçamos uma grande quantidade de animais que habitam o nosso planeta, é preciso saber que uma infinidade deles jamais será vista. Junto com a evolução, diversas espécies foram completamente extintas e hoje só podem ser imaginadas com a ajuda da computação gráfica — e das impressões de cientistas que avaliam os fósseis encontrados ao redor da Terra.

No topo deste artigo você pode ver o já conhecido mamute, mas há muitos outros gigantes da pré-história que fogem do conhecimento popular. Está curioso para saber do que estamos falando? Então confira os 10 animais pré-históricos e assustadores que separamos hoje. Certamente, eles seriam capazes de fazer qualquer pessoa sair correndo de medo se fossem encontrados por aí.

1. Platybelodon

O Platybelodon pode lembrar bastante os elefantes, mas bem com a mandíbula bem mais protuberante. Estipula-se que ele tenha vivido na Terra entre 23 milhões e 5 milhões de anos atrás. Assim como os parentes que vivem atualmente por aqui, o Platybelodon se alimentava apenas de vegetais, principalmente de plantas aquáticas.


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Asteroide em rota de colisão com a Terra some e surpreende cientistas

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Astrônomos perdem paradeiro de rocha estelar de 900 metros de comprimento

Na última terça-feira à noite (18), um asteróide gigante deveria passar pela Terra, perto o suficiente para podermos vislumbrá-lo. O problema é que ele nunca apareceu! Os astrônomos afirmam que não têm idéia aonde foi parar o asteróide de 900 metros de comprimento

Na última terça-feira à noite (18), um asteróide gigante deveria passar pela Terra, perto o suficiente para podermos vislumbrá-lo. O problema é que ele nunca apareceu! Os astrônomos afirmam que não têm idéia aonde foi parar o asteróide de 900 metros de comprimento

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Cientistas criam bactéria que come o CO2 do ar

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Micro-organismo criado em laboratório pode frear o aquecimento global – ou mergulhar a humanidade numa era glacial

Fulvio314 / Creative Commons 3.0

Ironicamente, a solução para o aquecimento global pode estar numa criatura que adora calor: a bactériaPyrococcus furiosus, que vive dentro de vulcões submarinos onde a temperatura chega a 100 graus. Numa experiência feita pela Universidade da Geórgia, nos EUA, esse micróbio recebeu cinco genes de outra bactéria subaquática, a Metallosphaera sedula. E dessa mistura saiu uma criatura capaz de algo muito útil: alimentar-se de CO2.

Exatamente como as plantas (que absorvem luz e CO2), mas com uma vantagem: a bactéria é mais eficiente, ou seja, se multiplica mais rápido e absorve mais CO2 do ar. “Agora podemos retirar o gás diretamente da atmosfera, sem ter de esperar as plantas crescerem”, diz o bioquímico Michael Adams, autor do estudo. Seria possível criar usinas de absorção de CO2, que cultivariam o micróbio em grande escala, para frear o aquecimento global. Depois de comer o gás, ele excreta ácido 3-hidroxipropiônico – que serve para fazer acrílico e é um dos compostos mais usados na indústria química.

Se a bactéria transgênica escapar e se reproduzir de forma descontrolada, poderia consumir CO2 em excesso e esfriar demais a atmosfera. Existe um mecanismo de segurança natural contra isso: ela só consegue comer o gás se a temperatura for de 70 graus (que seria mantida artificialmente nas usinas). Mas sempre existe a possibilidade de que a bactéria sofra uma mutação, supere esse bloqueio – e mergulhe a Terra numa nova era glacial. Talvez seja melhor deixar as plantas cuidando do CO2.

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Supertelescópio no Chile captura imagem de ‘fábrica de poeira’ de supernova

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Uma enorme quantidade de poeira (vermelho) foi detectada no centro da supernova

Imagens impressionantes de uma recente supernova transbordando com poeira fresca foram capturadas por um telescópio no deserto do Atacama, no Chile.

É a primeira vez que astrônomos testemunharam a origem dos grãos que formaram as galáxias no chamado universo primordial, a primeira fase de formação do universo após o Big Bang.

As fotos foram capturadas pelo telescópio Alma (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array), e foram reveladas na 223ª reunião da American Astronomical Society.

As imagens da supernova, uma explosão estelar, serão divulgadas na publicação científica Astrophysical Journal Letters.

Desvanecimento de gigantes

O universo está cheio de pequenas partículas sólidas – desde as faixas escuras que vemos na Via Láctea às belas nuvens nas fotos icônicas do telescópio espacial Hubble, lançado em 1990.

A poeira cai nos planetas e ajuda na formação de estrelas. Mas apesar de sua onipresença, não há evidências concretas de sua origem.

No universo de hoje, boa parte dessa poeira se forma em torno de estrelas que estão morrendo (AGB). Mas essas gigantes não estavam por perto no início do universo.

“É o mesmo problema que temos na minha casa – há uma grande quantidade de poeira e não sabemos de onde vem. O espaço é um lugar bastante confuso”, brincou Remy Indebetouw, astrônomo do National Radio Astronomy Observatory.

“Então usamos um dos telescópios mais avançados tecnologicamente, o Alma, e tentamos descobrir como a poeira era formada no universo primordial.”

“Há algum tempo acredita-se que as supernovas são as criadoras das poeiras nas galáxias. Mas pegar uma no ato está longe de ser coisa fácil.”

“E mesmo quando conseguimos observar uma supernova envolvida por uma nuvem de poeira, há a velha questão da galinha e do ovo: como sabemos que a nuvem não estava lá antes?”

Incômodo’

Para resolver a questão, um grupo de astrônomos do Grã-Bretanha e dos Estados Unidos usou o Alma para observar os restos brilhantes da 1987A, a supernova mais próxima observada recentemente, a 168 mil anos-luz da Terra.

Eles observaram que, enquanto o gás esfriava após a explosão, moléculas sólidas se formavam no centro a partir de átomos de oxigênio, carbono, e silício.

Observações anteriores do 1987A com o telescópio de infravermelhoHerschel só haviam detectado uma pequena quantidade de poeira quente.

Mas, graças ao poder do telescópio Alma, apenas 20 minutos foram necessários para capturar a evidência diante das câmeras.

“Nós encontramos uma notável massa de pó concentrada na parte central do material ejetado (nuvem de partículas)”, disse Indebetouw.

“E tudo importa – a área vermelha que você vê no centro da imagem – estava lá no núcleo da estrela antes dela explodir. Isso é emocionante.

“As pessoas pensam em poeira como um incômodo, algo que fica no seu caminho. Mas na verdade é algo muito importante.”

Enquanto supernovas sinalizam a destruição de estrelas, elas também são a fonte de novos materiais e de energia, diz Jacco van Loon, da Universidade de Keele, coautor do estudo.

“Nossa vida seria muito diferente sem os elementos químicos que foram sintetizados em supernovas ao longo da história”, disse ele.

“Os grãos são incrivelmente difíceis de produzir no vasto vazio do espaço. E se supernovas realmente produzem muitos deles, isto tem consequências muito importantes e positivas para a eventual formação do Sol e da Terra.”

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