Bactérias intestinais usam chocolate amargo para produzirem anti-inflamatórios que reduzem a pressão, diz pesquisa

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Os amantes de chocolate amargo podem comê-lo agora com muito menos culpa após descoberta que mostra o motivo dele ser tão bom para o corpo.

Um estudo anterior sobre o consumo diário descobriu que chocolate amargo reduz a pressão arterial e é bom para o coração. Agora, os cientistas descobriram por que isso acontece.

A pesquisadora Maria Moore, da Universidade Estadual de Louisiana, disse: “Nós descobrimos que há dois tipos de micróbios no intestino: os bons e os ruins. Os bons micróbios, como Bifidobacterium e bactérias lácticas, fazem a festa com chocolate. Quando se come chocolate amargo, elas crescem e fermentam, produzindo compostos que são anti-inflamatórios. Isto, naturalmente, entra na corrente sanguínea e ajuda a livrar o coração e artérias de danos. As bactérias ruins do intestino, tais como Clostridium e algumas cepas de Escherichia coli (E.coli) provocam inflamação com muita facilidade, levando ao inchaço na região da barriga, diarreia e prisão de ventre”.

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Carro movido a ar deve começar a ser vendido em 2016

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Sustentabilidade é a palavra do momento. Com o avanço da tecnologia, práticas que ajudem o meio ambiente vêm sendo aplicadas nos mais diversos lugares – como nos automóveis. A nova invenção do setor automotivo é o Hybrid Air, um carro movido a ar que foi lançado na edição de 2013 do Salão Internacional do Automóvel de Genebra, na Suíça.

Carro “movido a ar” deve começar a ser vendido em 2016

Carro movido a ar é econômico e emite gases menos poluentes

Fabricado pela PSA Peugeot Citroën, o veículo recebeu essa alcunha porque utiliza de um sistema que combina o motor de combustão com um aparelho que utiliza nitrogênio comprimido, composto por 78% de ar. Nesse sistema, a energia recuperada de desacelerações do veículo é usada para comprimir o nitrogênio em um cilindro. Assim, o gás fica sob alta pressão e com energia suficiente para mover o veículo.

Como o próprio nome sugere, o veículo é híbrido e também pode funcionar com gasolina. O combustível tradicional é recomendado para quem pretende pegar a estrada com o carro, já que nela a velocidade do veículo é mais constante e o aproveitamento da gasolina é maior. Outro fator que pesa contra o sistema “movido a ar” é que nele o carro atinge apenas 70 km/h.

Segundo a fabricante, a economia de combustível no Hybrid Air pode chegar a 45%. Dentro da cidade, o carro pode fazer até 34 km por litro. Além de mais econômico, a emissão de carbono CO2 diminui em cerca de um terço. A previsão é de que o carro comece a ser vendido na Europa em 2016.

Além do ar, Tório também pode substituir a gasolina

Outro elemento que pode substituir a gasolina nos tanques dos veículos é o Tório (Th). Um grama desta substância tem a mesma potência de 28 mil litros de gasolina. Com apenas 8g de Tório, um carro poderia ficar cem anos sem abastecer. Não há nenhum modelo pronto que utilize dessa substância, mas protótipos estão sendo testados nos EUA.

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Bancos dizem ‘não’ a aumento real, e greve continua

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Em ano de desaceleração da economia, os bancos já decidiram: não haverá aumento acima da inflação para os bancários, que entram hoje no nono dia de greve.

Se não cederem de fato, será a primeira vez desde 2003 que a categoria, uma das mais fortes nas negociações salariais, receberá só a reposição da inflação (6,1%).

As negociações dos bancários serve de modelo para os acordos salariais de todo o setor de serviços, segmento de maior pressão para inflação.

Nos últimos nove anos, a categoria teve 22,2% de aumento real, de acordo com a Contraf-CUT (confederação nacional dos bancários).

“Ninguém está falando em cortar benefícios e conceder zero de reajuste, o que seria um mau acordo. Ao repor o poder de compra, os bancários continuarão com os melhores salários do mercado, os melhores benefícios e a participação de lucros [PLR] garantida em convenção coletiva”, diz Magnus Apostólico, diretor de relações trabalhistas da Fenaban (federação dos bancos).

O salário médio dos bancários é hoje de R$ 4.740, sendo que o piso salarial é de R$ 1.519. A PLR paga aos caixas de bancos, segundo o diretor, varia entre 3,5 e 4 salários adicionais.

“Isso corresponde a quase 30% a mais no salário, se dividirmos o valor da PLR por mês”, diz o diretor.

Ainda segundo os bancos, a inflação pelo INPC acumulada nos últimos sete anos foi de 42%, enquanto a correção no piso do setor foi de 80%, e a dos salários, 60%.

“A proposta de conceder só a reposição da inflação é indecente. A greve continuará até que haja proposta melhor”, diz Juvândia Moreira, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo e Região (CUT) e uma das coordenadoras da negociação.

Um dos motivos alegados para não conceder aumento real é o fato de o lucro obtido pelos bancos ter sido menor do que a inflação no primeiro semestre, em relação ao mesmo período de 2012.

Na média, os bancos lucraram 3,7% a mais, enquanto a inflação está em 6%.

“Um setor que lucrou R$ 59 bilhões não pode dar aumento real? Mesmo que o lucro não tivesse crescido, ainda seria altíssimo. Não tem cabimento”, diz a sindicalista.

“A economia está girando mais devagar, com resultados inferiores aos de anos anteriores. O cenário é de indefinição neste ano e no primeiro semestre de 2014. É preciso cautela”, afirma o diretor.

AUMENTO REAL

Neste ano, os bancários pedem reajuste salarial de 11,93%, sendo 5% de aumento real, além de PLR no valor de três salários mais R$ 5.553,15 fixos, entre outros.

No ano passado, foram nove dias de paralisação, que resultaram em reajuste de 7,5%, sendo 2% de aumento real. Em 2011, os bancários cruzaram os braços por 21 dias e voltaram ao trabalho com reajuste de 9% (1,5% acima da inflação). Foi a maior paralisação desde 2004.

Patrões e empregados não sentam para negociar há três semanas. Cada um dos lados espera uma contraproposta.

Segundo os bancários, 10.586 agências e centros administrativos nos 26 Estados e Distrito Federal foram fechados devido à greve. A Fenaban não divulga a adesão.

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tela sensíve: ultrabook dobrável com Windows 8 é apresentado

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Novidade conta com novo processador Intel Haswell Core i7 e é bastante resistente contra quedas.

A Panasonic lançou o Ultrabook AX3, que conta com tela sensível ao toque em 11,6 polegadas, resolução de 1920 x 1080 pixels e sistema que a permite ser dobrada e rotacionada em 360º.
O aparelho ainda traz o novo processador Intel Haswell Core i7 de 1,8GHz, 4GB de RAM e 128GB SSD. Outro fator importante é que o ultrabook pesa somente 1,14 kg.
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O aparelho conta com o Windows 8 pro 64 bits, e a Panasonic afirma que ele consegue funcionar durante 13 horas em uso. Além de tantos benefícios, a novidade é bastante resistente contra quedas de até 76 centímetros, suportando até 100 Kg de pressão.
Panasonic AX3: ultrabook dobrável com Windows 8 é apresentado
Ainda não foram informados preço e data de chegada ao mercado, mas estima-se que isso deva acontecer em setembro deste ano.
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Schneider apresenta iniciativas para implementar cidades inteligentes no Brasil

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Schneider

Considerada um dos próximos passos e principais desafios no avanço de regiões urbanas do globo, a implantação das chamadas “cidades inteligentes” já é uma realidade cada vez mais frequente em diversos países desenvolvidos. Dentre as cidades, Barcelona é um dos exemplos mais bem sucedidos, e a iniciativa lentamente começa a ganhar atenção aqui Brasil. Tradicionalmente, são consideradas cidades inteligentes aquelas que integram novas tecnologias no dia-a-dia de seus cidadãos, gerando novos serviços, novos negócios e reduções de custos em sua manutenção.

“Na nossa visão, o desafio das cidades está na capacidade de atrair investimentos para que elas possam investir em sua infra-estrutura e em modelos de natureza tecnológica para dar um melhor retorno ao seu cidadão”, explicou ao Canaltech o Diretor Comercial da Schneider Electric, Renato Meirelles, ligado a iniciativas para implantação de soluções para cidades inteligentes da empresa, durante o evento Xperience Efficiency, que teve início nesta terça-feira (5), em São Paulo.

Atualmente, a empresa de gestão de energia está envolvida em experiências de cidades inteligentes em mais de 230 regiões urbanas do mundo, e possui cerca de 30 soluções diferentes na área — todas apresentadas em uma simulação de cidade inteligente que pode ser encontrada no evento. De acordo com Meirelles, as tecnologias se dividem em cinco áreas diferentes, consideradas essenciais para a manutenção e controle de cidades inteligentes: são iniciativas de energia elétrica, como distribuição flexível; de trânsito, como gerencialmento de tráfego em tempo real; de água, como gerenciamento de distribuição e detecção de vazamentos; de serviços públicos, como segurança; e de domicílios e edifícios. “Além de ter essas inteligências, você ter a integração destas informações é um diferencial absolutamente essencial”, explica.

O diretor afirma que as iniciativas apresentadas pela empresa têm encontrado cada vez mais eco em conversas com membros do poder público no Brasil, que já se interessam mais pelo tema. Um dos fatores que tem colaborado no avanço destas iniciativas, além dos eventos que o país deve sediar nos próximos anos, é a própria “pressão” de problemas latentes, que têm forçado atitudes por parte dos governos municipais, estaduais e federal.

“Há uma necessidade que vem muito do problema da mobilidade, por exemplo, e isso está forçando o poder público a tomar algumas decisões”, afirma Meirelles. “É difícil um governante tapar o Sol com a peneira e não enxergar que nós temos um desafio pela frente”, complementa.

As cidades hoje representam cerca de 2% da cobertura da Terra, consomem 75% da energia global e concentram cerca de 50% da população mundial. A expectativa é que, até 2050, 70% da população do mundo more em cidades. Para lidar com esses problemas, assim como aumentar a eficiência de sua infraestrutura e o interesse de pessoas e empresas na cidade, a tecnologia tem ganhado espaço neste cenário.

No Brasil, algumas iniciativas, principalmente  do Governo Federal, como o PAC da mobilidade, têm colaborado para ampliar a adoção de novas soluções tecnológicas para ajudar na resolução de problemas urbanos. “A partir do instante que você dá um passo importante na solução do problema da mobilidade, por exemplo, você carrega consigo um começo da solução de outras áreas que formam a Smartcity”, disse o executivo.

Em grandes centros urbanos, a adoção é ainda mais rápida. Em São Paulo, por exemplo, a Schneider está envolvida em dois centros de comando que são responsáveis pelo controle e gerenciamento em tempo real de 382 intersecções de trânsito da cidade. No Rio de Janeiro, Sistemas SCADA já são usados para melhorar a eficiência de distribuição de água, rede elétrica e de gás em toda a área metropolitana. Segundo Meirelles, as regiões Sul e Nordeste (principalmente os estados de Santa Catarina, Bahia, Pernambuco e Ceará) também se mostram cada vez mais interessadas na área.

Mas as iniciativas não ficam restritas a grandes cidades. Apelidada de Villa Smart, uma iniciativa da Schneider em parceria com a Fundação Amazônia Sustentável (FAS) e com o governo trouxe eletricidade 24 horas para comunidades ribeirinhas do Rio Negro, que antes dispunham de apenas 4 horas por dia de energia. O projeto focou no uso da energia solar e foi ligado a um Smart Grid, que permite o monitoramento remoto do uso da energia nas comunidades antes isoladas.

Ainda assim, empresas esbarram em algumas dificuldades contra o poder público para avançar com implantações das tecnologias. Meirelles cita, por exemplo, a recente mudança de prefeituras no país como resultado das eleições do ano passado, que sempre colabora para uma demora no avanço de projetos.

Além disso, o diretor afirma que ainda vê que diversas prefeituras ainda lidam com problemas de caixa, que, mesmo com incentivos federais, impedem as implantações. “Precisamos, evidentemente, de um ‘alinhamento dos astros’, um modelo politicamente mais sustentável. Os municípios precisam apresentar seus projetos, mas têm que ter suporte dos governos do estado e federal”, afirma.

Xperience Efficiency

Dedicado à discussão de novas tecnologias para enfrentar questões como a redução dos impactos do insumo de energia nos negócios e no meio ambiente, e tratando as iniciativas para cidades inteligentes, a primeira edição do evento Xperience Efficiency segue até esta quinta-feira (6), em São Paulo.

O evento é realizado simultaneamente em outras sete cidades de países que constituem polo no desenvolvimento de TI, como Estados Unidos, China, Rússia e Colômbia.

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Cientistas criam tecido que consegue drenar o suor do corpo

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Novidade permite que a roupa possa se manter sempre seca e sem odor.

Bioengenheiros  da Universidade de Califórnia, nos Estados Unidos, criaram um tecido com a capacidade de drenar o suor, apresentando um processo semelhante ao da pele.
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Eles trabalharam com a microfluídica, uma ciência que estuda o fluxo de líquidos em escalas microscópicas, através de canais que atraem a água e que também a repelem.
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Os pesquisadores usaram uma malha que consegue repelir o suor, e a combinaram com canais que atraem a água. Dessa forma foi possível criar um sistema de fios que têm a finalidade de absorver o líquido e depois o conduzir para fora do tecido, expelindo o suor.
Cientistas criam tecido que consegue drenar o suor do corpo
Para que o mecanismo permaneça funcionando mesmo que já esteja cheio de suor, os canais trabalham com um sistema de gradiente de pressão. Espera-se que a novidade possa ser usada em breve para materiais esportivos.

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Carregadores de bateria que usam energia solar chegam ao mercado

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DIANE CARDWELL

DO “NEW YORK TIMES”

The New York TimesA vida está se tornando cada vez mais portátil, graças aos smartphones e tablets. As possibilidades desse tipo de vida podem ser infinitas –desde que as baterias durem tempo suficiente.

Hoje, uma série de empresas de tecnologia solar oferecem pequenos carregadores e capas para celular que fornecem energia em trânsito. “Uma vida portátil exige energia portátil”, disse Chris Abbruzzese, vice-presidente de marketing da Goal Zero, que fabrica vários sistemas de carregamento solar.

Dispositivos que incluem células ou painéis solares em capas de telefone celular estão disponíveis há algum tempo, mas tem sido um desafio alcançar os níveis certos de forma, função e preço, dizem analistas. Os modelos anteriores eram não apenas volumosos e caros demais, como também demoravam muito para carregar.

Mas o mercado de energia solar também não foi ideal, o que ajuda a explicar a pressão do solar na eletrônica de consumo portátil diante do que alguns consideram probabilidades adversas.

“As empresas solares estão correndo para isso porque as margens nos mercados convencionais estão realmente ruins”, disse Matt Feinstein, analista da Lux Research, especializada em tecnologias emergentes.

The New York Times
O recarregador de "gadgets" feito pela empresa EnerPlex, cuja fonte de energia é luz solar
O recarregador de “gadgets” feito pela empresa EnerPlex, cuja fonte de energia é luz solar

Uma variedade de carregadores, alguns mais baratos que US$ 100 (cerca de R$ 205), começa aparecer nas prateleiras. Alguns, como o Solio Bolt ou o Joos Orange, usam uma bateria individual de carregamento solar que se conecta aos dispositivos por cabo USB. Outros, como o EnerPlex, da Ascent Solar, usam o sol para carregar uma capa que então recarrega o smartphone.

Há indícios de que os produtos começam a encontrar um público. A Goal Zero diz que espera ver sua receita dobrar neste ano, para cerca de US$ 60 milhões. Para a Ascent Solar, as vendas começaram a decolar depois que a rede de eletrônicos Fry’s, com sede na Califórnia, começou a vender carregadores EnerPlex.

As empresas chegaram ao negócio de carregadores de celulares de maneiras diferentes. A Goal Zero, por exemplo, nasceu dos esforços humanitários de Robert Workman, um empresário que atua levando energia renovável para algumas áreas da República Democrática do Congo.

A companhia usa silício monocristalino em seus painéis portáteis. Por causa do colapso dos preços de fabricação de painéis de silício, hoje a companhia pode oferecer seus produtos pela metade do preço de três anos atrás.

Diante dos painéis de baixo custo fabricados pelos chineses, a Ascent recuou no ano passado de seu plano original de desenvolver materiais fotovoltaicos para edifícios e fazendas solares. Em vez disso, a empresa decidiu se concentrar na eletrônica de consumo, que tem margens de lucro mais altas e menos pressão para produzir em grande volume.

A empresa conta com produtos feitos do composto seleneto de cobre índio e gálio, ou CIGS, que pode trabalhar sobre material flexível, em vez do vidro geralmente usado como suporte para células de silício tradicionais.

A Alta Devices, sediada no Vale do Silício, está no ramo da eletrônica por razões similares, mas emprega uma tecnologia diferente. A Alta usa arsenieto de gálio, o mais eficiente composto solar, sobre um fundo flexível.

“Quando você cria uma diferença significativa quanto à duração da carga da bateria ou em como algo é carregado, esses mercados podem ter um índice de adoção muito alto”, disse Christopher S. Norris, executivo-chefe da Alta.

Como muitos dispositivos precisam ser carregados, disse ele, “essas coisas passam a ser mercados de bilhões de dólares em um período de tempo muito curto”.

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