Pesquisadores descobrem um novo tipo de bactéria que se alimenta de eletricidade

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A bactéria Rhodopseudomonas palustris é comumente encontrada em minerais de sedimentos e é conhecida por usar sua condutividade natural para atrair elétrons, mantendo-se na superfície, onde absorve a luz solar necessária para produzir energia.

A pesquisa é liderada por Peter Girguis, um professor de Harvard, que está desenvolvendo um pós-doutorado em Organismos e Biologia Evolutiva. Sua equipe de pesquisadores mostrou que a bactéria Rhodopseudomonas palustris se alimenta de energia solar e se alimenta de elétrons, por meio da sua condutividade natural.

“Quando você pensa sobre a relação entre a eletricidade e os organismos vivos, a maioria das pessoas pensam na figura do Frankenstein. Entretanto, poucos compreendem que todos os organismos usam os elétrons para realizar algum tipo de trabalho”, disse Girguis. “Como essência primordial deste trabalho, temos um processo chamado de Transferência de Elétrons Extracelular (TEE), que envolve o movimento de elétrons para dentro e fora das células. Fomos capazes de mostrar que estes micróbios assumem a eletricidade como parte de seus corpos, esta que vai para o seu metabolismo central e realiza vários processos dentro deles”.

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Cientistas criam bactéria que come o CO2 do ar

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Micro-organismo criado em laboratório pode frear o aquecimento global – ou mergulhar a humanidade numa era glacial

Fulvio314 / Creative Commons 3.0

Ironicamente, a solução para o aquecimento global pode estar numa criatura que adora calor: a bactériaPyrococcus furiosus, que vive dentro de vulcões submarinos onde a temperatura chega a 100 graus. Numa experiência feita pela Universidade da Geórgia, nos EUA, esse micróbio recebeu cinco genes de outra bactéria subaquática, a Metallosphaera sedula. E dessa mistura saiu uma criatura capaz de algo muito útil: alimentar-se de CO2.

Exatamente como as plantas (que absorvem luz e CO2), mas com uma vantagem: a bactéria é mais eficiente, ou seja, se multiplica mais rápido e absorve mais CO2 do ar. “Agora podemos retirar o gás diretamente da atmosfera, sem ter de esperar as plantas crescerem”, diz o bioquímico Michael Adams, autor do estudo. Seria possível criar usinas de absorção de CO2, que cultivariam o micróbio em grande escala, para frear o aquecimento global. Depois de comer o gás, ele excreta ácido 3-hidroxipropiônico – que serve para fazer acrílico e é um dos compostos mais usados na indústria química.

Se a bactéria transgênica escapar e se reproduzir de forma descontrolada, poderia consumir CO2 em excesso e esfriar demais a atmosfera. Existe um mecanismo de segurança natural contra isso: ela só consegue comer o gás se a temperatura for de 70 graus (que seria mantida artificialmente nas usinas). Mas sempre existe a possibilidade de que a bactéria sofra uma mutação, supere esse bloqueio – e mergulhe a Terra numa nova era glacial. Talvez seja melhor deixar as plantas cuidando do CO2.

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Pesquisadores identificaram genes que tornam pessoas mais propensas à meningite

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Resultados mostram diferenças em genes relacionados ao sistema imunológico entre pessoas saudáveis e infectadas

As diferenças genéticas encontradas significam que, em alguns organismos, a bactéria é capaz de iludir o sistema imunológico e causar infecção

Um pequeno conjunto de genes envolvidos na resposta do sistema imunológico está relacionado à propensão à meningite, noticiou a BBC Internacional neste domingo. Pesquisadores de uma equipe internacional compararam o DNA de 1.400 pessoas com meningite bacteriana e o de 6.000 indivíduos saudáveis e encontraram uma diferença clara nessa família de genes.

As diferenças genéticas encontradas significam que, em alguns organismos, a bactéria é capaz de iludir o sistema imunológico e causar infecção. Os genes codificam uma proteína chamada fator H e proteínas relacionadas a ela. Onde há falhas, a bactéria meningocócica é capaz de se ligar a estas proteínas e impedir o sistema imunológico de reconhecer a ligação – quase como um cavalo de Tróia.

Não é a primeira vez que pesquisadores tentaram descobrir se algumas pessoas são mais susceptíveis a contrair meningite em função de sua composição genética. No último estudo, pesquisadores escanearam todo o código genético de 475 pacientes britânicos com a doença meningocócica e 4.700 indivíduos saudáveis e também encontraram uma diferença nesse conjunto de genes.

As descobertas podem ser úteis no desenvolvimento de uma vacina contra a meningite B. Já existe uma vacina eficaz contra a meningite C.

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Chocolate pode evitar cáries

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Chocolate-pode-evitar-cáries

 Químicos do Japão encontraram resultados que evidenciam que certas partes do  cacau, o principal ingrediente do chocolate, podem inibir as cáries.

As cáries iniciam quando bactérias do tipo Streptococcus produzem uma molécula adesiva chamada glucan. Isto ajuda a bactéria a se fixar nos dentes e formar a placa bacteriana. Estas bactérias convertem os açúcares em ácidos,  que corroem o dente, levando às cáries.

Takashi Ooshima, da  Osaka University, no Japão, descobriu que o extrato das cascas de cacau contém agentes anti-cáries. Em um teste com ratos, Ooshima administrou para um grupo água com o extrato, enquanto que o outro grupo tomava apenas água. Após 3 meses de uma dieta rica em açúcar, os ratos que ingeriam extrato de cacau tinham menos de 40% das cáries encontradas no outros ratos.

Ooshima acredita que os resultados poderão levar a novos tratamentos contra as cáries. ”

Pode ser possível usar o extrato de CBH em um líquido para limpeza bucal, ou adicioná-lo ao creme dental.”

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“Bactéria que come carne” contribuiu para a morte de guitarrista; entenda a doença

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 Jeff Hanneman, da banda heavy metal Slayer, morreu nos Estados Unidos aos 49 anos

Braço do músico afetado pela bactéria que consome os tecidos moles do corpo causando decomposição Kevin Winter/ Getty Images

Desde 2011, o guitarrista Jeff Hanneman, da banda heavy metal Slayer, estava em tratamento para se recuperar de uma doença rara chamada fasceíte necrotizante, conhecida popularmente como “bactéria que come carne”. Após ser mordido por uma aranha, o músico contraiu a doença que se espalha rapidamente e destroi o tecido mole do corpo, como pele e gordura.

De acordo com informações publicadas nesta sexta-feira (3) pelo jornal britânico The Guardian, o músico de 49 anos morreu de insuficiência hepática enquanto se recuperava da fasceíte necrotizante.

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A maioria das pessoas com a doença, segundo o site do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças), tem outros problemas de saúde que podem reduzir a capacidade de o organismo combater a infecção, como diabetes, problemas renais, câncer ou outras doenças crônicas que enfraquecem o sistema imunológico.

Superbactéria carnívora causa infecção rara em perna de britânico

Segundo o CDC, os sintomas da doença incluem dor — semelhante à de um “estiramento muscular” —, manchas vermelhas ou arroxeadas, inchaço, úlceras, bolhas, febre, calafrios, fadiga (cansaço) e vômitos. Por serem sintomas bem diversificados, a pessoa costuma demorar a procurar atendimento médico, o que atrasa o diagnóstico e o tratamento.

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O tratamento, de acordo com informações da CDC, é feito com fortes antibióticos administrados na veia. Como nem sempre a medicação consegue chegar a todas as áreas infectadas e em decomposição, a remoção cirúrgica rápida do tecido morto pode ser crucial para interromper a infecção.

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Cuidado: ovos podem ser facilmente contaminados

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Especialista diz que bactéria
encontrada em 1 a cada 200 ovos pode levar até a morte

Cuidado a conservar e preparar os ovosThinkstock

Ao comprar os ovos, fique atento a como conservar e preparar o alimento, pois facilmente ele pode ser contaminado. Além disso, eles podem estar contaminados com salmonela, bactéria que pode até matar.

De acordo com o médico, Roberto Figueredo, primeiro de tudo é necessário guardar o alimento dentro da geladeira.

— Não vale deixar na porta da geladeira pois este local está submetido a mudanças de temperatura. Além disso, não pode comer ovo cru ou semi cru.

A salmonela pode causar diarreia, vômitos e matar uma pessoa por desidratação. Uma em cada 200 ovos tem salmonela.

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Bactéria é capaz de produzir ouro puro 24 quilates em laboratório

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Pesquisadores da Universidade Estadual de Michigan, Estados Unidos, conseguiram criar ouro puro de 24 quilates em laboratório. A ‘mágica’ acontece graças a um processo conhecido como alquimia bacteriana, que permite aos cientistas transformar uma substância sem valor em um metal precioso.

De acordo com o Techeblog, a equipe descobriu que a Cupriavidus metallidurans – uma espécie de bactéria típica de água doce e que tem chamado a atenção de cientistas devido à sua capacidade de decompor metais pesados – pode crescer em concentrações maciças de cloreto de ouro. Segundo a equipe responsável pela pesquisa, a bactéria fica pelo menos 25 vezes mais forte do que era antes se colocada nesse ambiente com a substância concentrada.

Eles também combinaram sua pesquisa com uma instalação artística que utiliza uma mistura de arte, biotecnologia e alquimia para transformar ouro líquido em ouro 24 quilates. A obra possui um laboratório portátil, um biorreator de vidro e as bactérias, que produzem ouro na frente de uma plateia.

Bactéria que produz ouro

Kazem Kashefi e Adam Brown, responsáveis pelo projeto, alimentaram as bactérias com uma quantidade sem precedentes de cloreto de ouro, e dentro de uma semana as bactérias transformaram as toxinas em uma pepita de ouro.

“Esta é a neo-alquimia. Cada peça, cada detalhe do projeto, é um cruzamento entre microbiologia moderna e alquimia”, disse Brown. “A ciência tenta explicar o mundo fenomenológico. Como artista, eu estou tentando criar um fenômeno. A arte tem a capacidade de empurrar as investigações científicas”.

Mas por que não produzir ouro em larga escala utilizando essas bactérias? Simplesmente porque seria extremamente caro reproduzir o processo em uma escala maior, então, ao invés disso, Brown disse que o trabalho deve ser usado para “levantar questões sobre o impacto ambiental, a economia e a ganância”.

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