Daniel Azulay ressurge em curso de desenho online para crianças

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Famoso na década de 1980, o desenhista Daniel Azulay, 66, voltou com suas aulas para crianças. Mas, em vez de estampar seu rosto na TV, ele agora ensina seus traços na internet.

Ele é um dos idealizadores do Diboo, curso online de desenho voltado para o público infantil.

“A ideia é que o curso ajude crianças que, assim como eu, não têm formação acadêmica, mas querem aperfeiçoar o desenho. Quem sabe até fazer disso uma profissão”, diz Azulay.

Na sua opinião, porém, a internet deve ser usada com moderação. “Com a internet, as crianças nunca tiveram tantas alternativas que ajudam a desenvolver a inteligência. Mas, sem supervisão, elas podem ficar o dia inteiro sem fazer nada de útil.”.

Alguns dos personagens de Daniel Azulay

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Pepê Schettino/Divulgação

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Daniel Azulay foi o criador da “Turma Lambe-Lambe” e apresentador de um programa de TV dos anos 80 que ensinava crianças a desenhar e pintar

O desenhista carioca criou a Turma do Lambe-Lambe e nas décadas de 1970 e 1980 apresentou, ao lado de seus personagens, um programa de TV que ensinava técnicas de ilustração e dava dicas de como construir brinquedos com o lixo doméstico.

Azulay conta que sua paixão pelo desenho começou cedo: “Minha mãe dizia que eu ficava lambuzando a chupeta e passando pelas paredes”. Aos 13 anos, ele aprendeu o básico em um curso de desenho por correspondência e nunca mais parou.

As aulas do curso online são divididas em 20 fases, incluindo temas como fundo do mar, corpo humano, caricaturas e dinossauros. As opções de assinatura vão de R$ 29,99 a R$ 39,99 por mês.

No ano que vem, a Turma do Lambe-Lambe completa 40 anos e, entre os planos de Azulay, estão a produção de um documentário, um livro e um musical sobre os personagens.

Assista um trecho de uma aula do Diboo:

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Facebook confirma testes de duas novas ferramentas no Feed de Notícias

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facebook

Novas ferramentas estão prestes a serem lançadas no Facebook. A empresa confirmou nesta terça-feira (20) que iniciou testes com duas novas ferramentas no Feed de Notícias. Entre elas estão os ‘Próximos Eventos’ e ‘Álbuns Lançados Recentemente’.

“Estamos sempre testando novas ferramentas”, afirmou ao The Next Web um porta-voz da empresa. “No entanto, não temos nada para compartilhar com vocês no momento”. Quando questionado se essa declaração se referia aos atuais recursos, o porta-voz afirmou que “sim”.

Próximos eventos Facebook

Mesmo sem fornecer muitos detalhes sobre os novos recursos, todos os usuários do Facebook começaram a receber alertas em seu Feed de Notícias de ‘Próximos Eventos’ criados na rede social. Os eventos aparecem para o usuário não importando se ele foi ou não convidado.

Já no quesito musical, um novo recurso notifica os usuários sobre os álbuns lançados por algum artista que  ele tenha escutado recentemente via Spotify ou qualquer outro serviço de música integrado à rede social. Além disso, os usuários poderão clicar sobre o ícone do álbum e iniciar sua transmissão.

Os novos recursos no Feed indicam que a empresa está experimentando a disponibilização de histórias sem que sejam provenientes dos amigos do usuário ou das páginas que eles seguem. Acredita-se que as ferramentas se assemelham com os artigos ou vídeos mais acessados, disponíveis no Facebook há algum tempo.


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‘O Rei Leão’ chega a São Paulo em março com elenco diversificado

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Musical da Broadway terá canções de Elton John adaptadas para o português por Gilberto Gil


(Musical ‘O Rei Leão’ estreou na Broadway em 1997. Foto: Divulgação)

NOVA YORK – A animação O Rei Leão ainda bombava nas bilheterias quando a diretora Julie Taymor foi convidada pela própria Disney para adaptar a história para a Broadway. Era 1996 e Julie, com uma sólida carreira no teatro, chegou para a reunião com Tom Schumacher, que estava assumindo a recém-criada divisão de teatro da companhia, com um discurso pronto: “Não quero fazer um musical ao estilo Disney, em que o segredo da fantasia não pode ser revelado”, disparou ela. “Quero que a plateia veja o ator manipulando o boneco e crie sua própria fantasia.” Para sua surpresa, era exatamente isso que Schumacher pretendia, um produto com o selo Disney que não se parecesse… com um produto da marca Disney.

O restante da história já se tornou lenda na Broadway: O Rei Leão estreou em 1997 e, em cartaz até hoje, logo se tornou um estrondoso sucesso, faturando cerca de US$ 4,8 bilhões e batendo nas bilheterias um super peso pesado, O Fantasma da Ópera, que está há muito mais tempo na estrada – estreou em 1986. É tal ousadia criativa e financeira que foi apresentada ontem para a imprensa, no Teatro Abril, onde Julie, Schumacher e mais o staff da Disney internacional e o da Time For Fun contaram como será a versão brasileira de O Rei Leão, com estreia marcada para 7 de março de 2013.

Será a maior produção musical já realizada no Brasil, com participação de atores estrangeiros: do total de 57, oito serão sul-africanos, pois o espetáculo possui diversas músicas no idioma zulu. De quebra, canções traduzidas por Gilberto Gil. A história é fiel à trama da animação e conta a trajetória de Simba, pequeno leãozinho filho de Mufasa, que governa a floresta. O nascimento do jovem desperta a ira de Scar, irmão do rei, pois diminuem suas chances de assumir a coroa. Assim, bem ao estilo Hamlet, Scar mata Mufasa e acusa Simba de permitir a morte do pai. O rapaz é obrigado a fugir do reino e amadurece a distância, até chegar o momento de voltar e retomar o poder.

“O desafio era, a partir de um filme muito popular, manter sua essência e transformá-lo em uma montagem teatral”, comenta Julie, que utilizou sua experiência pessoal (morou muitos anos em países do Oriente) para descobrir o fio da meada: o musical necessitava preservar o tom africano da história sem que a tecnologia fosse abusiva, embora necessária.

Assim, em seu primeiro “confronto” com os dirigentes da Disney, ela fez questão de sustentar a ideia de que todo o mecanismo de manipulação dos bonecos fosse visível pela plateia. Mais: os próprios protagonistas não esconderiam o rosto, ainda que carregassem máscaras no alto da cabeça. “Poderia parecer algo ousado em uma produção da Disney, que sempre preservou a construção da fantasia”, comenta Tom Schumacher. “Mas era exatamente isso que nos interessava, um produto que mantivesse intacta a magia a partir de novos caminhos.”

Com a rara oportunidade de correr riscos em uma produção comercial, sem que nenhum dos lados saísse perdendo, Julie assumiu a criação dos figurinos, das máscaras e dos objetos manipuláveis. E, para cada personagem, desenvolveu linhas e traços que o identificassem diante do público. “Era para ser África e Disney, sem que nenhum saísse perdendo.”

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