5 dos empregos mais arriscados da ciência

Acesse:http://www.megacurioso.com.br/ciencia/37838-5-dos-empregos-mais-arriscados-da-ciencia.htm?utm_source=plus.google.com&utm_medium=referral&utm_campaign=plusg

Conheça algumas atividades superarriscadas às quais inúmeros pesquisadores se dedicam.
5 dos empregos mais arriscados da ciência

Não pense que os cientistas se limitam apenas em ficar trancafiados em laboratórios com os olhos colados a microscópios ou misturando elementos químicos para ver o que acontece. Na verdade, como você já sabe, a ciência é muito mais abrangente do que isso, e muitos pesquisadores arriscam suas vidas e os limites de seus corpos para dar continuidade a seus estudos. Confira a seguir algumas das situações mais arriscadas às quais eles se submetem:

1 – Exploradores de cavernas submarinas

Fonte da imagem: pixabay

O estudo de cavernas submarinas pode revelar informações vitais sobre a variação do clima do planeta ao longo da História e sobre ecossistemas pouco conhecidos, mas alguém precisa mergulhar até elas para coletar esses dados. No entanto, os profissionais que se arriscam a fazer isso nunca sabem ao certo que tipos de risco poderão encontrar pela frente.

Afinal, basta com que os mergulhadores batam com suas nadadeiras no lugar errado para que uma enorme quantidade de sedimentos fique em suspensão e bloqueie a visibilidade, por exemplo, deixando-os às cegas em um local desconhecido e com uma quantidade limitada de oxigênio. Isso sem contar muitas outras situações de risco às quais esses profissionais se submetem durante as explorações.

2 – Astronautas

Fonte da imagem: pixabay

Não restam dúvidas de que os astronautas contam com um dos empregos mais incríveis que existem. Afinal, quem não gostaria de poder passear de foguete e visitar o espaço? Por outro lado, apesar de fascinante, esse trabalho também é extremamente perigoso. Além de se submeterem a um intenso processo de treinamento, esses profissionais se expõem a um dos ambientes mais hostis que existem, sendo bombardeados constantemente pela radiação.

Isso sem contar o alto risco de acidentes durante os voos — 1 em cada 100 —, e o fato de que muitos astronautas sofrem de atrofia muscular e enfraquecimento ósseo após ficarem durante um período de tempo prolongado em um ambiente sem gravidade.

Continue lendo…clique aqui…

Curiosidades na internet

Mais de 100 mil se inscrevem para viagem sem volta a Marte

Acesse:http://f5.folha.uol.com.br/estranho/2013/08/1325656-mais-de-100-mil-se-inscrevem-para-viagem-sem-volta-a-marte.shtml

 BBC BRASIL

Mais de 100 mil pessoas se inscreveram para uma viagem sem volta à Marte, dentro de um projeto que pretende colonizar o planeta a partir de 2023.

As inscrições online, que ainda estão abertas até o dia 31 de agosto, fazem parte do Mars One, iniciativa liderada pelo cientista holandês Bas Lansdorp, que participou de uma conferência no último dia 9 por meio do Twitter, para responder perguntas dos candidatos e jornalistas.

Lansdorp, que confirmou o número de inscritos aos principais jornais americanos esta semana, disse que a quantidade de candidatos tende a crescer ainda mais nas próximas semanas.

“Existe um grande número de pessoas que ainda está trabalhando nos próprios perfis, decidindo se pagam ou não pela inscrição ou continuam preparando os vídeos de apresentação, preenchendo os formulários e seus currículos”, explicou Bas em entrevista à rede de TV CNN.

Os candidatos que decidem se inscrever pagam uma taxa que, de acordo com os organizadores do Mars One, ajudará a financiar o custo do projeto, orçado em Us$ 6 bilhões (ou quase R$ 14 bilhões).

O valor da inscrição, que só pode ser feita por quem tem 18 anos ou mais, varia de acordo com o país. Nos EUA a taxa é de US$ 38 (ou cerca de R$ 86), sendo que no México o valor é menor –US$ 15 (ou aproximadamente R$ 34).

  Mars One  
Ilustração do que seria a colônia em Marte
Ilustração do que seria a colônia em Marte

Patrocínio

O site oficial do Mars One iniciou no começo do mês a exibição de um documentário –o One Way Astronaut (Astrounata sem volta)– que explica o projeto em detalhes para aqueles que se dispuserem a morar em Marte. No entanto, para assistir ao filme, o internauta também precisa pagar –US$ 2,95 (R$ 6,79) para visualização online ou US$ 4,95 (R$ 11,32) para download.

Todos os valores são justificados como doações para financiar os quase R$ 14 bilhões descritos como necessários para construir as estações para habitação em Marte, além de financiar o custo da própria viagem, que de acordo com o site da missão, levará sete meses e será “o próximo grande passo da humanidade”.

Em janeiro, o Mars One divulgou em anúncio oficial do próprio site que o Interplanetary Media Group –empresa que gerencia todos os investimentos de propriedade intelectual e mídia do projeto– também recebeu os primeiros investimentos privados cujo valor não foi divulgado. De acordo com o site da missão, o fundo irá financiar os custos de pesquisa e o processo de seleção do Mars One.

Seleção

Até agora, o site do projeto confirma ter recebido inscrições de mais de 120 países, incluindo o Brasil, EUA, China, Rússia, México,, Canadá, Colômbia, Argentina e Índia.

“O Mars One é uma missão representando toda a humanidade e seu verdadeiro espírito será justificado apenas se pessoas de todo o mundo estiverem representadas. Eu me orgulho de ver exatamente isso acontecendo”, disse Lansdorp em artigo publicado no site do Mars One.

Os futuros astronautas da missão serão escolhidos em 4 etapas.

Na primeira, a seleção é feita com base no currículo, carta de intenção e vídeo enviado pelo candidato. Na segunda fase, os candidatos devem apresentar atestado médico e físico e se encontrarão com comitês regionais da missão para entrevistas.

Na terceira etapa, o processo passa para o nível nacional, de onde sairá um candidato por país selecionado. Essa etapa será transmitida pela TV e internet em cada país participante e o público desses países decidirá o próprio representante dentre um grupo de 20 a 40 candidatos por nação.

Na etapa final, os candidatos restantes, que precisam se comunicar bem em inglês, participarão de um evento transmitido pela TV em todos os países participantes para selecionar apenas 24 astronautas.

Curiosidades na internet

Nasa financia pesquisa sobre hibernação espacial humana

Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2013/07/1314528-nasa-financia-pesquisa-sobre-hibernacao-espacial-humana.shtml

Enviado por Fabio Maia Vital

A  Nasa anunciou anteontem que vai financiar a fase inicial de um estudo sobre “hibernação humana” como estratégia para manter astronautas vivos durante viagens espaciais longas no futuro.

A ideia, concebida inicialmente em filmes ficção cientifica, é minimizar os requisitos de sobrevivência de uma tripulação a caminho de Marte, que em condições normais consumiria muitos recursos.

“Acreditamos que, com uma tripulação de quatro a seis pessoas, a massa de um habitat pode ser reduzida para 5 a 7 toneladas, comparada com 20 ou 50 toneladas”, escreveu John Bradford, da empresa Spaceworks Engineering, autor da proposta.

O financiamento para a pesquisa saiu do programa Niac (Conceitos Avançados Inovadores da Nasa), que só banca projetos arriscados.

A proposta de Bradford, que fala em “torpor induzido” e “animação suspensa”, em vez de hibernação, receberá US$ 100 mil no primeiro ano, no qual precisa apresentar uma prova de princípio. Caso tenha sucesso, receberá mais US$ 1 milhão para um período de dois anos.

“O avanço recente da medicina impulsiona a habilidade de induzir estados de sono profundo (por exemplo, o torpor) com taxa de metabolismo significativamente reduzida, em humanos, por grandes períodos de tempo”, escreve Bradford.

O pesquisador também menciona a “animação suspensa para voos humanos interestelares” como uma “solução promissora de longo prazo para viagens espaciais de longa duração”.

Outras pesquisas selecionadas para a primeira fase do NIAC são uma “impressora 3-D de estruturas biológicas” e uma “plataforma de voo permanente”, que funcionaria como uma espécie de satélite capaz de se manter em baixa altitude.

Curiosidades na internet

Pesquisadores desenvolvem pílulas com sensores para monitorar pacientes PUBLICIDADE

Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/06/1300381-pesquisadores-desenvolvem-pilulas-com-sensores-para-monitorar-pacientes.shtml

NICK BILTON
DO “NEW YORK TIMES

The New York TimesParecem comprimidos comuns, alongados e um pouco menores que vitaminas diárias. Mas, se o seu médico prescrevê-los num futuro não muito distante, poderá haver uma reviravolta num antigo clichê: “Tome dois desses computadores digeríveis, e eles me mandam um e-mail pela manhã”.

Enquanto a sociedade luta contra problemas de privacidade relacionados a computadores vestíveis como o Google Glass, cientistas, pesquisadores e algumas start-ups já preparam a próxima e mais intrusiva onda da computação: aparelhos digestíveis e sensores minúsculos alocados dentro de comprimidos.

Embora esses dispositivos ainda não estejam disponíveis ao público, algumas pessoas já os engolem para monitorar dados de saúde e compartilhá-los, pela internet, com um médico. E existem ainda protótipos de aparelhos miúdos que podem fazer coisas como abrir as portas do carro ou preencher campos de senha.

Para trabalhadores de profissões extremas, como viagem ao espaço, várias versões dessas pílulas já são usadas há algum tempo. Mas, no próximo ano, o médico da sua família –se ele for adepto à tecnologia– poderá tê-las em seu kit de medicina.

Dentro desses comprimidos estão pequenos sensores e transmissores. Você os engole com água, leite, o que preferir. Depois disso, eles seguem ao estômago e percorrem o intestino intactos.

“Você irá –voluntariamente, devo dizer– tomar uma pílula que você pensa ser um medicamento, mas na verdade é um robô microscópico que irá monitorar seus sistemas” e transmitir o que está acontecendo pela rede, disse Eric Schmidt, presidente do conselho do Google, numa conferência da companhia no último outono. “Se eles fizerem a diferença entre a vida e a morte, você vai querer tomá-los.”

Uma das pílulas, feita pela Proteus Digital Health, uma pequena empresa em Redwood City, na Califórnia, não precisa de bateria. No seu caso, o corpo é a fonte de energia. Assim como uma batata pode acender uma lâmpada, a Proteus adicionou magnésio e cobre em cada lado de seu sensor, de forma que os ácidos estomacais gerem energia suficiente para fazê-lo funcionar.

Quando a pílula da Proteus atinge o fundo do estômago, envia os dados coletados para um aplicativo de celular. O computador pode monitorar o comportamento do uso dos medicamentos (“A Vovó já tomou seu remédio hoje? A que horas?”) e como o corpo do paciente está reagindo aos remédios. Ele também detecta os movimentos da pessoa e seu padrão de descanso.

Executivos da empresa, que arrecadaram, recentemente, US$ 62,5 milhões (R$ 141 mi) de investidores, acreditam que essas pílulas vão ajudar pacientes com problemas físicos e neurológicos. Pessoas com dificuldades relacionadas ao coração poderiam monitorar o fluxo sanguíneo e a temperatura corporal; aqueles com problemas no sistema nervoso, incluindo esquizofrenia e mal de Alzheimer, poderiam monitorar seus sinais vitais em tempo real.

A Administração de Drogas e Alimentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) aprovou o comprimido da Proteus na ano passado.

Uma pílula chamada CorTemp, feita pela HQ Inc., em Palmetto, na Flórida, tem uma bateria interna e transmite, em tempo real, a temperatura do corpo enquanto percorre o interior do paciente.

Bombeiros, jogadores de futebol, soldados e astronautas tem usado esses dispositivo, para que seus empregadores os monitorem e se certifiquem de que seus corpos não superaqueçam. Lee Carbonelli, chefe de marketing da HQ, disse que a companhia esperava ter, no ano que vem, uma versão para o público que se comunicasse com um app para smartphones.

Gerações futuras dessas pílulas poderiam ser ferramentas de conveniência.

No mês passado, Regina Dugan, vicepresidente sênior do grupo de tecnologia avançada da Motorola, exibiu um exemplo desse uso –junto com tatuagens de identificação de frequências de rádio que grudam à pele como adesivos– na conferência D:All Things Digital.

Tendo a pílula em seu corpo, você poderá ter acesso ao seu smartphone sem a necessidade de digitar uma senha. Porque, em vez disso, você será a senha. Sente no carro e ele será ligado. Toque a maçaneta da porta de casa e ela será destravada automaticamente. “Seu corpo se tornará um token de autenticação, disse Dugan.

Mas, se as pessoas estão preocupadas com privacidade por causa da ascensão dos computador vestíveis, espere só até elas descobrirem os computador digestíveis.

“Essa é apenas outra daquelas tecnologias que nos trazem opções maravilhosas e terríveis ao mesmo tempo”, disse John Perry Barlow, cocriador da Electronic Frontier Foundation, um grupo de advocacia especializado em privacidade.

“A vantagem é que há um grande número de coisas que você quer saber sobre si mesmo numa base contínua, especialmente se você é diabético ou sofre de alguma outra doença. A desvantagem é que a operadora do seu plano de saúde poderá saber todo o funcionamento do seu corpo.”

E se esse minúsculo computador dentro de você fosse hackeado? Digamos que isso seria um problema.

Existe ainda uma última pergunta para essa pílula. Depois que ela faz seu trabalho, passando pelo estômago e pelo intestino, o que acontece? “Ela atravessa o seu corpo naturalmente em 24 horas”, disse Carbonelli, da HQ. Mas, como cada pílula custa US$ 46 (R$ 104), “algumas pessoas escolhem recuperá-la e reciclá-la.

Curiosidades na internet

Bactérias mutantes representam um perigo para a Estação Espacial Internacional

Acesse:http://noticias.seuhistory.com/bacterias-mutantes-representam-um-perigo-para-estacao-espacial-internacional

Segundo especialistas interdisciplinares, tanto a estrutura tecnológica da Estação Espacial Internacional, quanto a saúde física dos astronautas que a habitam encontram-se sob perigo pela ação corrosiva de bactérias mutantes, existentes no espaço.

Trata-se de potentes microrganismos altamente resistentes e adaptáveis, com capacidade para sobreviver sem agua, alimento, exposição à radiação das estrelas e condições climáticas mais inóspitas.

Até hoje, 76 diferentes tipos de bactérias espaciais foram detectadas por cientistas. Elas são inofensivas, em sua maioria, sem prejudicar danos à saúde humana. Porém elas têm se mostrado letais para o funcionamento dos sistemas eletrônicos que abastecem a missão espacial, em função dos agentes corrosivos existentes nas mesmas, já que destroem polímeros e metais da estação.

Especula-se que o primeiro ser vivo, nascido há mais de 4 bilhões de anos, tenha sido uma bactéria. Isso comprova que a capacidade de mutação destas formas é inegável.

Curiosidades na internet

Para simular viagem a Marte, astronautas vivem um mês no deserto

Acesse:http://www.oficinadanet.com.br/post/10005-para-simular-viagem-a-marte-astronautas-vivem-um-mes-no-deserto

Uma missão inédita teve fim na última quinta-feira (28). Um grupo de dez astronautas e técnicos passaram um mês no deserto de Merzuga, no sudeste do Marracos para simular uma viagem e uma exploração em tempo real a Marte

Para simular viagem a Marte, astronautas vivem um mês no deserto

Uma missão inédita teve fim na última quinta-feira (28). Um grupo de dez astronautas e técnicos passaram um mês no deserto de Merzuga, no sudeste do Marracos para simular uma viagem e uma exploração em tempo real a Marte.

A missão, que iniciou em fevereiro, teve como objetivo principal tentar imitar uma exploração humana no Planeta Vermelho.  Trata-se de um projeto diferente do russo “Mars500”, que recebeu o apelido de “Big Brother Marte”, situação em que os astronautas ficaram 500 dias isolados simulando estar em uma expedição ao planeta.

A equipe que permaneceu um mês no deserto era composta por cinco astronautas, um técnico em telecomunicações, um médico e vários mecânicos especializados, a maioria deles austríacos.  A tripulação recebeu treino físico e também psicológico antes da missão.

Na simulação, a equipe de voluntários, em um acampamento montado, alteravam a roupa habitual com uniformes espaciais que usam para conduzir os veículos robóticos que foram desenvolvidos para participar da simulação sob condições de pressão de Marte.

Na experiência, ficou claro a grande pressão física e também psicológica que se sofre ao vestir as roupas espaciais, com movimentos limitados e um certo desconforto.

“É uma das maiores e mais complexas missões já realizadas”, explicou à Efe, de Merzuga, o cientista Gernot Grömer, diretor do Fórum Austríaco do Espaço (OEWF), centro que organiza e dirige esta missão em Marrocos.

De acordo com Grömer, o objetivo da missão, que tem colaboração da Nasa, é como obter um bom resultado durante uma exploração em Marte. Assim, testar os aparelhos, constatar possíveis falhas e também pensar em instrumentos e que podem ser usados em uma viagem a Marte.

O tempo também foi pensado na missão, assim, para imitar o tempo real, a tripulação recebeu sinais acústicos 26 minutos após sua emissão, um atraso artificial para se aproximar mais das condições reais que a distancia entre a Terra e Marte costuma ter.

A escolha de Marrocos para simular  a missão é bastante simples. De acordo com Grömer, “Marrocos apresenta uma combinação geológica interessante”. Marte, igualmente a Mercúrio, Vênus e Terra, possui superfície sólida composta por rocha e meta. O que difere é que sua atmosfera é formada principalmente por dióxido de carbono.

Assim, o local escolhido pela equipe, o deserto, está situado a 800 metros acima do nível do mar, com uma superfície bastante diferenciada, com dunas de areia fina e também superfícies planas e rochosas. Tudo muito parecido com Marte.

Os dados recolhidos na simulação serão analisados na base da OEWF na cidade de Innbruck, na Áustria.

Curiosidades na internet

Novo traje espacial da NASA: alguma semelhança com o de Buzz Lightyear?

Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/geek/Novo-traje-espacial-da-NASA-parece-com-o-de-Buzz-Lightyear/

Buzz Lightyear

A NASA divulgou em seu Flickr o modelo da sua próxima geração de traje espacial, mas a pergunta que não quer calar é: ele foi desenhado por um fã de Toy Story? Basta comparar a nova roupa dos astronautas da Agência e o uniforme do famoso boneco Buzz Lightyear para notar as semelhanças.

NASA e Buzz Lighyear

E convenhamos que as semelhanças do uniforme não são poucas. Além das cores branco e verde, até mesmo a cúpula transparente que protege a cabeça de quem usa o traje é muito semelhante com a do patrulheiro espacial de Toy story.

Segundo informações do DailyMail, a nova roupa da NASA vai facilitar a vida dos astronautas, que não vão demorar horas para vesti-la, já que o novo equipamento possui uma abertura na parte de trás que ajuda bastante.

Rolamentos nas articulações como tornozelo, joelho e cintura vão ajudar os astronautas a se moverem com mais naturalidade, enquanto um nylon revestido de uretano e camadas de poliéster controla a pressão interna de forma mais eficiente.

Quem aí ficou com vontade de usar a roupa do Buzz, ops, da NASA? Ao infinito e além!

Traje espacial da NASA

Buzz Lightyear
Curiosidades na internet

Astronautas chegam com sucesso à Estação Espacial Internacional

Acesse:http://revistaepoca.globo.com/Ciencia-e-tecnologia/noticia/2012/10/astronautas-chegam-com-sucesso-estacao-espacial-internacional.html

Nave russa foi acoplada à plataforma dois dias depois de ser lançada na Terra. Três astronautas se juntam à equipe de tripulantes que já ocupava o local

Equipe do centro de controle da missão ISS, localizado em Korolev, na Rússia, conversa com os tripulantes da Estação. Na frente, vestidos de azul, os astronautas recém-chegados; atrás, os tripulantes mais antigos (Foto: AP Photo/NASA,Bill Ingalls)Equipe do centro de controle da missão ISS, localizado em Korolev, na Rússia, conversa com os tripulantes da Estação. Na frente, vestidos de azul, os astronautas recém-chegados; atrás, os tripulantes mais antigos (Foto: AP Photo/NASA,Bill Ingalls)

 

A nave russa Soyuz TMA-06M, com três tripulantes, chegou nesta quinta-feira (25) ao seu destino, após dois dias de viagem pelo espaço. O veículo se acoplou com sucesso à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), para uma missão de 148 dias, em que os astronautas realizarão mais de 50 experimentos científicos.

A tripulação é formada pelos astronautas russos Oleg Novitski e Evgeny Tarelkin, que vão ao espaço pela primeira vez, e pelo americano Kevin Ford, que já esteve na ISS em 2009, quando pilotou a nave Discovery. Os três foram recebidos por outros três astronautas que já estavam a bordo da plataforma espacial, a americana Sunita Williams, o japonês Akihiko Hoshide e o russo Yuri Malenchenko.

Durante a estada dos novos companheiros de equipe, eles receberão cinco cargueiros, que levarão oxigênio, alimentos e combustível. Ao todo, 16 países colaboram com o projeto da ISS, que tem um custo estimado em US$ 100 bilhões.

Curiosidades na internet

O que aconteceria se os astronautas de Marte ficassem doentes?

Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/saude/O-que-aconteceria-se-os-astronautas-de-Marte-ficassem-doentes/

Astronauta

Uma pesquisa recente descobriu que os astronautas podem estar sujeitos a contaminações se participarem de missões espaciais prolongadas, em microgravidade. Os resultados do estudo indicam que tais fatores predispoem a proliferação de bactérias.

A microgravidade não apenas enfraquece o sistema imunológico dos astronautas, mas  também aumenta os fatores de virulência e resistência de alguns microorganismos, diz o especialista em doenças infecciosas Dr. Leonard Mermel, da Universidade Brown e do Hospital de Rhode Island.

Astronautas Atlantis

E em um ambiente sem gravidade, os germes lançados por tosses e espirros não obedecem os princípios que conhecemos aqui na Terra, isto é, eles não são atraídos para o chão. Tais microorganismos continuam flutuando por toda a nave. Isso significa que as chances de serem inalados por outros astronautas são grandes, e, além disso, estes pequenos agentes causadores de doenças podem, perfeitamente, se instalar em vários tipos de superfícies.

“Então você suprime a resposta imunológica humana e aumenta a capacidade dos micróbios de causar infecção, e junta estes dois fatores a um terceiro, um ambiente confinado onde partículas transportadas por via aérea podem permanecer no ar por um período prolongado de tempo”, diz o doutor.

Infelizmente, o ar em uma nave espacial deve ser recirculado de tempos em tempos, o que significa que os astronautas não podem usar desinfetantes hospitalares nem produtos de higiene para as mãos, porque podem emitir vapores nocivos.

Mas de acordo com Mermel, ainda há algumas medidas que podem ser tomadas para reduzir o risco. A NASA já implementou a maioria delas, como vacinação de astronautas contra vários tipos de doenças, incluindo a gripe. E já está preparando novas vacinas contra doenças mais graves, como a tuberculose.

A comida é irradiada seletivamente e os astronautas precisam usar lenços desinfetantes, máscaras cirúrgicas e respiradores. E ainda carregam vários antibióticos a bordo.

Entretanto, Mermel sugere que as vacinas devem ser expandidas para incluir outros germes, como o Miningococcus e o Pneumococcus. Também é necessário realizar uma triagem mais ampla antes do voo. Os astronautas poderiam ser triados em busca de todas as variações de Staphylococcus aureus, incluindo algumas formas resistentes a antibióticos, e suas fezes deveriam ser examinadas em busca de Salmonella.

É preciso encontrar uma maneira de filtrar o ar de maneira que não excedesse os orçamentos de energia. Se isso fosse possível, seria um grande objetivo, senão o principal, a ser alcançado pela NASA nessas missões, diz o médico.

Uma das maiores medidas que a NASA deve tomar é saber se deve ou não irradiar mais alimentos para viagens maiores. Enquanto isso parecer ser uma boa solução para exterminar os  germes, pode acabar com bactérias benéficas que são necessárias à flora intestinal do ser humano.

“Nós evoluímos para ter estes micróbios no interior de nossos tratos gastrointestinais, nosso sistema imunológico interage com eles e é estimulado por eles, o que faz com que sejam parte de nosso mecanismo homeostático”, explica Mermel.

São detalhes e detalhes que podem acabar colocando uma missão inteira a perder. Do ponto de vista médico e salutar, é extremamente necessário que a NASA se coloque de prontidão a resolver tais questões, de maneira a oferecer aos astronautas um ambiente mais propício a seus sistemas imunológicos durante viagens longas pelo espaço.

.
Curiosidades na internet

Empresa holandesa prepara viagem só de ida a Marte em 2023

Acesse:http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/empresa-holandesa-prepara-viagem-so-de-ida-a-marte-em-2023

Astronautas devem ser escolhidos por meio de um ‘reality show’. No entanto, projeto é questionado por especialistas

Primeiro passo: cientistas usarão o conhecimento na missão Curiosity para viabilizar futuras missões tripuladas a Marte

Planeta vermelho: astronautas enviados a Marte devem realizar pesquisas científicas e instalar colônia no planeta (Nasa)

Em 2023, voluntários poderão explorar Marte a partir de uma viagem de ida simples, que será financiada com a realização de programas de televisão e reality shows. Esses são os planos da empresa holandesa Mars One, criada pelo engenheiro mecânico Bas Lansdorp, de 35 anos. “A conquista de Marte é a etapa mais importante da história da humanidade”, afirma o empresário. Mas ele destaca que, por enquanto, não haverá viagens de volta — elas ainda são tecnicamente impossíveis. O anúncio foi feito ao mesmo tempo em que a Nasa retoma a exploração do planeta, com o jipe-robô Curiosity.

A empresa avalia que a viagem deve custar seis bilhões de dólares, uma vez e meia o valor (2,5 bilhões de dólares) gasto no Curiosity. O processo de seleção de astronautas, seu cotidiano em Marte e a viagem de sete meses serão filmados e transformados em programas de televisão destinados a financiar a aventura. Bas Lansdorp explicou ter tido a ideia do financiamento do projeto ao conversar com o compatriota Paul Römer, um dos criadores do Big Brother.

Lansdorp admite que falta concretizar vários aspectos do projeto. Só metade das missões das grandes agências espaciais lançadas desde 1960 teve sucesso ao pousar em Marte. Os próprios Estados Unidos haviam estipulado como prazo para enviar homens ao planeta o ano de 2030. No entanto, a Mars One prevê criar uma colônia no local já em 2023.

A seleção e o treinamento dos astronautas deve começar em 2013, e o envio dos módulos habitacionais, das provisões e dos veículos robotizados estão previstos para acontecer entre 2016 e 2022.

Em abril de 2023, os quatro primeiros homens e mulheres devem pousar em Marte. Outros astronautas se somarão ao projeto, que deverá levar ao planeta  21 pessoas até 2033.

Ceticismo — Os astronautas deverão instalar uma colônia no planeta e realizar pesquisas científicas. A temperatura média em Marte é de 55 graus Celsius abaixo de zero e a atmosfera é composta em sua maior parte por dióxido de carbono. Para sobreviver nesse ambiente, os exploradores terão de produzir oxigênio a partir da água presente sob a forma de gelo no subsolo.

O projeto enfrenta o ceticismo de alguns especialistas. “Penso que restam perguntas que não têm sido examinadas em profundidade”, avalia Chris Welch, professor de engenharia espacial da Universidade Internacional para o Espaço (ISU), sediada na França. Ele ainda diz que a produção de oxigênio a partir do gelo é “possível em teoria”, embora extremamente incerta. “De um ponto de vista técnico, diria que as chances são de 50%”.

Mesmo assim, o projeto tem recebido o apoio de cientistas importantes, como o holandês Gerard’t Hoofd, prêmio Nobel de Física em 1999, que apoia a empresa e é um de seus embaixadores. “Sempre houve aventureiros para lançar viagens ao desconhecido. Pensemos nos vikings que foram para a América ou em Cristóvão Colombo”, disse.

Curiosidades na internet

%d bloggers like this: