Categoria: Saúde

  • Robô permite “presença remota” de alunos doentes

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/06/1299355-robo-permite-presenca-remota-de-alunos-doentes.shtml

    DO “NEW YORK TIMES”

    The New York TimesLexie Kinder resolve problemas durante a aula de matemática, ganha estrelinhas douradas da sua professora e faz piadas com seus colegas de classe na escola primária Alice Drive. Tudo isso pelo computador de casa.

    Nascida com uma doença cardíaca crônica que enfraqueceu seu sistema imunológico e tornou arriscada sua frequência à escola, Lexie, 9, passou anos sendo tutorada na sua casa, em Sumter. Mas, recentemente, sua família começou a experimentar uma alternativa: um robô equipado com câmera e acesso à internet que zanza pela sala de aula e faz uma transmissão em vídeo de mão dupla entre a casa e a escola.

    “Ela adorou”, disse a mãe de Lexie, Cristi Kinder. O VGo, como é chamado, é controlado por Lexie pelo seu computador doméstico. Lexie vestiu o robô com fitas rosa e um saiote de bailarina e o rebatizou de Princesa VGo.

    Um número pequeno –mas em rápido crescimento– de alunos cronicamente doentes, pelo menos 50 em todo os EUA, já assiste aulas virtualmente, graças aos chamados “robôs de presença remota”. Porém, a tecnologia continua sendo cara (um VGo custa US$ 6.000, além de US$ 1.200 por ano em manutenção e outros gastos) e imperfeita (quando ele perde a conexão com a internet, fica inerte e precisa ser empurrado).

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    John W. Adkisson/The New York Times

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    Lexie Kinder, americana de 9 anos da cidade de Sumter, na Carolina do Sul, é portadora de uma doença cardíaca crônica e usa um robô equipado com uma tela e altofalantes chamado VGo para participar de aulas de maneira remota Leia mais

    Apesar das fantasias dos colegas de Lexie –“Quero um robô para poder passar o dia todo na cama”, disse uma criança de oito anos–, esses robôs são em geral o último recurso para crianças restritas às suas casas ou a quartos hospitalares.

    À medida que vídeos via web ganham proeminência como ferramenta didática, partidários da educação especial dizem que esses robôs são valiosas alternativas aos alunos que, de outra forma, não interagiriam com colegas.

    “Em breve, esses robôs devem custar o preço de um laptop barato”, disse Maja Mataric, professora de ciência da computação na Universidade do Sul da Califórnia. “Eles devem tornar muito mais fácil o acesso à educação para estudantes que estão convalescendo.”

    As crianças se adaptam à tecnologia muito mais rapidamente que os adultos e tratam a máquina como outro colega, diz ela. Em um treinamento contra incêndios numa escola do Texas, os alunos ficaram tão preocupados com o VGo que insistiram em acompanhá-lo para fora do prédio.

    O VGo tem 1,20 metro, pesa 8 kg e tem o formato de um peão branco de xadrez, com uma tela de vídeo no rosto. Lexie controla seus movimentos com o mouse do seu computador. O vídeo da sala de aula aparece na sua tela de computador, e o vídeo do rosto dela aparece na tela do robô.

    O robô e o computador de Lexie permitem uma comunicação de mão dupla. Lexie pode piscar as luzes do seu VGo para chamar a atenção da professora.

    Desde 2007, a empresa VGo, de Nashua (em New Hampshire), vende robôs para executivos que desejam ficar de olho em seus empregados enquanto viajam e para médicos que os usam para “visitar” pacientes em diferentes hospitais. Há dois anos, a empresa percebeu que as escolas poderiam ser um novo mercado.

    A maioria dos robôs é adquirida com verbas estaduais ou municipais destinadas a alunos deficientes. Em algumas escolas, os pais fizeram eventos de arrecadação ou eles mesmos compraram o robô. Em Huntsville (no Texas), autoridades educacionais adquiriram cinco VGos em 2012 e planejam mais cinco para o ano que vem.

    Para Connor Flanagan, 14, de Tyngsborough (no Massachusetts), o principal benefício é a interação social. Ele não vai à escola por causa de uma rara doença pulmonar, mas continuou em contato com os amigos enquanto esperava um transplante.

    “Ele passeia pelo corredor como os outros”, disse sua mãe, Jennifer Flanagan. “A criançada tratou o robô como tratava Connor. Ele deslizava pela sala e você escutava: ‘Ei, Connor! Oi, Connor!’”

  • Especialistas dão dicas de como se proteger das doenças respiratórias na estação mais fria do ano

    Especialista dão dicas de como se proteger das doenças respirátorias na estação mais fria do ano

    A vacina contra a gripe é o método mais eficaz para prevenir a doença, explica a infectologista Nancy Bellei, professora e coordenadora do programa de pós-graduação em viroses respiratórias da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

    — A vacinação também tem um papel social fundamental porque a pessoa imunizada não transmite o vírus para quem está ao seu redor.

    A imunização está disponível na rede pública apenas para o grupo de risco e em clínica privada por cerca de R$ 80,00

    Ambientes fechados com aglomerações de pessoas, como shopping, ônibus e metrô, contribuem para a propagação da gripe. Por isso, mantenha frestas de janelas ou porta aberta para deixar os locais bem ventilados e arejados

    Médicos alertam que uso de aquecedor pode prejudicar a saúde

    Ao espirrar ou tossir, cubra a boca e o nariz com lenço descartável e após seu uso jogue-o no lixo. Se possível, lave as mãos com água e sabão

    Crianças sofrem cada vez mais com as alergias nos EUA

    O contágio da gripe é feito pelas mucosas, por isso em locais públicos evite tocar boca, nariz e olhos após o contato com superfícies, especialmente em transportes públicos e ambientes com aglomerados de pessoas

    Higiene demais pode resultar em alergias

    Curiosidades na internet

  • Médicos alertam que uso de aquecedor pode prejudicar a saúde

    Acesse:http://noticias.r7.com/saude/medicos-alertam-que-uso-de-aquecedor-pode-prejudicar-a-saude-21062013

    Saiba os truques para driblar os efeitos do ar seco; versão a gás pode até mata

     

    Aquecedor deve ser usado com cautelaThinkstock

    Para driblar a estação mais fria do ano, que chega nesta sexta-feira (21), muitas pessoas recorrem aos aquecedores portáteis, que deixam o ambiente quentinho e agradável. Mas, o pneumologista Jairo Sponholz Araujo, presidente da SBPT (Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia), alerta que o uso indiscriminado deste aparelho pode prejudicar a saúde.

    — Alguns aquecedores diminuem a umidade do ambiente causando o ressecamento das vias aéreas e, consequentemente, podendo desencadear sangramento do nariz, tosse, garganta irritada, olho seco e crises alérgicas. Além disso, o aparelho também pode agravar doenças respiratórias já existentes, como asma, rinite, sinusite e DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica).

    Para evitar o desconforto, o médico recomenda colocar uma bacia de água ou uma toalha molhada no cômodo que está com o aparelho ligado, o que garante a umidade relativa do ar.

    — Se a opção for usar umidificadores, é preciso tomar cuidado para não deixar o ambiente muito úmido porque isso também contribui para a proliferação de fungos e bactérias, e, consequentemente, alergias e infecções.

    A pneumologista Kelma Rosatto, do Hospital São Luiz / Rede D´Or, orienta usar o aquecedor por um período de duas horas — tempo suficiente para tornar o ambiente mais agradável no frio. Além disso, a médica orienta nunca dormir com o aparelho ligado e umidificar as narinas com soro fisiológico, quando sentir necessidade.

    Kelma também lembra que mudanças bruscas de temperatura são prejudiciais à saúde, especialmente para crianças, idosos e pacientes com asma ou outras doenças respiratórias crônicas.

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  • Câmara dos Deputados dos EUA aprova lei que proíbe aborto após 20 semanas

    Acesse:http://portugues.christianpost.com/news/camara-dos-deputados-dos-eua-aprova-lei-que-proibe-aborto-apos-20-semanas-17163/

    A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos aprovou, nesta terça-feira, a lei que proíbe o aborto para mulheres depois de 20 semanas. A chamada Lei de Proteção aos Não Nascidos Capazes de Sofrer Dor foi aprovada por 228 votos contra 196

    pro vida

    (Foto: Reuters)

    Placa Anti-Aborto na Irlanda.

    Apoiadores da lei alegam que cada vida é valiosa. “Temos a obrigação moral de defender os indefesos, e continuaremos lutando para garantir que as leis de nossa nação respeitem a santidade da vida humana por nascer”, afirmou John Boehner, presidente da Câmara.

    A lei dá exceção para a gravidez por estupro ou incesto. Ela pode ainda ser vetada pela Casa Branca, que afirmou que o projeto é um “atentado ao direito da mulher de escolher”.

    De acordo com o republicano Trent Franks, Arizona, patrocinador do projeto de lei, o número de estupros que terminam em gravidez é “muito baixo”, declaração que lhe gerou críticas.

    O projeto é considerado o projeto de lei pró-vida mais importante da história dos EUA, segundo Penny Nance, presidente da organização Concerned Women for America.

    Atualmente, a maioria dos estados americanos permite o aborto a até quando o feto torna-se viável, cerca de 24 semanas de gestação.

    O projeto de lei de Frank prevê a proibição do aborto que acontece 20 semanas depois da concepção, o equivalente a cerca de 22 semanas de gravidez.

    O caso vem depois de uma condenação por homicídio de Kermit Gosnell, médico da Filadélfia, que realizou procedimentos de abortos em sua clínica médica.

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  • Adesivos podem substituir agulhas em vacina do futuro, dizem cientistas

    Acesse:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/06/130613_vacina_adesiva_mv.shtml

    Nanoadesivo (Foto Australian Institute for Bioengineering and Nanotechnology)Vovo método abre caminho para vacinas de uso fácil para doenças como a malária

    Um adesivo que é colocado na pele para aplicar vacinas de forma barata e eficaz foi apresentado durante a conferência TEDGlobal em Edimburgo, na Escócia.

    Substituir a agulha por um nanoadesivo pode transformar a prevenção de doenças mundo afora, disse o inventor da tecnologia, o pesquisador Mark Kendall, da University of Queensland, em Brisbane, Austrália.

    Segundo ele, o novo método abre caminho para vacinas de uso fácil para doenças como a malária, por exemplo.

    Outros especialistas deram boas vindas à novidade, mas disseram que o método pode não ser apropriado para todos os pacientes.

    A série de conferências TEDGlobal (a sigla inglesa TED quer dizer “Think, Exchange, Debate” ou “Pense, Troque, Debata”) é realizada anualmente em diferentes partes do mundo. Ela é financiada pela fundação privada sem fins lucrativos Sapling Foundation, que promove a circulação de grandes ideias pelo mundo.

    Método Antigo

    A palestra de Kendall em Edimburgo teve uma simbologia histórica: há 160 anos, na capital escocesa, Alexander Wood pediu a primeira patente para a agulha e a seringa.

    “A patente era quase idêntica às agulhas que usamos hoje. É uma tecnologia de 160 anos”, disse Kendall.

    Aliada à água limpa e saneamento, ela cumpriu um papel fundamental no aumento da longevidade em todo o mundo, acrescentou. Mas para Kendall, talvez tenha chegado a hora de atualizarmos essa tecnologia.

    O nanoadesivo é baseado na nanotecnologia – que permite manipular a matéria em escala atômica e molecular, ou seja, em dimensões infinitamente pequenas.

    Ele supera algumas das desvantagens mais óbvias de vacinas convencionais, como o medo da agulha e a possibilidade de contaminação provocada pelo uso de agulhas sujas.

    Nanoadesivo (Foto Australian Institute for Bioengineering and Nanotechnology)Milhares de minúsculas saliências no adesivo perfuram a pele e liberam a vacina, que é aplicada, seca, sobre a pele

    Mas há outras razões pelas quais o método pode ser transformador, disse o professor.

    Milhares de minúsculas saliências no adesivo perfuram a pele e liberam a vacina, que é aplicada, seca, sobre a pele.

    “As saliências no adesivo trabalham com o sistema imunológico da pele. Nosso alvo são essas células, situadas a um fio de cabelo de distância da superfície da pele”, disse Kendall.

    “Talvez estejamos errando na mira e deixando de atingir o ponto imunológico exato, que pode estar na pele e não no músculo, que é onde as agulhas tradicionais vão”.

    Em testes feitos no laboratório de Kendall na University of Queensland, o adesivo foi usado para administrar a vacina contra gripe.

    A equipe australiana disse ter notado que as respostas para vacinas aplicadas por meio do nanoadesivo foram completamente diferentes daquelas aplicadas com o uso da seringa tradicional.

    “Isso significa que nós podemos trazer uma ferramenta completamente diferente para a vacinação”, disse o pesquisador.

    A quantidade de vacina necessária, por exemplo, é muito menor – até um centésimo da dose normal.

    O preço de “uma vacina que custa US$ 10 pode ser reduzido para US$ 0,10, o que é muito importante no mundo em desenvolvimento”, acrescentou.

    Vacinas Sem Efeito

    Outro ponto fraco das vacinas tradicionais é que, por serem líquidas, precisam ser mantidas no refrigerador, desde o laboratório até a clínica onde é feita a vacinação.

    “Metade das vacinas aplicadas na África não estão funcionando direito por causa de falhas na refrigeração em algum momento”.

    Quando Kendall disse, durante a conferência, que a vacina nanoadesiva poderia ser mantida a 23ºC durante um ano, a plateia respondeu com aplausos calorosos.

    Um representante da Brithish Society for Immunology, a sociedade britânica de imunologia, deu boas vindas à tecnologia, mas fez algumas ressalvas.

    “Essa abordagem traz esperanças de vacinação fácil e em grande escala, já que ela tem como alvo um tipo de célula imunológica chamada célula Langerhans, que existe em abundância na pele”, disse Diane Williamson”.

    “Essas células absorvem avidamente a vacina e são capazes de desencadear a resposta imunológica”.

    “Porém, um dos problemas em potencial na aplicação (da vacina) sobre a pele é o tempo de aplicação e como garantir a administração da quantidade adequada de vacina”.

    “Além disso, talvez haja problemas de tolerância do adesivo em alguns pacientes. Mas se esses problemas puderem ser superados, o nanoadesivo tem o potencial de substituir a aplicação convencional, baseada em aplicação intramuscular por agulha”.

    O nanoadesivo começará a ser testado em breve na Papua Nova Guiné, onde suprimentos de vacina são escassos.

    Kendall disse que acha difícil imaginar um mundo sem agulhas e seringas tradicionais, mas espera que o novo método possa ser utilizado em grande escala.

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  • Conheça a fruta proibida que está causando polêmica em Pernambuco

    Acesse:http://www.megacurioso.com.br/medicina-e-psicologia/36099-conheca-a-fruta-proibida-que-esta-causando-polemica-em-pernambuco.htm

    Conheça a fruta proibida que está causando polêmica em Pernambuco

    Fonte da imagem: Reprodução/G1

    Os moradores do estado de Pernambuco, mais precisamente de Recife, Olinda e regiões metropolitanas, estão com suas rotinas diárias sendo modificadas devido ao aparecimento de uma nova fruta com poderes quase milagrosos. O noni, como ela é chamada, é proveniente da árvore Morinda citrifolia e pode ser facilmente encontrado em feiras livres, mercados públicos e até em quintais dos residentes da cidade.

    A fruta, originária do sudeste asiático, supostamente tem propriedades terapêuticas e é utilizada por pessoas que sofrem dos mais diversos males, desde casos sérios de diabetes até simples cefaleias (dores de cabeça). A forma mais consumida do produto é no formato de suco ou misturado com outras frutas. No entanto, a Morinda, que produzia o suco Tahitian Noni, fechou suas portas no começo de 2009, sob a justificativa de não conseguir cumprir as exigências do governo brasileiro.

    O problema de verdade é que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proíbe que quaisquer produtos que sejam à base de noni, bem como a comercialização da fruta ou de seus derivados dentro do território nacional. De acordo com o órgão do governo, apesar de ainda não serem conclusivas, pesquisas com o vegetal apontaram que a fruta pode causar danos ao fígado e também aos rins.

    A voz do povo…

    Mesmo com a Anvisa dizendo que as promessas de cura com base no consumo da fruta sejam “falaciosas”, os pernambucanos têm as mais diferentes histórias para comprovar que o noni funciona de verdade. A nutricionista e professora da faculdade Maurício de Nassau, Ana Lígia Lins, explica que a fruta terapêutica se encaixa na categoria de “alimento funcional”, que são aqueles que trazem benefícios superiores aos meramente nutricionais.

    Fonte da imagem: Reprodução/G1

    Assim, as pessoas que consomem o noni não se cansam de enumerar a lista de benefícios proporcionados pela fruta. Prova dessa crença é que algumas pessoas já estão cultivando o noni em seus próprios quintais, como o radialista Geraldo Clemente, que começou a tomar o suco para tentar combater um câncer na próstata. De acordo com o consumidor, a melhora foi tão significativa que ele já não toma mais as medicações receitadas pelo seu urologista.

    A procura pelo noni é tão grande que os mercados e feiras livres estão aproveitando para elevar o preço do produto. De acordo com a reportagem do G1, o quilo da fruta está sendo oferecido por R$ 15, e cada fruta pode ser adquirida em média por R$ 2. As vitaminas e os sucos são um pouco mais acessíveis, mas vale relembrar que a comercialização desses produtos é proibida pela Anvisa.

    O que você acha? Você testaria a fruta para tentar se curar de alguma doença, mesmo indo contra a indicação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária?

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  • É verdade que alguns cosméticos podem causar câncer?

    Acesse:http://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/e-verdade-que-alguns-cosmeticos-podem-causar-cancer.html

    A vaidade excessiva pode trazer consequências negativas para a vida de qualquer pessoa. Pesquisas indicam que alguns cosméticos, por exemplo, podem causar câncer quando utilizados prolongadamente.
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    Em toda a história, os cosméticos estiveram associados à beleza feminina. Na Inglaterra, por volta de 1500, existiam cosméticos feitos de chumbo e mercúrio, que ajudavam a clarear a pele, mas levavam ao aparecimento de várias doenças em razão das características tóxicas desses elementos
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    O tempo passou e a indústria da beleza se modernizou, mas ainda existem alguns cosméticos que contém substâncias químicas, com riscos de toxidade. Assim, fique atento a este texto e a todos os potenciais riscos que os cosméticos podem trazer para a saúde.Vale lembrar que pessoas sensíveis a corantes, aldeídos e metais devem pesquisar profundamente os produtos antes de optar por algum cosmético.

    Cosméticos e substâncias que podem ser prejudiciais à saúde:

    Chumbo: essa substância pode estar presente nas tinturas de cabelo. O chumbo é um elemento que pode causar câncer ou intoxicações.

    O chumbo pode ser absorvido pelo organismo por inalação, ingestão de alimentos e via dérmica – quando presentes em batons, cosméticos e tinturas. O chumbo também pode causar irritação, dor de cabeça, fraqueza muscular, formigamentos, diarreia, entre outros problemas.

    Amônia: essa substância também está presente em tinturas de cabelo. A amônia pode irritar o trato respiratório.

    Parabenos: esse elemento é potencialmente cancerígeno e está presente nos desodorantes.

    Formol: o componente da escova progressiva pode causar queimaduras nas vias respiratórias quando inalado, irritação dos olhos e também apresenta potencial cancerígeno.

    Toluenos e formaldeídos: essas substâncias estão presentes nos esmaltes e podem causar alergias e irritações na pele

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  • Campanha alerta para problemas respiratórios e oferece testes gratuitos no País

    Acesse:http://noticias.r7.com/saude/campanha-alerta-para-problemas-respiratorios-e-oferece-testes-gratuitos-no-pais-14062013

    Um em cada sete pessoas no mundo sofre de alergia respiratória

    Começa nesta sexta-feira (14) a campanha Respire pelo Nariz e Viva melhor da ABR (Academia Brasileira de Rinologia) com o objetivo de conscientizar a população sobre os cuidados com o nariz, vias aéreas superiores e a respiração em geral. Em São Paulo, a ação oferecerá diversos testes gratuitos no shopping West Plaza, das 10h as 22h e parques e praças das 9h as 17h. A quarta edição do evento termina neste sábado (15).

    De acordo com o otorrinolaringologista Edwin Tamashiro, coordenador nacional da campanha, os distúrbios olfativos mais comuns são as anosmias — perda total do olfato, e as hiposmias — diminuição de tal capacidade.

    — Os distúrbios do olfato podem ter causas obstrutivas, como desvio de septo, polipose nasal ou resfriado. Nesses casos, as substâncias odoríferas não conseguem chegar à área olfatória do nariz. Há ainda as causas neurológicas, como alterações no epitélio olfatório ou nas áreas do cérebro responsáveis pela percepção dos cheiros.

    Como esses problemas são curáveis, é importante que o diagnóstico seja feito corretamente. O  tratamento será recomendado de acordo com cada caso.

    Terapia com sal promete melhorar problemas respiratórios

    As pessoas poderão medir a permeabilidade nasal com o auxílio de um espelho especial (Teste de Glatzel), o grau de sonolência (Escala Epworth), responder o questionário que avalia a possibilidade de rinossinusite crônica (SNOT-22) e tentar identificar apenas com o olfato 10 cheiros diferentes escondidos em uma caixa surpresa (Jogo dos Aromas).

    A campanha acontece simultaneamente em mais 14 cidades, como Campinas, Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza e Rio de Janeiro.

    Conscientização

    Dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) revelam que uma em cada sete pessoas no mundo sofre de algum tipo de alergia respiratória. Além disso, a incidência de problemas respiratórios aumentou em 40% no inverno, segundo a ABORL-CFF (Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial).

    Problema de respiração no sono causa problemas nos vasos sanguíneos

    Para que essa porcentagem diminua, a campanha tem o compromisso de levar informações corretas e confiáveis à população, afirma a presidente da ABR, Wilma Terezinha Anselmo-Lima.

    — Promover esta atividade lúdica por várias cidades ao mesmo tempo reforça ainda mais o nosso propósito de conscientizar a população leiga em escala nacional sobre a importância da respiração saudável e do papel do otorrino no tratamento e acompanhamento de tais afecções.

    Serviço

    Campanha Respire Pelo Nariz e Viva Melhor
    Horário: das 10h às 22h nos shoppings e das 9h às 17h nos parques e praças

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  • Tecnologia promete trazer a cura da cegueira até 2014

    Acesse:http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/tecnologia-promete-trazer-a-cura-da-cegueira-ate-2014

    Implante no cérebro aliado a câmera faria pessoa reconhecer objetos
    Reprodução
    Cegueira

    Monash Vision, projeto da australiana Monash University, promete trazer a cura para a cegueira. A tecnologia consiste em implante no cérebro que, associado a uma câmera, promete projetar imagens no córtex da pessoa.

    A câmera captura e envia os dados a um processador digital implantado próximo ao crânio. O chip estimula o córtex visual via eletrodos e ajuda o cérebro interpretar as imagens.

    “É o sistema mais avançado já criado para auxiliar pessoas a reconhecerem diferentes objetos e cores”, disse Arthur Lowery, diretor do projeto, aoGuardian australiano. “Isso significa que pessoas podem ir a um encontro e saber quem está lá e quantos estão lá. Elas poderão sair de casa tranquilamente, pois saberão onde há árvores, por exemplo”, continua.

    A visão não será completa, ela deve funcionar mais como um radar, mostrando apenas algumas centenas de pixels. “Se você tem um pouco de visão, talvez não seja muito útil para você”, explica Loweri. A inovação é voltada a pessoas completamente cegas – mesmo as que não têm globo ocular.

    Os pesquisadores responsáveis pretendem lançar protótipo até a primeira metade de 2014. Se tiver sucesso, a tecnologia deverá se popularizar ao longo da próxima década. O projeto recebeu US$ 8 milhões do governo australiano.

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  • Projeto prevê robôs com mente humana

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/06/1293181-projeto-preve-robos-com-mente-humana.shtml

    É difícil imaginar um dia em que as ideias propostas por Dmitry Itskov, 32, multimilionário russo e ex-magnata da mídia on-line, não parecerão implausíveis e inviáveis. Chamada de Iniciativa 2045, em alusão ao ano em que Istkov espera que o projeto esteja finalizado, sua ideia prevê a produção em massa de avatares de baixo custo e aparência humana nos quais seja possível carregar o conteúdo de um cérebro humano, incluindo todos os detalhes específicos de consciência e de personalidade.

    Seria uma cópia digital da mente de uma pessoa em um portador não biológico -uma versão de uma pessoa integralmente senciente, que poderia viver por centenas ou milhares de anos.

    No entanto, Istkov conseguiu a atenção e, em alguns casos, o apoio entusiasmado de figuras altamente respeitadas da Universidade Harvard e do Massachusetts Institute of Technology (MIT), além de líderes em campos como a genética molecular e as neuropróteses. Cerca de 30 palestrantes dessas e de outras disciplinas vão participar da segunda edição anual do Congresso sobre o Futuro Global 2045, marcado para 15 e 16 de junho no Lincoln Center, em Manhattan.

    Brandon Thibodeaux/The New York Times
    David Hanson, fundador da Hanson Robotics, trabalha em um modelo robótico da cabeça de Dmitry Itskov
    David Hanson, fundador da Hanson Robotics, trabalha em um modelo robótico da cabeça de Dmitry Itskov

    Os participantes ouvirão pessoas como Roger Penrose, professor emérito de física matemática na Universidade Oxford que pode ser visto no site 2045.com com uma videochamada sobre a “natureza quântica da consciência”, e George M. Church, professor de genética na Escola Médica de Harvard, cujo vídeo no site é sobre “a extensão da gama de saúde cerebral”. Como esses vídeos sugerem, cientistas dão passos pequenos e constantes em direção à fusão humano-máquina. O futurista Ray Kurzweil, hoje diretor de engenharia do Google, argumentou no livro “The Singularity is Near”, de 2005, que a tecnologia avança exponencialmente e que “a vida humana será transformada irreversivelmente”, a tal ponto que não haverá diferença entre “o humano e a máquina ou entre a realidade física e a realidade virtual”.

    Os avanços tecnológicos não pararam desde que Kurzweil escreveu o livro –como a criação de computadores capazes de derrotar humanos em partidas (como Watson, da IBM, vencedor do programa “Jeopardy”), até uma tecnologia que monitora as batidas do coração de jogadores de games e possivelmente seu grau de excitação (é o caso do novo Kinect), passando por ferramentas digitais para portadores de deficiências (como implantes cerebrais que podem ajudar tetraplégicos a movimentar braços robóticos).

    Acadêmicos parecem enxergar Istkov como alguém sincero e bem-intencionado. Eles consideram que, se ele quer liderar a torcida global em favor de áreas em que cientistas geralmente trabalham na obscuridade, ótimo. Pergunte a participantes na conferência 2045 se os sonhos de Istkov poderão virar realidade algum dia. Você ouvirá desde um “pode ser” até frases de grande entusiasmo.

    “Sou contra dizer que alguma coisa é impossível, a não ser que ela viole as leis da física”, responde o professor Church, acrescentando, a respeito de Istkov: “Só acho que seus planos contêm muitos pontos sem linhas que os interliguem. Não constituem um mapa do caminho real.”

    “Isso não é mais improvável do que o que se viu no início dos anos 1960 com a chegada dos transplantes de fígado e rins”, opinou Martine A. Rothblatt, fundadora da United Therapeutics, empresas de biotecnologia que fabrica produtos cardiovasculares. “Na época, as pessoas acharam que era uma maluquice total. Hoje cerca de 400 p genética molecular e as neuroprótesesessoas fazem esses transplantes por dia.”

    Istkov diz que vai investir pelo menos parte de sua fortuna em qualquer start-up que promova sua visão -ele afirma que, até agora, já gastou US$ 3 milhões de seu próprio dinheiro-, mas seu objetivo principal com o projeto 2045 não é enriquecer. Ele acha que seus avatares não apenas podem acabar com a fome mundial -porque uma máquina precisa de manutenção, não de comida-, mas também inaugurar uma era mais pacífica e espiritualizada.

    “Precisamos mostrar que estamos aqui para salvar vidas”, explicou. “Para ajudar os deficientes, curar doenças e criar a tecnologia que nos permita, no futuro, responder a algumas questões existenciais. Como, por exemplo, o que é o cérebro, o que é a vida, o que é a consciência e, finalmente, o que é o Universo.”

    Istkov passou sua infância em Bryansk, cidade situada a 370 km a sudoeste de Moscou. Seu pai era diretor de teatro musical e sua mãe professora primária. Ele estudou na Academia Russa Plekhanov de Economia, onde conheceu seu futuro sócio comercial, Konstantin Rykov. Em 1998, Rykov fundou uma e-zine cujo título era um palavrão em inglês. Istkov começou a trabalhar na e-zine no ano seguinte. Eles criaram o tarakan.ru, blog sobre a internet russa, e um jornal on-line, o Dni.ru. Seguiram-se sites de games e outros jornais on-line, além de uma revista impressa, uma editora de livros e um canal de televisão na internet.

    Aos 25 anos de idade, Istkov começou a apresentar os sintomas de uma crise de meia-idade. Ele previu as coisas que poderia lamentar quando chegasse à velhice: os instrumentos musicais que não teria aprendido a tocar e os livros que não teria lido. De repente, o tempo de vida médio de cerca de 80 anos lhe pareceu muito pouco. Quanto mais contemplava o mundo, mais lhe parecia que tudo estava errado.

    “Olhe para isto”, explicou, abrindo seu laptop e começando a exibir slides com uma estatística dolorosa após outra: quase 1 bilhão de pessoas no mundo estão passando fome. Quarenta e nove países estão envolvidos em conflitos militares. Dez por cento das pessoas no mundo têm deficiências físicas. E assim por diante.

    Istkov calcula que precisamos mudar nosso modo de pensar ou dar às nossas mentes a chance de “evoluír”. Para que isso possa acontecer, porém, precisamos de um novo paradigma do que significa ser humano. Isso requer uma transição para um mundo em que a maioria das pessoas não seja obrigada a se dedicar às questões básicas da sobrevivência.

    Assim surgiu a ideia dos avatares. As leis da oferta e da demanda continuam presentes na utopia de Istkov. Ele presume que, a partir do momento em que a produção de avatares crescer, o custo deles cairá. Também prevê que as organizações humanitárias, que hoje se dedicam a alimentar, vestir e curar os pobres, passarão a se dedicar à meta de fabricar e distribuir corpos saudáveis, ou seja, máquinas.

    Por enquanto, a simples aquisição de uma cabeça robótica com aparência natural já custa muito. Algo que Istkov descreve como a cabeça mecânica mais sofisticada da história -uma réplica do próprio Istkov do pescoço para cima- está sendo construído em Plano, no Texas, sede da Hanson Robotics. A empresa foi fundada por David Hanson, doutor em artes e engenharia interativas.

    “A maioria das cabeças robóticas tem 20 motores”, comentou Hansen. “As minhas possuem 32. Esta terá 36. Assim, mais expressões faciais, simulando todos os principais grupos de músculos.”

    A expectativa ainda mais surpreendente é que, enquanto Istkov estiver em outra sala, sentado diante de uma tela com sensores para captar cada movimento seu, a cabeça será capaz de reproduzir suas expressões e sua voz. “Ele está controlando o robô e controlando seus gestos, sua expressão e sua fala com sua voz, em tempo real”, diz Hanson.

    Istkov vê sua iniciativa futurista como uma finalidade em si mesma para hoje. “Nossos líderes buscam a estabilidade”, declarou. “Não temos algo que una a humanidade inteira. Essa iniciativa vai inspirar as pessoas.”

    Será que as pessoas querem realmente viver para sempre? Se sim, gostariam de passar essa eternidade num “portador não biológico”? O que acontecerá com o cérebro de uma pessoa depois que ele for descarregado no robô? E com seu corpo? Se você pudesse escolher quando adquirir um corpo avatar, qual seria a idade ideal para fazê-lo? Avatares podem transar?

    Essas são apenas algumas das dezenas de perguntas levantadas pela Iniciativa 2045. Por sinal, Istkov diz que avatares podem fazer sexo, sim, porque “um corpo artificial pode ser projetado para receber qualquer tipo de sensação”.

    Se ele atingir seu objetivo, ficará na história como o visionário arrojado cujo dinheiro e garra redefiniram a vida e encontraram soluções para alguns dos problemas mais renitentes do mundo. Se fracassar, a palavra “tresloucado” com certeza figurará em seu obituário.

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