A empresa norueguesa Elípticas Labs criou uma ferramenta que permite que o usuário utilize os gestos do Windows 8 sem necessidade de tocar na tela ou ter um monitor com tela sensível ao toque.
A Windows 8 Gesture Suite não utiliza webcam, mas sim sensores ultrassônicos que utilizam 95% menos energia e que são colocados no notebook ou desktop. A empresa afirma que está conversando com fabricantes de computadores e espera que a sua tecnologia esteja dentro de novos PCs no ano que vem.
Gestos do Windows 8
Entre os gestos estão a seleção de aplicação na tela Iniciar, o menu Charms, scroll de tela, fechamento de aplicação, etc. Mais informações estão no site da Elliptic Labs.
A Nissan criou uma maneira muito diferente – e divertida – para promover o modelo 370Z, um carro esportivo de apenas dois lugares que ganhou uma repaginada em seu modelo 2013. Ela desenvolveu miniaturas que podem ser controladas apenas pela voz. Quanto mais potente for a sua, mais o carrinho anda.
Para deixar a brincadeira ainda mais interessante, a empresa criou um campeonato chamado ‘Voice Driver Cup’ para encontrar o melhor “piloto” desses mini carros. Ou seria a melhor voz?
Os carrinhos foram construídos com sensores de captura de voz. Assim, conforme a intensidade aumenta, a miniatura ganha mais velocidade. Para controlar seu carro, o usuário precisa de um microfone instalado no computador, ou de um aplicativo próprio da Nissan instalado no smartphone.
A primeira fase do campeonato, que é presencial, começou ontem (10) no Japão. Porém, no dia 17 de novembro, a empresa irá promover o primeiro Grand Prix mundial, permitindo que qualquer pessoa no mundo possa competir sem sair de casa.
Confira o vídeo de apresentação do Voice Driver Cup:
O Google lançou hoje (08) mais um site que promete ser um prato cheio para aqueles que gostam de matar um tempinho se divertindo na frente do computador. Feito em HTML5, o Jam with Chrome permite que os usuários toquem diversos tipos de instrumentos musicais sem sair da frente do monitor. Com o Jam with Chrome é possível escolher entre 19 instrumentos musicais e mandar ver.
Ele também permite uma interação com outros usuários, assim, você pode convidar seus amigos e montar uma “banda de garagem” virtual. Mas antes de chamar alguém para te acompanhar, o ideal é fazer um teste e tentar algumas notas sozinho.
Você pode tocar utilizando o teclado e o mouse, e existem também algumas bases para você pegar o ritmo. Os instrumentos são bem variados: vão desde guitarra, baixo, bateria, passando por MPC com samples de Hip Hop, techno etc.
Prepare-se para perder algumas horas se divertindo com o Jaw with Chrome! Dica: coloque o fone de ouvido antes de se jogar no melhor estilo rock star e atormentar todos ao seu redor
Até o vídeo de apresentação do site é bem engraçadinho, confira:
O Facebook anunciou nesta segunda-feira (5) suas novas políticas de privacidade. Os novos usuários da rede social serão encaminhados para um tour virtual que mostra todos os recursos para se manter seguro.
“É bom para educar os usuários do Facebook sobre como suas ferramentas de privacidade funcionam. Eu acredito que existe um problema geracional no Facebook, que torna mais difícil para as pessoas que nunca tiveram contato com computadores desde cedo encontrar as ferramentas em uma interface confusa”, afirmou ao Tech News World Brian Carter, especialista em marketing de Internet.
Além do tour, a empresa também lançou uma série de novas ferramentas que possibilitam aos usuários entender melhor o funcionamento da rede social e os recursos de privacidade. E a partir de agora, quando os novos usuários realizarem o primeiro log in na rede, eles terão acesso a todas as normas de privacidade do site, incluindo descrições de como aplicativos de terceiros e jogos utilizam suas informações pessoais, além de sugestões de como manter seus dados mais seguros.
Os usuários podem determinar, por exemplo, quem poderá visualizar suas informações pessoais
Informações sobre tags, marcações em fotos e postagens também serão explicadas a todos os usuários. E com os recursos atualizados, os usuários podem escolher uma audiência específica para seus dados pessoais como, por exemplo, formação e emprego atual.
As informações não estarão disponíveis apenas para os novos usuários, mas também para os antigos que poderão atualizar suas informações pessoais através do ícone ‘Atualização de Info’.
As mudanças na política de privacidade surgiram depois de o Facebook iniciar uma negociação com a Autoridade Irlandesa de Proteção de Dados Privados (DPC), que realizou recentemente uma auditoria sobre a privacidade da rede social e publicou um relatório final em setembro deste ano.
A empresa Livescribe lançou uma nova caneta inteligente que promete dar o que falar. Apesar de parecer uma caneta comum, a Sky possui conexão Wi-Fi integrada e consegue transmitir as anotações feitas em papel automaticamente para smartphones, tablets e computadores.
A Livescribe Sky sincroniza as anotações automaticamente com dispositivos (Foto: Reprodução)
Todo o processo é feito com o aplicativo Evernote e, por isso, é necessário ter uma conta no serviço. Basta apenas dois minutos para se conectar via Wi-Fi e, em seguida, inserir um login e senha para começar a transferir as anotações. Nas canetas antigas feitas pela companhia, era preciso transferir os arquivos manualmente por meio de aplicativos. Agora, todo o processo é sem fio e automático.
O uso do acessório é bem simples, mas a caneta é um pouco grande, precisa de bateria e é necessário um tipo de papel especial para que o sistema funcione corretamente. No entanto, independente disso, não há como negar que o gadget é bem útil. O acessório sincroniza-se automaticamente com o dispositivo do usuário a cada hora, mas também permite o pareamento manual.
Todas essas especificações fazem com que a Sky seja a melhor smartpen já criada até hoje pela Livescribe. Talvez por isso o seu preço seja bem salgado: US$ 169 (cerca de R$ 340) em sua edição com 2 GB de armazenamento, US$ 199 (R$ 400) pelo modelo de 8 GB e US$ 249 (R$ 500) pela edição especial que acompanha um bloco de notas profissional.
A Claro anunciou nesta quinta-feira (1) o lançamento de um novo serviço de armazenamento na nuvem gratuito para os seus clientes, o Ideias Sync. Com o novo recurso, os usuários poderão sincronizar seus arquivos e armazená-los na nuvem como fotos, vídeos, documentos e planilhas.
Os clientes da operadora terão acesso gratuitamente a 5GB de armazenamento no serviço, podendo conquistar mais 1GB se indicarem novos amigos para participar da sua rede e do Ideias Sync. Além disso, os usuários poderão ampliar seu espaço na nuvem assinando pacotes que variam de R$ 9,90 ao mês para 10GB e de R$ 29,90 por 100GB.
O serviço poderá ser acessado tanto pelo smartphone como desktop
A empresa afirma que, com o serviço, os usuários poderão compartilhar, editar e acessar seus arquivos a partir dos seus dispositivos móveis ou computadores e notebooks conectados à internet. Ou seja, um arquivo atualizado via celular poderá ser aberto normalmente no computador.
Os interessados em realizar a assinatura do Ideias Sync poderão acessar o serviço através de seu site oficial, via desktop ou smartphone e tablet.
Em tempos em que dependemos tanto de computadores para as mais diversas tarefas, uma arma capaz de inutilizar equipamentos eletrônicos pode fazer um grande estrago. Com isso em mente, pesquisadores da empresa Boeing desenvolveram um avião equipado com um canhão que dispara micro-ondas para “queimar” câmeras, computadores, bases de dados e aparelhos similares.
Testado recentemente, o avião não tripulado CHAMP (sigla em inglês para “Projeto de Míssil Avançado Contra-eletrônico de Alto Poder”) conseguiu desligar até mesmo as câmeras usadas para gravar os testes. “Essa tecnologia marca uma nova era nas guerras modernas”, diz Keith Coleman, gerente do projeto. “No futuro próximo, essa tecnologia poderá ser usada para inutilizar sistemas eletrônicos e bases de dados de exércitos inimigos antes mesmo de as primeiras tropas avançarem”.
À primeira vista, o CHAMP parece uma arma “limpa e não letal” mas, dependendo do uso, pode ser tão perigoso quanto um míssil ou outras armas convencionais: inutilizar os aparelhos de um hospital ou os sistemas de um veículo controlado por computador pode, sim, ser fatal. Décadas de pesquisas armazenadas em um banco de dados poderão simplesmente ser apagadas com um disparo do CHAMP – dependendo da situação, os dados podem se perder para sempre, e as consequências podem perdurar por décadas.
No fim das contas, talvez o CHAMP seja melhor representado pelo termo “arma letal indireta”.
Quem já ligou a Apple TV nesta terça-feira (23) deve ter percebido que o menu principal traz um ícone diferente. A novidade dará acesso à transmissão ao vivo do evento da Apple, que apresentará o iPad Mini e terá início a partir das 15h, horário de Brasília. Mas, para não deixar ninguém de fora, a companhia também disponibilizou uma página com a transmissão do evento.
.Evento especial da Apple será transmitido ao vivo na Apple TV (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Normalmente, a Apple disponibiliza os vídeos da transmissão de seus eventos apenas depois que eles são finalizados. Porém, a conferência desta terça será transmitida ao vivo e, se tudo correr bem, qualquer pessoa poderá assistir em sua Apple TV, iPad ou Mac.
A expectativa em torno da conferência da Apple é de que seja lançada uma versão reduzida do iPad, batizado de iPad mini, e que a loja iBookstore seja lançada em outros países, incluindo o Brasil. O novo gadget da empresa de Tim Cook deve focar principalmente na leitura de livros digitais. São esperadas também algumas atualizações de outros dispositivos da empresa, como uma possível revisão do novo iPad.
O grande inconveniente desta transmissão é que ela será totalmente em inglês, sem legendas. Por isso, aproveite para acompanhar todas as novidades pela cobertura em tempo real do TechTudo.
Como se não bastassem os inúmeros tipos de vírus com os quais temos que nos preocupar, um pesquisador britânico conseguiu se infectar, com sucesso, com mais um tipo de “microorganismo”: desta vez, um vírus de computador. Saiu no Discovery News, site de notícias do canal a cabo.
Mark Gasson, pesquisador da Universidade de Reading, conseguiu infectar um pequenino chip de identificação de radiofrequência com um vírus antes de instalá-lo sob a pele de sua própria mão. Ele utiliza este chip para ativar seu telefone celular, bem como abrir portas de segurança.
Mark Gasson
Graças ao chip de computador, o celular de Gasson sabe quando é ele quem o está utilizando e quando alguém está tentando operar o dispositivo. Se outra pessoa tentar utilizar o celular (para não dizer “roubar”), ela não conseguirá.
Ao invés de passar um cartão magnético para abrir portas de segurança, Gassan precisa apenas mover sua mão para conseguir acesso. Mas a comodidade de não precisar carregar um cartão para entrar nas dependências do centro de pesquisa e ter um celular extremamente seguro tem seu preço. Gasson serviu de portador do vírus e ainda conseguiu contaminar um computador externo.
O vírus foi desenvolvido pelo próprio pesquisador e não é malicioso. Mas ele conseguiu mostrar que vírus de computador podem se mover discretamente entre chips de computador dentro e fora do corpo. E, teoricamente, se uma pessoa possuir diversos chips em seu corpo, o vírus poderia passar de um para o outro, infectando todos eles.
Mas por que as pessoas teriam chips instalados no próprio corpo? Muitos pesquisadores do mundo todo estão desenvolvendo pequenos circuitos eletrônicos que podem ser ingeridos ou implantados no corpo humano, por motivo de segurança ou mesmo de saúde. Por exemplo: existe a “camera pill”, que é uma pílula ingerida para monitorar, filmar e registrar dados dos sistema digestivo. Há também os olhos e membros biônicos, que servem para incrementar a visão e melhorar a locomoção, respectivamente.
Este tipo de chip de computador implantado por Gasson não é muito comum, portanto, ainda não há com o que se preocupar. Mas no futuro, chips de computadores serão instalados sob nossas peles e, daí, nascerá uma nova preocupação: uma epidemia de vírus digitais causada por portadores humanos. Já pensou?
Interfaces mudam, processadores vêm e vão, mas o teclado e seu fiel escudeiro, o mouse, fazem parte do computador há, pelo menos, 30 anos. Agora, eles podem se encontrar diante de uma dura competição, graças a duas tecnologias de sensores de gestos que reduzem drasticamente a porção de digitação e de cliques necessários para controlar parte dos computadores.
Por meio do rastreamento preciso dos movimentos das mãos, o protótipo fixado ao pulso do projeto Digits, desenvolvido por uma equipe de pesquisa da Microsoft em Cambridge (Reino Unido), permite que os gestos sejam comunicados em tempo real com qualquer dispositivo conectado.
Um conjunto de LEDs incrustados em uma munhequeira de plástico se projeta numa luz infravermelha de retorno na parte de fora dos dedos dos usuários. O laser ilumina a mão transversalmente a fim de realçar a orientação dos dedos. Uma câmera, então, lê os reflexos, e um software desenvolve um modelo de movimento de mãos que é aprimorado para cada centésimo de centímetro.
David Kim, líder do projeto, diz que o Digits nasceu do desejo por uma tecnologia mais precisa do que o sensor de games da companhia, o Kinect, feito para o Xbox 360. A intenção era rastrear o movimento sem vincular o usuário a quaisquer dispositivos em particular. “Temos usado tecnologias que são pequenas e que usam menos energia”, afirma ele. “Isso não deve interferir na atividade diária, e nós queremos possibilitar a interação contínua”, prossegue.
TUDO NO PUNHO
O dispositivo é do tamanho de duas bolas de pingue-pongue juntas, e atualmente precisa ser vinculado a um computador. Mas Kim planeja diminuir isso para o tamanho de um relógio de pulso –e fazê-lo funcionar por wireless. Em uma demonstração na semana passada durante um simpósio de interface de software e tecnologia de usuários em Cambridge, Massachusetts (EUA), o sistema foi apresentado controlando videogames, smartphones e computadores.
O sistema Digits não é o primeiro dispositivo desse tipo. O sensor Leap Motion, da companhia homônima de San Francisco, funciona em um desktop lendo um número de gestos diferentes enquanto usuários navegam suas mãos por ele. A companhia ainda não divulgou detalhes sobre como o sensor funciona.
Digits é “realmente uma ótima amostra de trabalho”, afirma Thad Starner, do Instituto de Tecnologia da Geórgia, em Atlanta, que também está na liderança tecnológica do Project Glass, do Google.
Ele ainda está nos seus estágios incipientes, diz Starner, que vem usando um computador portátil por quase 20 anos. No entanto, ele está entusiasmado com o potencial de interfaces de controle sensitivas e precisas denominadas “heads-up displays”, como o Google Glass –que parece um par de óculos sem lentes, e permite aos usuários ver dados sem a necessidade de movimentar a cabeça– ou melhor, o seu próprio traje criado sob medida para ele mesmo.
Foto captada com o Google Glass por um dos fotógrafos selecionados para o Google+ Photographer’s Conference
SIMBIOSE DE HOMEM E MÁQUINA
“Você pode imaginar o uso de dispositivos com movimentos sutis, realmente”, diz Starner.
“Eu costumava usar [o Google Glass] em sala de aula para elencar as anotações enquanto ensinava”, continua. O dispositivo de Starner fornecia informação em um display diante do seu olho esquerdo. Durante uma entrevista por telefone com a “New Scientist”, um software de reconhecimento de voz “ouvindo” a conversa listou os e-mails que ele trocara com a revista no passado.
Depois, o sistema puxou uma tese estudantil sobre interação rápida com dispositivos eletrônicos em seu campo de visão, considerada relevante para a discussão.
Starner diz que o real poder do Digits vai estar em reconhecimento contínuo – a habilidade para não apenas identificar comandos autônomos, como pressionar o polegar e listar alfabeticamente para saltar a uma faixa no seu iPod, mas para interpretar movimentos de mão em sequência.
A adição de computadores portáteis ao arsenal de interfaces humano-computacionais representa uma “simbiose de homem e máquina que nunca foi vista antes”, diz Starner. “Dar acesso a dados em uma fração de segundo faz de você mais poderoso, a ter mais controle sobre a sua vida. Isso está nos levando a um estágio onde usamos sistemas sem pensar”, finaliza.