Samsung Galaxy S5 sairá em abril e talvez terá leitor ocular, diz site

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Em entrevista à Bloomberg, vice-presidente mobile da Samsung diz ainda que aparelho passará por reformulação no design

Reprodução / Gizmodo

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Se você está esperando para comprar o próximo supersmartphone com Android, talvez precise de apenas mais alguns meses de espera. A Samsung falou sobre seus futuros dispositivos em uma enorme entrevista para a Bloomberg, e ela planeja lançar o S5 em abril.

Falando à Bloomberg, Lee Young Hee, vice-presidente executivo da divisão mobile da Samsung, aproveitou a oportunidade para destacar alguns planos da empresa. Em primeiro lugar, ele explicou o que podemos esperar encontrar no S5:

“Nós anunciamos nosso primeiro modelo flagship no primeiro semestre de cada ano, por volta de março ou abril, e ainda planejamos lançar nesta época do ano. Quando lançarmos nosso dispositivo S5, você também pode esperar um sucessor para o Gear com recursos mais avançados, e o design volumoso também será melhorado”.

Em termos de recursos, ele sugeriu que o smartphone pode incluir “tecnologia de reconhecimento de íris”, possivelmente uma resposta ao sistema de identificação de digitais da Apple. Além disso, parece que a Samsung se esforça para dar uma cara mais premium para o aparelho, também. Ele explicou:

“Quando saímos do S3 para o S4, é parcialmente verdade que consumidores não conseguiam perceber muito a diferença entre os dois produtos da perspectiva física, então a reação do mercado não foi tão grande. Com o S5, vamos voltar ao básico. Em maior parte, estamos falando da tela e o acabamento da traseira”.

A Bloomberg lembra da suposta tela de smartphone de três lados da Samsung – mas isso é apenas especulativo. O que parece certo? O S5 deve ser lançado abril, e provavelmente vai ser muito bom.

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YouTube disponibiliza plataforma de educação com 8 mil vídeos de professores brasileiros

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Em um evento em São Paulo, o YouTube lançou hoje o YouTube Edu, uma plataforma que reúne 8 mil vídeos educacionais de 26 canais brasileiros com conteúdos do ensino médio. O acesso é gratuito para aulas sobre matemática, biologia, língua portuguesa, física e química.

youtube-edu

De acordo com o Google, a ideia não é substituir o ensino formal com os vídeos do YouTube, mas disponibilizar conteúdos de forma democrática. O projeto não vai oferecer nenhuma forma de monetização diferenciada aos professores do YouTube Edu, apenas o convencional ganho por veiculação de publicidade por meio do Google AdSense.

Até o fim deste ano, o YouTube Edu contará com um total de 12 mil aulas em vídeo.

A curadoria das vídeo-aulas foi feita pelo Instituto Lemann, através de uma parceria com a empresa. Eram 93 mil vídeos classificados como educacionais, mas muitos deles eram tutoriais que não se enquadravam no perfil lecionado no ensino médio. Com a ajuda de um algoritmo, 112 canais foram selecionados, e uma equipe de cerca de vinte pessoas avaliou por amostragem a qualidade dos materiais.

“No Brasil, segundo a comScore, há cerca de 60 milhões de pessoas que acessam o YouTube mensalmente e muitas delas estão produzindo conteúdo”, afirmou Fábio Coelho, presidente do Google Brasil.

De acordo com a empresa, seis bilhões de horas de vídeo foram vistas em maio deste ano e cerca de 100 horas de novos conteúdos são publicados por minuto no YouTube.

Em relação à forma dos conteúdos, Denis Mizne, diretor executivo da Fundação Lemann, afirmou que “cada aluno aprende melhor de um jeito, e um grande diferencial da plataforma é justamente possibilitar que as pessoas escolham o professor que melhor se adapta ao seu perfil”. Portanto, Mizne diz que o foco foi julgar a qualidade, e não a forma do conteúdo. Ou seja, há professores que ensinam pelo método tradicional, bem como quem ensine por meio de músicas e outros recursos didáticos.

César Medeiros, professor de matemática, mais conhecido no YouTube como “Nerc”, afirmou à Info que consegue hoje viver “plenamente de educação na internet”, com um site e um canal de vídeos. “Acredito que esse projeto é bom para o aluno, porque antes ele acessava conteúdos e não sabia se eles estavam ou não corretos”, disse.

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Os benefícios do abraço para a saúde

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Os abraços são grandes aliados da saúde física e emocional. Saiba mais sobre os benefícios do abraço para a saúde.

Os homens sempre encontram desculpas para dormirem afastados das mulheres. O calor, a necessidade de espaço e o desconforto são as principais justificativas que eles encontram. Porém, segundo pesquisas existe mais carinho em um abraço do que em um olhar. Saiba mais sobre o assunto e vejo os benefícios que o abraço pode trazer para a saúde. Confira:

572083 O abraço traz muitos benefícios para nossa saúde. Foto divulgação Os benefícios do abraço para a saúde

ABRAÇAR FAZ BEM

Quem é que não gosta de um abraço bem apertado? Esse gesto de carinho pode significar vários sentimentos como: gosto muito de você, obrigada por estar sempre ao meu lado, conte sempre comigo e muitos outros. Porém, além de despertar todos esses sentimentos e ser muito gostoso, o abraço produz poderes incríveis sobre a nossa saúde.

Segundo pesquisas, o ato de abraçar tem relação direta com a nossa qualidade de vida. Um abraço envolve troca de afeto, calor e dessa forma nosso corpo passa por uma movimentação de hormônios que reduzem o estresse.

Já os níveis de serotonina e dopamina aumentam durante o abraço, funcionando como uma descarga de felicidade e conforto. Todo esse mecanismo é provocado pelo abraço e eleva a pressão do sangue e os batimentos cardíacos diminuem.

572083 O abraço proporciona muita alegria e bem estar. Foto divulgação Os benefícios do abraço para a saúde

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Rapaz constrói helicóptero dentro de casa

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Polícia local proibiu equipamento de decolar.

O africano Mubarak Muhammad Abdullahi, de 24 anos, ousou e criou um helicóptero dentro de sua própria casa. O rapaz, que estuda Física na Nigéria, começou a desenvolver o projeto em 2007, mas parece que nunca conseguirá voar com sua criação pois a polícia local o proibiu de decolar.
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O helicóptero foi criado a partir de partes de carros, motocicletas e até de um Boeing 747 que caiu na região há alguns anos. Além disso o rapaz investiu um pouco de dinheiro para concluir o equipamento.
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Abdullahi já criou outros projetos semelhantes, como aviões monomotores, porém sem tanto desenvolvimento quanto este helicóptero.
Rapaz constrói helicóptero dentro de casa
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Menino autista gênio da física cotado para um dia levar Nobel

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Aos 2 anos, médicos diziam que ele teria dificuldades para aprender a ler.

Nove anos depois, americano Jacob Barnett entrava na universidade.

Jacob falava pouco, mas estava constantemente pensando em padrões matemáticos (Foto: BBC)

Jacob falava pouco, mas estava constantemente pensando em padrões matemáticos (Foto: BBC)

Aos dois anos de idade, o jovem americano Jacob Barnett foi diagnosticado com autismo, e o prognóstico era ruim: especialistas diziam a sua mãe que ele provavelmente não conseguiria aprender a ler ou sequer a amarrar seus sapatos.

Mas Jacob acabou indo muito além. Aos 14 anos, o adolescente estuda para obter seu mestrado em física quântica, e seus trabalhos em astrofísica foram vistos por um acadêmico da Universidade de Princeton como potenciais ganhadores de futuros prêmios Nobel.

O caminho trilhado, no entanto, nem sempre foi fácil. Kristine Barnett, mãe de Jacob, diz à BBC que, quando criança, ele quase não falava e ela tinha muitas dúvidas sobre a melhor forma de educá-lo.

“(Após ser diagnosticado), Jacob foi colocado em um programa especial (de aprendizagem). Com quase 4 anos de idade, ele fazia horas de terapia para tentar desenvolver suas habilidades e voltar a falar”, relembra.

“Mas percebi que, fora da terapia, ele fazia coisas extraordinárias. Criava mapas no chão da sala, com cotonetes, de lugares em que havíamos estado. Recitava o alfabeto de trás para frente e falava quatro línguas”.

Jacob diz ter poucas memórias dessa época, mas acha que o que estava representando com tudo isso eram padrões matemáticos. ‘Para mim, eram pequenos padrões interessantes.’

Estrelas
Certa vez, Kristine levou Jacob para um passeio no campo, e os dois deitaram no capô do carro para observar as estrelas. Foi um momento impactante para ele.

Meses depois, em uma visita a um planetário local, um professor perguntou à plateia coisas relacionadas a tamanhos de planetas e às luas que gravitavam ao redor. Para a surpresa de Kristine, o pequeno Jacob, com 4 anos incompletos, levantou a mão para responder. Foi quando teve certeza de que seu filho tinha uma inteligência fora do comum.

Alguns especialistas dizem, hoje, que o QI do jovem é superior ao de Albert Einstein.

Jacob começou a desenvolver teorias sobre astrofísica aos 9 anos. No livro The Spark (A Faísca, em tradução livre), que narra a história de Jacob, ela conta que buscou aconselhamento de um famoso astrofísico do Instituto de Estudos Avançados de Princeton, que disse a ela que as teorias do filho eram não apenas originais como também poderiam colocá-lo na fila por um prêmio Nobel.

Dois anos depois, quando Jacob estava com 11 anos, ele entrou na universidade, onde faz pesquisas avançadas em física quântica.

Questionada pela BBC que conselhos daria a pais de crianças autistas – considerando que nem todas serão especialistas em física quântica -, Kristine diz acreditar que “toda criança tem algum dom especial, a despeito de suas diferenças”.

“No caso de Jacob, precisamos encontrar isso e nos sintonizar nisso. (O que sugiro) é cercar as crianças de coisas que elas gostem, seja isso artes ou música, por exemplo”.

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Cientista cria caixa capaz de deixar objetos invisíveis; assista o vídeo

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Invenção mostra que a invisibilidade pode estar mais próxima do que se imagina

O cientista Baile Zhang, da Universidade Tecnológica de Nanyand, em Singapura, criou uma caixa inovadora. A invenção possibilita transformar objetos a fim de que se tornem invisíveis aos olhos humanos.

A novidade foi apresentada na Technology, Education and Design (TED 2013). Trata-se de uma pequena caixa feita de cristais de calcita, mineral capaz de “curvar” a luz. Zhang anexou duas peças de calcita na caixa com intenção de desviar a luz ao redor do objeto. Dessa forma, qualquer coisa colocada atrás dela fica invisível.

O cientista comentou que a ideia surgiu em 2010, começando a desenvolver o projeto no mesmo ano. A intenção inicial era apenas se divertir com os experimentos, não imaginando que poderia ser um grande avanço no mundo da física.

É possível conferir o vídeo com a caixa da invisibilidade em ação abaixo:

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Game ‘Minecraft’ é adotado como ferramenta de ensino por quase mil escolas no mundo

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Joel Levin, professor de uma escola em Nova York, passeia com seus alunos em uma área ampla e arborizada toda sexta-feira pela manhã para ensinar biologia. No fim da aula, ele oferece pás e outras ferramentas às crianças, que têm de 8 a 12 anos, e lança um desafio: “Usem materiais da natureza e construam o que a imaginação permitir”.

Tudo acontece dentro de “Minecraft”, game de construção de blocos, uma espécie de Lego virtual, que permite ao jogador montar praticamente qualquer objeto, de pequenas casas a grandes castelos e cidades inteiras.

O jogo, que foi lançado oficialmente em 2011 e tem mais de 40 milhões de usuários, é usado por Levin como plataforma educativa. E ele não está só: quase mil escolas do mundo fazem o mesmo.

“Minecraft” na escola

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MinecraftEDU/Divulgação

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Alunos jogam “Minecraft” em escola de Nova York

Na China, alunos aprendem literatura reconstruindo cenários de romances clássicos. Na Austrália, combinações de matéria-prima para fazer novos produtos são usadas nas aulas de matemática. Na Suécia, terra natal da Mojang, companhia responsável por “Minecraft”, uma escola incluiu, neste mês, o jogo na grade de disciplinas.

“Escolhi ‘Minecraft’ porque o jogo é um mundo aberto, cheio de possibilidades para qualquer matéria”, diz Levin. “Os alunos devem seguir tarefas predeterminadas, que seguem um plano de aula.”

Levin teve a ideia de usar “Minecraft” na sala de aula, quando viu sua filha de cinco anos construir, sozinha, uma casa na árvore no game.

“Percebi que ela estava aprendendo muitas coisas, como noções de geometria e física”, diz. A partir daí, ele adaptou o jogo para as aulas.

Nasceu então o projeto MinecraftEDU, que vende a versão especial do game com 50% de desconto para escolas.

Cláudio Mendes, professor da Universidade Federal de Ouro Preto que estuda o uso de games na educação, diz que jogos são uma ótima ferramenta de ensino, mas que é preciso escolher bem o título.

“Simuladores de construção como ‘Minecraft’ ou ‘SimCity’ são os mais indicados por não terem missões específicas nem enredo definido, o que estimula a criatividade”, diz Mendes, acrescentando que, no Brasil, a adoção de tais recursos é tímida.

PROGRAMA DA ONU

Além das escolas, “Minecraft” também virou base para projetos sociais. Até 2016, a ONU pretende revitalizar mais de 300 espaços urbanos no mundo com a ajuda do jogo.

O projeto, chamado Bloco por Bloco, é coordenado palo Habitat, escritório da ONU para desenvolvimento urbano e ambiental, e busca envolver jovens na recuperação de áreas abandonadas.

Para isso, os locais são recriados dentro do game, e os jogadores são convidados a modificá-los virtualmente, para ver como o espaço ficaria. O primeiro local a ser revitalizado é um parquinho na periferia de Nairóbi (Quênia).

“Temos novidades para mostrar e vamos lançar um site em breve. Ainda não sabemos se há alguma cidade no Brasil, mas vamos passar por todos os continentes”, diz Lydia Winters, diretora da produtora Mojang, parceira da ONU no Bloco por Bloco.

Editoria de Arte/Folhapress

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