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Uma nova tecnologia está sendo testada na Universidade de Louisville, em Kentucky, nos EUA, para devolver os movimentos de algumas partes do corpo a pessoas com paralisia. Por meio de eletrodos posicionados na região lombossacral da coluna, um paciente conseguiu estimular os nervos para recuperar parcialmente os movimentos das pernas.
“O implante devolve o que, em pessoas saudáveis, seria chamado de potencial de descanso da espinha dorsal, a atividade elétrica que mantém a espinha alerta, mas que enfraquece com a falta de uso em pessoas paralisadas. Assim que conseguimos restaurar artificialmente este ímpeto elétrico, a espinha ‘acorda’, registra a intenção do cérebro para mexer as pernas e depois a converte em movimentos para os neurônios”, detalha um artigo médico.
Os 16 eletrodos utilizados nos testes não conferem bom nível de precisão, o que resulta em movimentos bruscos e desastrados. Os cientistas estudam aumentar este número para 27, visando um controle que possa até devolver a habilidade de andar. Além da recuperação do movimento nas pernas, os pacientes disseram ter recuperado funções sexuais, da bexiga e do reto.
Veja abaixo as reações do paciente:



E, para não perder a chance, algumas montadoras como a Koeniggseg, renomadas por seu investimento em tecnologia, já começaram a estudar e interpretar o conceito desenvolvido pela EDAG. Uma das vantagens do processo é a imensa redução de custos, tanto na fabricação do carro, quanto nas peças de reposição. A técnica adotada pela EDAG foi uma versão modificada da Modelagem por Deposição de Material Fundido, e poderá ser utilizada com fibra de carbono para que a estrutura seja ao mesmo tempo leve e resistente.





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