Proteja sua pele contra sucos cítricos neste verão

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Dermatologista explica que limão e tangerina podem manchar a pele em contato com o sol

Cuidado ao ingerir alimentos cítricos para não manchar a sua peleThinkstock

Bom dia! Sucos e sorvetes são ótimas opções para se refrescar nos dias quentes de verão, não é mesmo? Mas fique atento quando os ingredientes principais forem limão, lima, tangerina ou outra fruta cítrica. O suco dessas frutas, em contato com a pele, pode provocar queimaduras, caso haja exposição ao sol na sequência. Quando o suco cai em sua pele, o organismo “se defende” aumentando a produção de melanina na área afetada, por isso, há o aparecimento de manchas avermelhadas no local.

A dermatologista do Hospital Vitória, Arcádia Catalina Padilla Leottau afirna que é importante lavar a área que esteve em contato com a fruta com água e sabonete neutro.

— Além disso, deve se passar protetor solar no local para evitar a inflamação da pele. Quando houver queimadura ou aparecimento de bolhas, é recomendável o uso de cremes antibióticos receitados por um médico, para evitar uma infecção secundária. Nesses casos é preciso manter-se longe da radiação solar por oito dias, no mínimo.

Alimentação adequada melhora os sintomas da gastrite

Ao se expor ao sol, não se esqueça de utilizar filtro solar com FPS (fator de proteção solar) mínimo de 25.

— Verifique se ele é eficiente contra os raios ultravioleta do tipo A e B. A proteção UVA age contra o envelhecimento e o câncer de pele, enquanto a UVB previne as queimaduras solares.

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Coca-Cola sugere uso de coleira contra vício em smartphones

Acesse:http://olhardigital.uol.com.br/noticia/40425/40425

(Foto: Reprodução)

Donos de cães e gatos de estimação devem conhecer o cone pós-operatório que os bichos têm de usar para não coçar feridas e arrancar pontos. É este mesmo artifício que a Coca-Cola sugere aos humanos que não conseguem desgrudar do smartphone.

Em um vídeo promocional lançado hoje, a marca de refrigerantes oferece um “produto” novo chamado Social Media Guard que impede as pessoas de olharem para os aparelhos. Com ele o sujeito volta a prestar atenção ao mundo real, ao invés de permanecer focado no virtual o tempo todo.

O vício que os celulares inteligentes causa é algo que está em discussão constante atualmente, por isso a Coca-Cola resolveu entrar na onda. De acordo com a empresa, o mundo todo gasta, mensalmente, o equivalente a 4 milhões de anos online. É ou não é hora de dar uma repensada nos hábitos?

Confira o vídeo:

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O fim das picadas: Nova substância cria “capa da invisibilidade” nos humanos contra os mosquitos

Acesse:http://www.jornalciencia.com/tecnologia/biotecnologia/3324-o-fim-das-picadas-nova-substancia-cria-capa-da-invisibilidade-nos-humanos-contra-os-mosquitos

 

Você já desejou ser ou estar invisível para qualquer inseto que insiste em te rodear e picar? Talvez isso já seja possível.

Pesquisadores descobriram uma substância química que desativa a parte do cérebro do inseto que rastreia os humanos. Este é com certeza um avanço na luta contra os mosquitos portadores de doenças. Os futuros repelentes de mosquitos baseados em compostos químicos podem dar as pessoas uma capa de invisibilidade contra essas pragas.

Existem três principais formas que os mosquitos escolhem seus alvos – O CO2, o calor e odor. O forte atrativo do inseto é o dióxido de carbono (CO2), no qual os possibilita detectar uma pessoa a uma distância de até 20 a 30 metros.

Anandasankar Ray, entomologista da Universidade da Califórnia, EUA, esclarece: “Quando os mosquitos e outros insetos passaram a se alimentam de sangue, eles evoluíram para detectar CO2. Cada animal vertebrado vivo produz uma grande quantidade de CO2, como ‘plumas de turbulência’, e esse CO2 não apenas se dissipa sozinho como também tem a ajuda do vento para isso”.

Quando os mosquitos estão mais próximos, eles são capazes de sentir odores diferentes que são emitidos a partir da pele (o odor da pele humana é o principal subproduto de micróbios na pele, que quebram o suor para produzir o mau cheiro). Além disso, os insetos podem detectar o calor do corpo. Algumas pesquisas também sugerem que os mosquitos são atraídos para certos tipos de sangue, que podem ser mediados por diferentes moléculas de odor, no entanto, não há ainda uma evidência concreta para esta ideia, segundo Ray.

Levando em conta esta capacidade dos mosquitos em detectar CO2 a partir de uma distância considerável, os cientistas se concentram para determinar exatamente como os insetos podem sentir esse gás, na esperança de que um dia seja possível bloquear essa capacidade

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Proteína de lagarta capaz de tratar sarampo é identificada no Brasil

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Uma proteína extraída de uma lagarta por pesquisadores brasileiros se mostrou eficaz para combater o vírus do sarampo e o da gripe A (H1N1), informaram nesta quinta-feira fontes da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Os cientistas do Instituto Butantã identificaram na hemolinfa (sangue dos insetos) da lagarta substâncias com alta potencialidade para combater os vírus, segundo comunicado da Fapesp, que financiou o estudo.

“Ainda não sabemos exatamente a composição química dessa substância, mas ela já demonstrou ter um grande potencial: reduziu em duas mil vezes a replicação do picornavírus (um parente do vírus da poliomielite) e em 750 vezes a do vírus do sarampo, além de ter neutralizado o H1N1”, garantiu o virólogo Ronaldo Zucatelli Mendonça, citado na nota da Fapesp.

O pesquisador admitiu que os dados são preliminares e que no final do trabalho será possível descobrir um poder de combate ainda maior.

A proteína identificada pelos cientistas foi extraída de uma lagarta da família Megalopygidae.

Segundo o especialista, diferentes estudos demonstraram que as substâncias presentes na hemolinfa dos insetos têm ação efetiva contra micro-organismos como vírus, bactérias e fungos.

Os profissionais do Instituto Butantan já tinham identificado uma proteína da Lonomia obliqua, uma lagarta da família Saturniidae, que, em testes de laboratório, mostrou ser capaz de reduzir em um milhão de vezes a replicação do vírus da herpes e em dez mil vezes a do vírus da rubéola.

A potencialidade da proteína da Lonomia obliqua foi destacada em um artigo científico publicado em 2012 na revista internacional “Antiviral Research” pelos próprios pesquisadores do Butantã.

Ambas as proteínas, segundo a pesquisa, demonstraram ter uma ação efetiva contra os vírus e serem capazes de promover a apoptose (morte celular programada) de células invasoras ou danificadas.

Esta última propriedade também as transforma em candidatas a matéria-prima para remédios contra o câncer, de acordo com a Fapesp.

Os pesquisadores já desenvolveram métodos para obter as proteínas em laboratório mediante técnicas genéticas que aumentam a escala de produção e simplificam o processo.

“O aproveitamento das substâncias na indústria ainda exige testes em animais e clínicos (com humanos) para verificar se as substâncias são seguras e eficazes e se o processo é viável economicamente”, garantiu o pesquisador.

As lagartas estudadas pelo Instituto Butantã estão entre as urticantes, que representam ameaça para a saúde humana devido à presença de cerdas em seu corpo que produzem um veneno que pode até levar à morte.

A instituição as utiliza, principalmente, para obter o veneno a partir do qual se produz um soro contra queimaduras.

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Contra vazamentos, Japão construirá ‘muro congelado’ ao redor de Fukushima

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Usina de Fukushima | Foto: ReutersFukushima: mês passado, mais de 300 toneladas de água altamente radioativa utilizada para resfriar reatores vazaram para o solo

O governo do Japão está para investir centenas de milhares de dólares para construir uma muro de terra congelada ao redor da usina nuclear de Fukushima com o objetivo de impedir vazamentos de água radioativa.

O porta-voz do governo, Yoshihide Suga, confirmou investimentos em torno de 47bn de ienes (o equivalente a R$ 1,1 bilhão).

Os vazamentos, que ainda continuam a acontecer em Fukushima, aumentaram recentemente, o que fez o governo avaliar sua participação no projeto de contenção.

“(O governo) sentiu que era essencial se envolver (no projeto de contenção) totalmente”, afirmou Suga.

Acidente

A usina de Fukushima foi danificada durante o terremoto – e consequente tsunami – que devastou aquela região do país em 2011.

O desastre paralisou o sistema de resfriamento dos reatores fazendo com que três deles derretessem.

Atualmente, o maior desafio da Companhia de Energia Elétrica de Tóquio (Tokyo Eletric Power Company – Tepco) é armazenar a grande quantidade de água utilizada para resfriar os reatores.

Depois do processo de resfriamento, a água fica contaminada com material radioativo e precisa ser guardada em grandes reservatórios.

Muro

De acordo com o plano do governo japonês, o muro será erguido ao redor dos reatores para fazer o resfriamento utilizando dutos com substância resfriante. Este processo também visa a prevenir que água contendo material radioativo, que continuará a ser utilizada para resfriar dutos de combustível nuclear, entre em contato com o lençol freático.

Ainda de acordo com oficiais do governo, sistemas de tratamento de água também serão modernizados para evitar o aumento de água contaminada.

O dano causado à usina de Fukushima criou a necessidade de constante bombeamento de água para resfriar os reatores – um processo que gera um total extra de 400 toneladas de água contaminada por dia.

Atualmente, a água está sendo armazenada em tanques temporários que ficam na área da usina. No mês passado, Tepco confirmou que 300 toneladas de água altamente radioativa vazou de um dos tanques, o que foi considerado o maior acidente registrado no local depois do terremoto em 2011.

Imagens de satélite mostram como o número de tanques de armazenamento de água radioativa aumentou nos últimos dois anos.

Nos últimos meses, vazamentos de água de dutos e do prédio danificado que abriga um dos reatores também foram confirmados.

Intervenção do governo

“O governo está determinado a trabalhar duro para resolver a questão”

Shinzo Abe, primeiro-ministro do Japão

Mês passado, a agência nuclear regulatória do Japão classificou a radioatividade emitida pela água dos vazamentos de Fukushima como sendo de nível três de uma progressão que vai até sete pontos na Escala Internacional de Eventos Nucleares e Radiológicos (International Nuclear and Radiological Event Scale – Ines).

O derretimento de três reatores, dois anos atrás, foi classificado como nível sete – o mais grave da escala Ines. Acidente com esse nível somente pode ser comparado ao ocorrido em 1986 na usina Chernobyl, na antiga União Soviética.

Sob pressão internacional

“O mundo está assistindo bem de perto se há a possibilidade de interromper (permanentemente) as atividades de Fukushima, resolvendo também a questão da água contaminada”, afirma o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe.

“O governo está determinado a trabalhar duro para resolver a questão”, destaca Abe.

As medidas governamentais do Japão acontecem dias antes da decisão sobre se o país será ou não a sede dos Jogos Olímpicos (de verão) de 2020.

Enquanto isso, um dos dois reatores que continuam em operação no país foi desligado na terça-feira para inspeções obrigatórias de segurança.

O desligamento do reator número 3, da usina Kansai, na região centro-sul do Japão, deixará o reator de número 4 como o único abastecer a rede energética de todo o Japão.

No final do mês, o reator 4 também será desligado temporariamente para avaliação de rotina.

Religar os reatores de Fukushima continua sendo avaliada como uma ação controversa pela comunidade internacional, mas o governo japonês está atuando para fazer com que a usina volte a fornecer energia para o país.

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Vacina brasileira contra a Aids será testada em macacos

Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2013/08/1321896-vacina-brasileira-contra-a-aids-sera-testada-em-macacos.shtml

Uma vacina brasileira contra o vírus HIV, causador da Aids, começará a ser testada em macacos no segundo semestre deste ano. Com duração prevista de 24 meses, os experimentos têm o objetivo de encontrar o método de imunização mais eficaz para ser usado em humanos. Concluída essa fase, e se houver financiamento suficiente, poderão ter início os primeiros ensaios clínicos.

Denominado HIVBr18, o imunizante foi desenvolvido e patenteado pelos pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) Edecio Cunha Neto, Jorge Kalil e Simone Fonseca. Atualmente, o projeto é conduzido no âmbito do Instituto de Investigação em Imunologia, um dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs), um programa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), apoiado pela FAPESP no Estado de São Paulo.

O trabalho teve início em 2001, com apoio de um Auxílio Regular sob a coordenação de Cunha Neto. Em parceria com Kalil, o pesquisador analisou o sistema imunológico de um grupo especial de portadores do vírus que mantinham o HIV sob controle por mais tempo e demoravam para adoecer. No sangue dessas pessoas, a quantidade de linfócitos T do tipo CD4 – o principal alvo do HIV – permanecia mais elevada que o normal.

“Já se sabia que as células TCD4 são responsáveis por acionar os linfócitos T do tipo CD8, produtores de toxinas que matam as células infectadas. As TCD4 acionam também os linfócitos B, produtores de anticorpos. Mas estudos posteriores mostraram que um tipo específico de linfócito TCD4 poderia também ter ação citotóxica sobre as células infectadas. Os portadores de HIV que tinham as TCD4 citotóxicas conseguiam manter a quantidade de vírus sob controle na fase crônica da doença”, contou Cunha Neto.

Os pesquisadores então isolaram pequenos pedaços de proteínas das áreas mais preservadas do vírus HIV – aquelas que se mantêm estáveis em quase todas as cepas. Com auxílio de um programa de computador, selecionaram os peptídeos que tinham mais chance de serem reconhecidos pelos linfócitos TCD4 da maioria dos pacientes. Os 18 peptídeos escolhidos foram recriados em laboratório e codificados dentro de um plasmídeo – uma molécula circular de DNA.

Testes in vitro feitos com amostras de sangue de 32 portadores de HIV com condições genéticas e imunológicas bastante variadas mostraram que, em mais de 90% dos casos, pelo menos um dos peptídeos foi reconhecido pelas células TCD4. Em 40% dos casos, mais de cinco peptídeos foram identificados. Os resultados foram divulgados em 2006 na revista Aids.

Em outro experimento divulgado em 2010 na PLoSOne, em parceria com Daniela Rosa, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e Susan Ribeiro, da FMUSP, os peptídeos foram administrados a camundongos geneticamente modificados para expressar moléculas do sistema imunológico humano. Nesse caso, 16 dos 18 peptídeos foram reconhecidos e ativaram tanto os linfócitos TCD4 como os TCD8.

“Fizemos o experimento com quatro grupos de camundongos. Cada um expressava um tipo diferente da molécula HLA (sigla da expressão em inglês para Antígenos Leucocitários Humanos), que está diretamente envolvida com o reconhecimento do vírus”, contou Cunha Neto.

O grupo então desenvolveu uma nova versão da vacina com elementos conservados de todos os subtipos do HIV do grupo principal, chamado grupo M, que mostrou-se capaz de induzir respostas imunes contra fragmentos de todos os subtipos testados até o momento. O trabalho foi conduzido durante o doutorado de Rafael Ribeiro.

“Os resultados sugerem que uma única vacina poderia, em tese, ser usada em diversas regiões do mundo, onde diferentes subtipos do HIV são prevalentes”, afirmou Cunha Neto.

No teste mais recente, feito com camundongos e ainda não publicado, os pesquisadores avaliaram a capacidade dessa nova vacina de reduzir a carga viral no organismo. “O HIV normalmente não infecta camundongos, então nós pegamos um vírus chamado vaccinia – que é aparentado do causador da varíola – e colocamos dentro dele antígenos do HIV”, contou Cunha Neto.

Nos animais imunizados com a vacina, a quantidade do vírus modificado encontrada foi 50 vezes menor que a do grupo controle. Agora estão sendo realizados experimentos para descobrir se, de fato, a destruição viral aconteceu por causa da ativação das células TCD4 citotóxicas.

“Vamos imunizar um camundongo e injetar o vírus modificado. Em seguida, separaremos os linfócitos produzidos e injetaremos em um segundo animal apenas as células TCD4. Um terceiro animal receberá apenas as células TCD8. Depois esses dois animais que receberam os linfócitos com o vírus modificado serão infectados – e um terceiro receberá apenas placebo – para podermos ver qual organismo é capaz de combater melhor o vírus”, explicou Cunha Neto.

Os cientistas estimam que, no estágio atual de desenvolvimento, a vacina não eliminaria totalmente o vírus do organismo, mas poderia manter a carga viral reduzida ao ponto de a pessoa infectada não desenvolver a imunodeficiência e não transmitir o vírus.

Segundo Cunha Neto, a HIVBr18 também poderia ser usada para fortalecer o efeito de outras vacinas contra a Aids, como a desenvolvida pelo grupo do imunologista Michel Nussenzweig, da Rockefeller

University

, de Nova York, feita com uma proteína do HIV chamada gp140.”Em um experimento conduzido pela pesquisadora Daniela Rosa, observamos que a pré-imunização com a HIVBr18 melhora a resposta à vacina feita com a proteína recombinante do envelope do HIV gp140, que é a responsável pela entrada do vírus nas células. Uma vacina capaz de induzir a produção de anticorpos contra essa proteína poderia bloquear a infecção pelo HIV”, disse Cunha Neto.

Macacos Rhesus

A última etapa do teste pré-clínico será realizada na colônia de macacos Rhesus do Instituto Butantan – uma parceria que envolve as pesquisadoras Susan Ribeiro, Elizabeth Valentini e Vania Mattaraia. A vantagem de fazer testes em primatas é a semelhança com o sistema imunológico humano e o fato de eles serem suscetíveis ao SIV, vírus que deu origem ao HIV.

“Nosso objetivo é testar diversos métodos de imunização para selecionar aquele capaz de induzir a resposta imunológica mais forte e então poder testá-lo em humanos. Além da vacina de DNA originalmente criada, vamos colocar os nossos peptídeos dentro de outros vírus vacinais, como o adenovírus de chimpanzé, vacina da febre amarela ou o MVA, e selecionar a melhor combinação de vetores”, afirmou Cunha Neto.

Há dados que mostram, por exemplo, que a vacina com adenovírus recombinante contendo os mesmos 18 fragmentos do HIV em camundongos induz uma resposta imunológica de maior magnitude que a vacina de DNA.

Segundo Cunha Neto, o objetivo é verificar não apenas qual é a formulação que mais ativa os linfócitos TCD4 citotóxicos como também a que mais auxilia a resposta de linfócitos TCD8 e a produção de anticorpos contra a proteína gp140, do envelope do vírus.

O ensaio clínico de fase 1 deverá abranger uma população saudável e com baixo risco de contrair o HIV, que será acompanhada de perto por vários anos. Nesse primeiro momento, além de avaliar a segurança do imunizante, o objetivo é verificar a magnitude da resposta imune que ele é capaz de desencadear e por quanto tempo os anticorpos permanecem no organismo.

Se a HIVBr18 for bem-sucedida nessa primeira etapa da fase clínica, poderá despertar interesse comercial. A esperança dos cientistas é atrair investidores privados, uma vez que o custo estimado para chegar até terceira fase dos testes clínicos é de R$ 250 milhões. Até o momento, somando o financiamento da FAPESP e do governo federal, foi investido cerca de R$ 1 milhão no projeto.

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