Projeto brasileiro ensina programação pela internet gratuitamente

Acesse:http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/41208/41208

A busca desesperada por profissionais qualificados no mercado de tecnologia levou empresas nacionais a copiar uma iniciativa americana para incentivar os brasileiros a procurar este setor.

A Locaweb e a Caelum (que oferece cursos de programação) lançaram o Ano do Código, campanha semelhante à Code.org, que envolve nomes como Mark Zuckerberg e Bill Gates. Outras empresas daqui se envolveram com criação de conteúdo e divulgação, como GUJ, Alura, Globo.com, Code Miner e Casa do Código.

Como ocorre na Code.org, internautas são estimulados a ter contato com esquemas de programação de forma simples, com tutoriais e depoimentos em vídeo que ajudam a melhorar o entendimento das tarefas.

Nas aulas, o aluno usa blocos que simulam comandos de programação. No primeiro exercício, por exemplo, é preciso unir ações como “avançar”, “virar à direita” e “virar à esquerda” para mover um jogador de futebol pelo campo. Sempre que cumpre uma tarefa, o internauta pode ver o código que seria necessário para efetuar a ação.

São quase 50 etapas; quando conclui, o aluno pode procurar conteúdo de parceiros ou de iniciativas semelhantes, a exemplo da Codecademy. Clique aqui para conhecer o Ano do Código.

Curiosidades na internet

Facebook promete manter independência do WhatsApp

Acesse:http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/facebook-promete-manter-independencia-do-whatsapp-20022014

Em comunicados separados, empresas afirmam que aplicativo continuará como está

Facebook comprou WhatsApp por R$ 38 bilhõesReprodução

“O WhatsApp vai continuar operando de modo independente e manterá sua marca”, afirmou oFacebook em comunicado, após anunciar, na tarde desta quarta-feira (19), uma acordo para comprar o aplicativo de troca de mensagens via smartphones.

Em comunicado à parte, o WhatsApp foi mais enfático em relação à sua independência: “O WhatsApp permanecerá autônomo e vai operar de forma independente” afirma o texto.

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“Você pode continuar usando o WhatsApp, não importa onde esteja, ou qual smartphones utilize. E não haverá anúncios interrompendo sua comunicação”, prossegue a nota.

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A empresa disse que a autonomia do aplicativo foi condição para que a venda fosse efetivada. “Não haveria nenhuma parceria entre as duas empresas se tivéssemos de comprometer os princípios fundamentais que sempre definiram a nossa empresa, a nossa visão e nosso produto”, diz a nota.

Preço chegou a R$ 38 bilhões

De acordo como o Facebook, a compra do WhatsApp foi fechada por R$ 38 bilhões, sendo R$ 10 bilhões em dinheiro e R$ 28 bilhões em ações.

A notícia foi divulgada a partir de um documento entregue pela empresa de Mark Zuckerberg à SEC (Securites and Exchange Comission), comissão responsável por fiscalizar as atividades das companhias abertas dos Estados Unidos.

O Facebook deve usar mais R$ 7 bilhões para doações de ações a empregados do WhatsApp. O fundador do WhatsApp, Jan Koum, passa a integrar o conselho diretor da rede social.

Segundo o Facebook, o WhatsApp tem 450 milhões de usuários — cerca de 70% são ativos. O aplicativo segue em crescimento, recebendo cerca de 1 milhão de novos usuários por dia.

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Facebook lança o aplicativo Paper, para leitura de notícias e posts

Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/2014/01/1405056-facebook-lanca-o-aplicativo-paper-para-leitura-de-noticias-e-posts.shtml

O Facebook anunciou, na manhã desta quinta-feira (30), um aplicativo de leitura de notícias batizado dePaper. O aplicativo será lançado para iOS na segunda-feira (3), apenas nos EUA. Ainda não há previsão sobre se outros países ou sistemas móveis receberão a novidade.

Com um visual que lembra o Flipboard, que transforma o feed de RSS em uma revista digital, o Paper dividirá as notícias em 19 diferentes categorias, como cultura, política e tecnologia. O usuário escolhe em quais canais se inscreverá.

Divulgação
Paper, aplicativo do Facebook para leitura de notícias
Paper, aplicativo do Facebook para leitura de notícias

Cade seção possui uma foto de capa e uma lista de pequenos quadros logo abaixo, em formato de carrossel, por onde o usuário pode navegar, e o conteúdo apresentado será resultado de um misto de curadoria humana e de um algorítimo do Facebook.

O anúncio do Paper foi feito um dia após o executivo-chefe do Facebook, Mark Zuckerberg, prometer mais aplicativos que funcionam independentes do app principal da rede, como o Messenger e o Instagram.

Além de um agregador de notícias, o Paper funcionará como uma cara nova para o Facebook. O mesmo formato utilizado para ler notícias poderá também ser usado para visualizar o próprio feed de notícias de uma forma alternativa.

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Facebook lançará leitor de notícias chamado Paper

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O Facebook vai lançar um leitor de notícias próprio chamado Paper. O anúncio deve ser realizado em algumas semanas, de acordo com informações do site re/code.

Facebook lançará leitor de notícias chamado Paper

Paper é o leitor de notícias do Facebook

A rede social tem realizado pesquisas ao longo dos anos para desenvolver o Paper, aparentemente um leitor de notícias especificamente para dispositivos móveis. Ainda não dá para saber se ele será um aplicativo para dispositivos móveis totalmente independente ou um nome dado para a experiência e uso de alguma função na web.

Algumas fontes ligadas ao assunto disseram que é um aplicativo semelhante ao Flipboard, que agrega e apresenta notícias de toda a internet em uma interface no estilo de revista. O Paper faz parte de um projeto interno do Facebook chamado de “Projeto Reader”. Ele foi criado pelo vice-presidente de produtos da rede social e a equipe por trás de seu desenvolvimento é a mesma que trabalha no feed de notícias.

A notícia diz também que Mark Zuckerberg participou do projeto, assim como Mike Matas, responsável pelo Pop Press, aplicativo de edição de livros para iPad, que foi cromprado pelo Facebook em 2011.

Em uma época em que o Google cancelou o seu leitor de RSS, ficamos na dúvida se este aplicativo do Facebook realmente vai atrair as pessoas ou não.

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Bill Gates e Mark Zuckerberg vão ensinar programação de graça na internet

Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/software/Bill-Gates-e-Mark-Zuckerberg-vao-ensinar-programacao-de-graca-na-internet/

Bill Gates

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Grandes nomes da tecnologia querem levar a programação para você e todos os usuários do mundo, de uma forma mais rápida e simples. É com esse objetivo que a organização não governamental Code.org se apresenta para tornar cursos de informática mais relevantes nas escolas. As informações são do site The Verge.

Entre os dias 9 e 15 de dezembro, o grupo fará uma campanha chamada “Hour of Code”, uma iniciativa em escala mundial que vai acontecer durante a Semana da Educação da Ciência da Computação. Bill Gates, da Microsoft, Mark Zuckerberg, do Facebook, Jack Dorsey, do Twitter, e Gabe Newell, da Valve, já confirmaram suas participações no evento, que deve atingir até 10 milhões de pessoas.

Os executivos darão aulas de programação nos dias da conferência, que estarão disponíveis na internet e poderão ser completadas em tablets, smartphones ou até mesmo no modo off-line. A entidade afirma que não é necessária nenhuma experiência na área, pois todo o conteúdo funciona como uma espécie de introdução para desmistificar os códigos e permitir que cada pessoa aprenda no seu ritmo.

As aulas vão ensinar, por exemplo, desde o desenvolvimento de cartões animados até quebra-cabeças para mostrar os princípios básicos da programação.

A Code.org afirma que o número de vagas na área de tecnologia já é três vezes maior que a quantidade de estudantes formados em Ciência da Computação. Além disso, aponta que essa é uma das carreiras mais bem pagas no mercado de trabalho. A expectativa é de que, até 2020, um milhão de vagas não sejam preenchidas na indústria – isso só nos Estados Unidos.

“Nossa política é literalmente contratar o máximo de engenheiros talentosos que pudermos encontrar. O único limite desse sistema é que não há pessoas suficientes treinadas e que possuem essas habilidades”, disse Zuckerberg no vídeo de apresentação.

A Code.org ainda recebe o apoio de outras grandes companhias do setor, como Apple, Google, Amazon e LinkedIn. Os interessados no programa devem se cadastrar no site do evento.

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