Acesse:http://olhardigital.uol.com.br/noticia/37169/37169
Ainda não se sabe se a empresa decidiu dar um fim no logo antigo, ou se ele continuará a ser aproveitado. Até o momento, a versão web do site ainda exibe o logo antigo.
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Ainda não se sabe se a empresa decidiu dar um fim no logo antigo, ou se ele continuará a ser aproveitado. Até o momento, a versão web do site ainda exibe o logo antigo.
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Os táxis seriam robotizados, conforme reporta o jornalista Amir Efrati, escrevendo para Jessica Lessin. À princípio, condutores acompanhariam os carros por questões de segurança, mas com o tempo eles seriam dispensados.
Em 2012 o Google rodou algumas cidades norte-americanas para discutir sobre a criação de um serviço desses. Embora a empresa queira vender os veículos ao consumidor doméstico, colocá-los nas ruas em frotas pode ajudar a dar visibilidade ao produto, além de atestar que ele é seguro.
Além disso, o Google fez um investimento de US$ 258 milhões no Uber, aplicativo de solicitação de táxis – o que corrobora com as especulações. Foi, segundo o TechCrunch, a maior aposta do Google Ventures até hoje.
A ideia de fabricação própria seria uma forma de fazer pressão sobre as grandes montadoras para que adotem o sistema de direção da companhia – algo que o Google fez no passado para forçar fabricantes de smartphones a apostar no Android.
Enquanto isso, a empresa também corre para legalizar a tecnologia, nos Estados Unidos. Nevada, Califórnia, Flórida e Washington DC já liberaram (saiba mais).
Curiosidades na internet
Diferentes brechas de segurança encontradas nos sites do Banco do Brasil, do Bradesco, do serviço de pagamentos Moip e da Boa Vista Serviços (administradora do cadastro de devedores SCPC) expuseram recentemente dados privados de milhões de pessoas.
Os problemas foram descobertos pelo analista de sistemas Carlos Eduardo Santiago, 21, que os demonstrou à Folha após ter sido ignorado pelas empresas. “Ao Moip, à Boa Vista e ao Bradesco, relatei as questões há cerca de um ano.”
“Descobri o erro do Banco do Brasil no dia 8, mesma data de quando avisei a empresa por meio do SAC, mas fui ignorado. Decidi, então, verificar as outras falhas, e elas ainda existiam”, conta.
A seção de seguros residenciais da agência virtual do Banco do Brasil permitia, até a quinta-feira passada, que qualquer pessoa com acesso à área (cliente segurado pelo banco ou em posse desses dados) visualizasse CPF, nome, endereço, telefone, e-mail, agência e número da conta de outro segurado, por meio de uma simples alteração no código, que pode ser visualizado com qualquer navegador moderno –não demanda ferramenta ou conhecimento avançados.
Segundo Santiago, o número de clientes do Banco do Brasil que foram expostos pelo erro é de 1,85 milhão, estimativa com base na sequência do código dos documentos disponíveis durante pelo menos duas semanas.
Contatada pela Folha na quinta, a companhia solucionou a falha no mesmo dia.
Por meio de sua assessoria de imprensa, o Banco do Brasil disse que “o problema não teve associação com qualquer tipo de transação financeira” e que, por isso, “não trouxe risco para os clientes.”
Um grande número de boletos bancários gerados pelo Bradesco está visível e expõe informações de clientes do banco, como CPF, nome, endereço, agência e número da conta, além do valor e do estabelecimento do pagamento em questão.
Consultada, a companhia disse que esse sistema “é utilizado há mais de dez anos e o banco nunca registrou fraude ou problema de clientes.”
A brecha permite que os documentos sejam encontrados até por meio de uma pesquisa no Google e consiste em uma URL aberta (um link de internet desprotegido). Falha semelhante foi verificada no site do Moip, que presta serviços de pagamento on-line para diversas empresas, e permitia ver o mesmo tipo de dado.
O link desprotegido, que é hospedado pelo Moip, continua disponível, mas a empresa diz não ter responsabilidade sobre ele. “As URLs dos boletos em questão foram disponibilizadas pelos próprios vendedores em seus sites.”
Em sua página, a companhia diz processar 300 mil transações virtuais por mês
Curiosidades na internet
Acesse:http://www.mundodastribos.com/google-nao-garante-privacidade-total-no-gmail.html

TEXTO SOBRE PRIVACIDADE DO GMAIL
O texto falando sobre a privacidade do Gmail foi apresentado na última terça-feira, 13 de agosto, pelos advogados da empresa nos tribunais de San José, no norte da Califórnia (Estados Unidos) e acabou sendo repercutido na quarta-feira, 14 de agosto, na imprensa dos EUA, país no qual o Google enfrenta um processo coletivo por espionar os seus usuários.
“O Google abre, lê e adquire ilegalmente conteúdo privado dos e-mails das pessoas”, falava essa denúncia datada em maio.
O Google se defende das acusações e considera que essa briga judicial sobre a falta de privacidade de seus clientes é algo sem fundamento. A empresa dona do maior site de busca da atualidade também diz que suas práticas se ajustam às leis vigentes.

COMPILAÇÃO AUTOMÁTICA PODE MINIMIZAR PRIVACIDADE DE INTERNAUTAS DO GOOGLE
O Google disse em sua nota oficial que a compilação automática (não humano) de “e-mails” é o processo ordinário na troca de mensagens por meio do Gmail, uma informação que serve para aperfeiçoar a publicidade direcionada ao usuário e que, inclusive, consta nos termos e condições de seu serviço. Esse é um dos pontos que podem não garantir total privacidade dos usuários do Google.
Além disso, o Google explicou que leis federais impossibilitam que os usuários tenham total privacidade, pois as normas sobre escutas eximem de responsabilidade às companhias dedicadas às comunicações eletrônicas caso os internautas aceitem essa “interceptação” das mensagens, algo que é obrigatório para todos aqueles que abrem uma conta no Gmail.
Na nota, o diretor de Privacy Project da organização Consumer Watchdog, o Google “admitiu finalmente que não respeita a privacidade”, evidenciou que, aqueles que querem privacidade, não deve utilizar o Gmail. EFE
Curiosidades na internet

Depois de muitos rumores, teasers e especulações, a Motorola finalmente lançou o seu tão esperado Moto X, modelo que foi capaz de gerar muita expectativa entre os usuários Android. E não é para menos, afinal esse é o primeiro modelo que foi projetado pela empresa em parceria com o Google – e cotado para ser o principal top de linha do momento. Como veremos adiante, o Moto X não tem a intenção de ser brutalmente rápido com suas especificações, mas sim ser mais “inteligente” do que os modelos atuais e oferecer features que melhoram a experiência de uso. Confira!
Tela
A tela de 4,7 polegadas utiliza a famosa tecnologia Super AMOLED da Samsung com o diferencial de trazer uma matriz RGB completa, ou seja, com uma fidelidade de cores maior do que estamos acostumados. Nada de resolução Full HD, mas sim 720p, algo que não fica nada mal em 4,7 polegadas e resulta em uma densidade de pixels de 316 pontos por polegada, algo próximo da resolução Retina do iPhone 5.

O vidro utilizado na tela é uma variação do Gorilla Glass que estamos acostumados. Conhecido como Magic Glass, esse novo material é cotado para ser mais resistente do que as versões Gorilla Glass atuais (como a do Samsung Galaxy S4) e tem um diferencial bem interessante: suas bordas são curvas, o que faz com que a interface entre tela e estrutura seja algo “contínuo”.
Processador
Quando dissemos que o Moto X não tem a intenção de ser um modelo super rápido você ficou até meio triste, certo? Mas o hardware que equipa esse modelo não é nada ruim e traz alguns diferenciais importantes. Na parte do processamento temos um chip Qualcomm Snapdragon S4 Krait dual-core de 1,7 GHz, 2 GB de memória RAM e GPU Adreno 320 de quatro núcleos, o suficiente para rodar qualquer app disponível na Play Store.

Até aí nada de muito revolucionário, mas tem mais. A Motorola implementou um chipset conhecido como Motorola X8 dedicado exclusivamente ao reconhecimento de fala e computação contextual. Basicamente isso significa que funções dependentes de reconhecimento de fala ou processamento inteligente, desde o Google Now até apps como o Wolfram Alpha, funcionarão de forma mais precisa e não exigirão nenhum cálculo do processador principal. Essa novidade faz parte de um pacote do Moto X de features que veremos agora.
Features
Ao contrário do que muitos rumores diziam, o Moto X vem com a versão 4.2.2 do Android e não a mais recente 4.3, o que não chega a ser um problema ainda mais com as modificações feitas pela empresa. Um deles é o “Touchless Control”, função que basicamente mantém o Moto X ativo para receber comandos de voz 24 horas por dia. Esta é uma função que utiliza o Google Now como base.

Curiosidades na internet
Acesse:http://canaltech.com.br/analise/android/Google-anuncia-Android-43-e-Nexus-7-Confira-as-novidades/

Agora é oficial. O Google anunciou, na tarde de hoje (24), a versão 4.3 do Android como uma atualização da versão 4.2.2. O sistema operacional foi demonstrado na nova versão do tablet da empresa, o Nexus 7. Antes de começarmos com as novidades desses dois lançamentos, temos alguns números interessantes, divulgados no evento de lançamento pelo Vice-Presidente sênior do Google, Sundar Pichai. As informações passadas por ele mostram como o Android se tornou o sistema mais utilizado do mundo até agora.


Após a saída de Pichai, o brasileiro Hugo Barra entrou no palco para anunciar as evoluções da nova versão do Nexus 7. “É poderoso, é portátil e sincronizado com todas as suas coisas do Google”, disse Hugo, antes de tirar um Nexus 7 do bolso e mostrar para a plateia. De longe, ele se parece muito com a primeira versão do tablet, mas com uma tela mais brilhante. Segundo Hugo, ele é 2 milímetros mais fino e 50 gramas mais leve do que a primeira versão, além de trazer uma câmera traseira de 5 megapixels, algo que não havia no Nexus 7 original.
Curiosidades na internet
Acesse:http://codigofonte.uol.com.br/noticias/hacker-desenvolve-sistema-de-reconhecimento-facial-para-glass
Enviada por Fabio Maia Vital
Um jovem hacker de 24 anos conseguiu o que uma equipe inteira do Google teve resultados negativos: Stephen Balaban está desenvolvendo um sistema de reconhecimento facial para o Glass, novo gadget da gigante de buscas.
Balaban afirmou que está desenvolvendo um sistema operacional para controlar o GoogleGlass: “Basicamente, o que eu estou construindo é um sistema operacional alternativo que funciona com os óculos, mas não é controlado pelo Google”, explicou.
Google usa hackers para descobrir falhas do Glass
Quando Balaban anunciou pela primeira vez que havia construído um aplicativo que deixa pessoas usarem o Glass a partir de reconhecimento facial, o Google não reagiu muito bem: preocupado com o tipo de tecnologia usada para o recurso, a empresa disse que não iria apoiar programas que fizessem isso e mudou seus termos de serviço para bani-los. “Eu estaria mentindo se eu dissesse que fiquei surpreso”, disse o jovem.
Para o pesquisador de segurança Marc Rogers, embora a gigante venha banindo e criticando novos programas que estão sendo criados para o Glass, vender os primeiros protótipos dos óculos para hackers foi uma decisão inteligente: “Isso significa que todas as vulnerabilidades, ou pelo menos a maioria delas, serão encontradas e reparadas muito antes do Glass chegar no mercado”, explicou.
Curiosidades na internet
Acesse:http://www.techmestre.com/moto-x-video-mostra-novidades-no-novo-smartphone-do-google.html
Aparelho será o primeiro smartphone da Motorola totalmente influenciado pelo Google.
