Pausa com gatos: após viagem ao Japão, ela abriu primeiro pet café do RJ

Colaboradora: Renata Gama

“Eu não abriria uma cafeteria, eu só abri porque é o Gato Café”. Giovanna Bernardo Molinaro, 26, é arquiteta, mas deixou a profissão de lado ao conhecer um modelo de negócio inovador em uma viagem no Japão. “Eu visitei diferentes pet cafés e cafés temáticos. Já em casa, pesquisei sobre eles, e me apaixonei ao descobrir que era possível unir o modelo de negócio à adoção dos pets”.

A empreendedora lembra, em conversa com Universa, que depois dessa descoberta sentia-se angustiada ao se deparar com gatos em situação de rua e foi esse sentimento que acelerou a decisão em abrir o estabelecimento. Assim, criou o Gato Café, uma casa que serve como lar temporário para gatos resgatados pela ONG Bigodes do Bunker, e vende cafés e produtos alimentícios personalizados com desenhos de gatos.

Giovanna e os sócios, um deles a própria mãe, investiram R$ 190 mil para abrir uma loja em Botafogo, bairro do Rio de Janeiro. Segundo ela, o retorno desse investimento aconteceu oito meses depois de abertos. Sócia majoritária com 70% do negócio na mão, não precisou pedir empréstimo: “Eu tive muita sorte, porque na época que saí do antigo trabalho como arquiteta de cenário na TV Globo, ainda morava com meus pais, e pude guardar parte do salário que recebia”…

https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2021/03/23/com-1-pet-cafe-do-rio-de-janeiro-ela-quer-que-marca-seja-sinonimo-no-ramo.htm