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Acesse:http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/samsung-anuncia-novos-modelos-de-chromebook-05032014
Aparelhos com Chrome OS serão vendidos com telas de 13,3 ou 11,6 polegadas

A Samsung anunciou o lançamento de uma nova série de aparelhos com sistema operacional Chrome OS, a Chromebook 2. As novas versões dos computadores com o sistema desenvolvido pelo Google serão vendidas em dois tamanhos de tela: 13,3 e 11,6 polegadas.
As principais características dos novos aparelhos são tela de alta resolução e chips aprimorados. O modelo maior tem tela full HD com resolução de 1920×1080, enquanto a tela do menor é de 1366×768.
Cada modelo terá processador octa-core Samsung Exynos (2.1 GHz para o maior e 1.9 GHz para o menor). A empresa também promete duração de bateria de oito horas e meia para o Chromebook maior e oito horas para o menor.
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Diferentemente da versão anterior do Chromebook, os novos computadores da Samsung não vão recarregar por meio de uma porta USB, mas por uma entrada de carregador comum. Todos os Chromebooks serão equipados com o sistema operacional Chrome OS e seus aplicativos.
Para os novos aparelhos, a Samsung aprimorou o messenger Google+ Hangouts. Cada Chromebook 2 terá uma webcam de 720p. Os dispositivos da empresa sul-coreana também vão vir com um pacote premium de aplicativos no valor de R$ 234,50, incluindo programas como Air Droid Premium, Wunderlist Pro e LittleBridge.com. Os novos modelos terão 100 GB de Google Drive por dois anos.
Os aparelhos virão com entrada USB 3.0, USB 2.0, HDMI, cartão micro SD, um fone de ouvido e um microfone. O modelo de 11 polegadas será vendido nas cores branca e preta, enquanto o de 13 polegadas estará disponível apenas na cor cinza. Nos Estados Unidos, o valor do Chromebook 2 menor será de R$ 748 e o maior custará cerca de R$ 935
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Acesse: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/40175/40175
“É um grande passo no sentido de facilitar a vida do cidadão, que vai ganhar tempo. De outro lado, reduz custos”, afirmou o governador Geraldo Alckmin ao anunciar a novidade que se antecipa a um projeto federal que criará um banco nacional de impressões digitais. O antigo modelo de RG continua valendo.
O novo sistema de digitalização da foto e das impressões digitais está sendo implantado na Central do IIRGD (Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton), em 10 postos do interior e em parte do Poupatempo Luz, na capital. Até março, outras regiões receberão mais 200 kits de coleta digitalizada.
Todos os RGs já são emitidos no novo formato, com papel especial, película protetora e borda diferenciada. Além disto, o número do RG aparece em vermelho e negrito, para facilitar a visualização. A foto e a impressão digital também estão mais nítidas.
A expectativa é que até o fim de 2014 o novo sistema esteja implantado em todos os postos do Estado.
Coleta de digitais
O novo RG conta com um sistema de coleta de impressões digitais. Todas os dados biométricos serão guardados digitalmente. “O criminoso, quando vai cometer um crime, apoia em algum lugar, algum vestígio de impressão digital ele deixa. E com esse banco de dados, você vai poder esclarecer o crime”, disse Alckmin.
O banco ainda será alimentado por cadastro do Detran. Em dois anos, a estimativa é de que as impressões digitais de 20 milhões de pessoas estejam cadastradas.
Como tirar
Para tirar a carteira de identidade, o cidadão precisa se dirigir aos postos do Poupatempo, à sede e aos demais postos do IIRGD. A primeira via é gratuita, como no formato tradicional. É necessário levar Certidão de Nascimento ou Casamento, além de foto 3×4 recente, no caso dos postos que ainda não têm o sistema eletrônico.
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Companhia americana digitalizará DNA humano para ampliar a longevidade
Craig Venter, pioneiro em sequenciar o primeiro genoma humano nos EUA, tem um novo objetivo: ajudar a humanidade a viver com saúde até os 100 anos. As informações são do site americano Bloomberg.
Peter Diamandis, co-fundador do projeto, diz que o propósito é fazer com que “os 100 anos seja os novos 60”.
Diamandis analisa o DNA de cerca de 100 mil pessoas por ano, para montar um banco de dados que desenvolvem novos testes para ajudar a prolongar a expectativa de uma vida saudável.
A empresa Human Longevity Inc., fundada por Venter, decodificará o DNA de várias pessoas, desde crianças a pessoas centenárias.
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Sediada em San Diego, a Human Longevity irá reunir as informações em um banco de dados que incluem informações sobre genomas e microbiomas, os micróbios que vivem em nosso intestino. O objetivo é ajudar os pesquisadores a entender as doenças associadas ao envelhecimento. A empresa possui um orçamento inicial de US$ 70 milhões, de acordo com comunicado liberado nesta terça-feira (04).
— Estamos criando a maior instalação de sequenciamento do genoma humano do mundo. Queremos promover o envelhecimento saudável usando métodos avançados de terapia com células estaminais.
Venter fundou a empresa com Diamandis, que é pesquisador de células-tronco.
Melhoria das máquinas
Segundo Venter, a velocidade e precisão das máquinas digitalizadoras de DNA aumentou de tal forma que, pela primeira vez, o sequenciamento clínico poderá ser feito de maneira maciça, ou seja, será possível uma análise em grande número.
— Eu esperei 13 anos por essa tecnologia. Esse avanço não só terá um impacto significativo em nossos estudos, como também na medicina em geral.
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A Human Longevity tem um acordo com a Universidade da Califórnia, em San Diego, para realizar o sequenciamento de genoma nos pacientes do Centro de Câncer Moores, de acordo com o comunicado. Além do genoma e do microbioma, a empresa vai coletar dados sobre substâncias bioquímicas e lipídios no organismo dos pacientes.
Em setembro de 2013, o Google anunciou que estava interessado em investir na empresa de Venter.
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Site Funny or Die usou os famosos Tony Hawk e Christopher Lloyd para fazer pegadinha

Uma pegadinha deixou muita gente acreditando que poderia voar em um skate por aí. Uma misteriosa campanha viral lançada nesta terça-feira (04) na internet garantia que uma companhia chamada HUVr havia desenvolvido a tecnologia para fabricar os skates flutuantes da saga de ficção científica De Volta para o Futuro. Segundo a pegadinha, organizada pelo site de humor Funny or Die, o produto estaria disponível a partir mês de março. Assista ao vídeo que faz parte da pegadinha.
Os supostos desenvolvedores do skate cinematográfico se apresentam em seu site como um grupo de jovens especialistas em materiais, eletricidade e magnetismo que começaram a trabalhar no projeto em 2010 como parte de um programa do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT). No vídeo, várias celebridades participaram da brincadeira, incluindo o ator Christopher Lloyd, o skatista Tony Hawk e o músico Moby.
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Bem feita, a tal companhia tinha até mesmo site oficial, perfil no Facebook e no Twitter. Para demonstrar sua “descoberta”, os pesquisadores reproduziram o skate futurista utilizado por Michael J. Fox na trilogia sobre as viagens no tempo que fez bastante sucesso nos cinemas entre os anos de 1985 e 1990.
Um dos vídeos demonstrativos de seu “revolucionário” produto com o título Belive (acredite) começa com as imagens de um automóvel da marca DeLorean, mesmo utilizado na trilogia, a bordo do qual está o ator Christopher Lloyd, que interpretou o cientista Emmett Brown, o responsável por desenvolver a máquina do tempo nos filmes.
Uma das pistas para identificar a mentira veio de um dos supostos porta-vozes da HUVr, que se parecia muito com o ator Nelson Cheng, que colabora regularmente com o site de humor. Alguns internautas se apressaram em afirmar que a filmagem se tratava de uma mentira com truques de efeitos especiais e, através dos comentários no perfil do Facebook da HUVr, disseram que, aparentemente, um cabo está preso à cintura de um dos “testadores” do skate magnético.

As publicações especializadas em tecnologia nos EUA repercutiram a campanha comercial e descartaram sua veracidade. “Até o momento não fomos capazes de encontrar nenhum registro de empresa ou marcas comerciais atribuídas a HUVr. Mas ainda estamos intrigados para entender o que esta montagem viral pretende promover”, afirmou Chris Welch no site The Verge.
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Vídeo vem fazendo enorme sucesso no YouTube.
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Acesse:http://veja.abril.com.br/noticia/saude/dieta-rica-em-proteina-pode-encurtar-a-vida-diz-estudo
Segundo pesquisa, pessoas abaixo de 65 anos que consomem muita proteína têm maior risco de mortalidade por câncer e diabetes
Proteína animal pode elevar risco de morte em pessoas com menos de 65 anos (Thinkstock)
Uma dieta rica em proteína animal – ou seja, com muita ingestão de carne, ovos, leite e queijo – pode encurtar a vida de uma pessoa e ser tão prejudicial à saúde quanto fumar, concluíram pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia, em Los Angeles, nos Estados Unidos. De acordo com esse estudo, o risco de mortalidade é maior em pessoas de até 65 anos.
A pesquisa se baseou nos dados de 6.831 adultos que haviam participado de um estudo nacional de saúde nos Estados Unidos. Os autores analisaram a relação entre hábitos alimentares e risco de morte entre os voluntários. As conclusões foram publicadas nesta terça-feira no periódico Cell Metabolism.
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Segundo os resultados, os participantes na faixa dos 50 anos que consumiam muita proteína (mais de 20% das calorias totais ingeridas no dia) tiveram um risco quatro vezes maior de morrer por câncer ou diabetes e o dobro de chance de morte por qualquer outra causa em um período de 18 anos em comparação com quem ingeria menos proteína.
No entanto, os pesquisadores perceberam que esses efeitos nocivos podem ser reduzidos – e até eliminados – quando a proteína consumida na dieta vinha principalmente de fontes vegetais, como do feijão e de leguminosas.
Diferença de idade — Os pesquisadores ainda descobriram que os efeitos da alta ingestão de proteína são inversos em pessoas com mais de 65 anos. De acordo com o estudo, quem come muita proteína nessa faixa etária pode reduzir em 28% o risco de morte por qualquer causa e em 60% o risco de morte por câncer em um período de 18 anos.
O estudo intensifica o debate em torno de dietas famosas que recomendam a ingestão de muita proteína e pouco carboidrato, mostrando que esse tipo de alimentação pode ter graves consequências à saúde a longo prazo
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Acesse:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/03/140304_virus_bg.shtml
Rebecca Morelle
Repórter de Ciência, Serviço Mundial da BBC
Os cientistas afirmam que não há risco de o contágio representar qualquer perigo para humanos ou animaisUm vírus que estava adormecido há 30 mil anos teria ”ganhado vida” novamente, segundo cientistas da Universidade de Aix-Marseille, na França.
Ele foi encontrado na Sibéria, em uma camada profunda de permafrost, o solo encontrado na região do Ártico formado por terra, gelo e rochas permanentemente congelados. Após ter sido descongelado, o vírus voltou a se tornar contagioso.
Os cientistas afirmam que não há risco de o contágio representar algum perigo para humanos ou animais, mas alertaram para o possível risco para humanos de outros vírus infecciosos que podem ser liberados com o eventual descongelamento do permafrost.
O estudo foi divulgado na publicação especializadaProceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).
”Essa é a primeira vez que vemos um vírus permanecer contagioso após tanto tempo”, disse o professor Jean-Michel Claverie, da Centro Nacional de Pequisa Científica (CNRS, na sgila orginal em francês), da Universidade de Aix-Marseile.
Enterrado
O antigo vírus foi descoberto enterrado a trinta metros do solo congelado.
Chamado Pithovirus sibericum, ele pertence a uma categoria de vírus descoberta há dez anos.
Eles são tão grandes que, diferentemente de outros vírus, podem ser vistos ao microscópio. E este, que mede 1,5 micrômetros de comprimento, é o maior já encontrado.
Cientistas advertem que expor camadas profundas de solo poderá gerar riscos de novos vírusA última vez que ele infectou um organismo foi há mais de 30 mil anos, mas no laboratório ele foi “reativado”.
Os testes mostraram que o vírus ataca amebas, que são organismos monocelulares, mas não infecta humanos ou animais.
”Ele entra na célula, se multiplica e, por fim, mata a célula. Ele é capaz de matar a ameba, mas não infecta uma célula humana”, afirmou Chantal Abergel, co-autora do estudo e também integrante do CNRS.
Mas os pesquisadores acreditam que outros agentes patogênicos mortais possam ter ficado presos no permafrost da Sibéria.
”Estamos estudando isso por meio de sequenciamento do DNA que está presente nessas camadas. Essa é a melhor maneira de descobrir o que existe de perigoso nessas camadas”, afirmou Abergel.
Ameaça
Os pesquisadores dizem dizem que essa região está ameaçada. Desde a década de 70, o permafrost vem perdendo sua espessura e projeções de mudanças climáticas sugerem que ele irá recuar ainda mais.
Como ele vem se tornando mais acessível, o permafrost já está sendo, inclusive, visado como fonte de recursos, devido aos ricos recursos naturais que possui.
Mas o professor Claverie adverte que expor camadas profundads poderá criar novas ameaças de vírus.
”É uma receita para o desastre”, afirmou. Segundo ele, a mineração e a perfuração farão com que as antigas camadas sejam penetradas ”e é daí que vem o perigo”.
Ele disse à BBC que antigas variantes de varíola, que foi erradicada há 30 anos, poderiam se tornar ativas novamente.
”Se for verdade que esses vírus sobrevivem da mesma maneira que vírus da ameba sobrevivem, então a varíola pode não ter sido erradicada do planeta, apenas de sua superfície”, afirmou Claverie.
Mas ainda não está claro se todos os vírus podem se tornar ativos novamente, após terem permanecido congelados por milhares ou mesmo milhões de anos.
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Acesse:http://olhardigital.uol.com.br/noticia/40632/40632
A ideia por trás do SurroundWeb é a mesma do IllumiRoom, que a empresa apresentou no ano passado e que ampliava a experiência de jogo, fazendo com que elementos dos títulos saltassem para fora da tela (veja aqui).
No caso do SurroundWeb, o usuário pode optar por receber informações adicionais nas bordas; se estiver assistindo a uma corrida, por exemplo, o posicionamento de cada carro não precisa ficar na tela, pode ser projetado nas paredes. Também seria possível exibir dados de buscas vindos de sites como Wikipédia.
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