Acesse:http://www.techmestre.com/rapaz-de-18-anos-cria-seu-proprio-submarino-funcional.html
Jovem gastou o equivalente a R$ 2 mil para desenvolver o projeto.

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Jovem gastou o equivalente a R$ 2 mil para desenvolver o projeto.

Projeto tenta arrecadar fundos para chegar ao mercado – Usuário poderá criar suas próprias imagens.
Um projeto conceitual desenvolvido pela empresa promete mudar o uso de tecnologia nos calçados, caso se torne um produto real. A companhia desenvolveu a ideia de um tênis personalizado que é criado baseado em dados do usuário e pode ser impresso pelo próprio consumidor em uma impressora 3D.
Tênis seria construído de acordo com perfil do usuário (Foto: Divulgação)
O funcionamento da tecnologia é bem interessante. O primeiro passo seria ir a uma loja com os produtos para fazer uma avaliação. O usuário utiliza um tênis de testes com sensores de pressão que vão rastrear seus movimentos durante uma espécie de “test drive” dos calçados. Então, um sistema de computação analisa a biometria, combina com os dados coletados pelos sensores e cria um perfil.
A partir daí, o tênis personalizado é desenvolvido especialmente para aquele usuário no computador. A forma, os materiais e as cores podem ser totalmente customizados pela Internet até o arquivo final ficar pronto para a impressão. Em algumas horas, o calçado ideal para seu corpo é produzido de maneira bastante simples e eficiente.
O projeto já teve mais de 2,1 mil visualizações no site Behance, onde foi publicado, e os comentários são bem positivos. Resta saber se, algum dia, o projeto conceitual vai virar produto para o consumidor.
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A impressão 3D está mudando a forma como as pessoas constroem as coisas nos dias de hoje e assim sendo o céu é o limite quando se trata do assunto. Isso fica claro com estes sapatos criados por Alan Nguyen.
O projeto chamado iPhone Mashup Shoe criado pelo designer consiste em um calçado impresso em 3D que possui uma alça sobreposta no calcanhar com compartimento especial, que torna-se um case para iPhone. Cada sapato vem com seu próprio case, assim é possível levar até dois smartphones ao mesmo tempo.


A ideia é interessante, porém não é muito razoável uma vez que o aparelho vai estar mas próximo do chão e mais exposto a arranhões. Bom, pelo menos lugar para a mulherada carregar seus smartphones por aí não vai faltar!
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O jornal Wall Street Journal afirmou nesta quinta (11) que a Microsoft está desenvolvendo uma linha de tablets Surface, incluindo uma versão de sete polegadas que deve ser produzida em larga escala no final deste ano.

O ruído é uma das formas de poluição que mais encontramos nas grandes cidades, mas um grupo de designers conseguiu enxergar além do incômodo e stress gerado por ele. O projeto, batizado de ‘Soundcraper’, captura o som no ar e depois o converte em energia utilizável. As vibrações da poluição sonora podem oferecer energia abundante, e podem ser transferidas por muitos meios, tornando essa forma de energia cinética muito útil. A criação é assinada pelos designers franceses Julien Bourgeois, Olivier Colliez, Savinien de Pizzol, Cédric Dounval e Romain Grouselle.
Para colocar a ideia em prática, a revista eVolo explica que uma torre de 100 metros de altura foi projetada para ser instalada próximo a autoestradas e rodovias, onde a poluição sonora dos veículos é maior e pode gerar maior produção de energia.
A fachada desse arranha-céu é evolutiva e vibra de acordo com a intensidade e direção dos ruídos urbanos. Cílios com sensores de som recobrem a estrutura e proporcionam a máxima exposição aos ruídos. A tecnologia é capaz de cobrir um amplo espectro de frequências, incluindo ruídos de veículos, de pedestres, construções e até mesmo de aeronaves que atravessam o céu da região.
Com base em resultados de pesquisas científicas, uma torre dessas poderia produzir até 150MW/h, representando, por exemplo, 10% do consumo da iluminação urbana de Los Angeles (EUA). Ao mesmo tempo, essa energia renovável poderia ajudar a reduzir as emissões de CO2.

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O que não falta ao fotógrafo americano Matthew Albanese é criatividade, aplicada ao projeto Strange Worlds (“Mundos Estranhos”). Ele não apenas retrata lindas paisagens como as cria em seu estúdio. O trabalho de Matthew consiste em produzir maquetes elaboradas e depois fotografá-las de forma que pareçam paisagens reais. O artista leva meses para criar cada peça e trabalha com todo o tipo de material – de chocolate a madeira.
Paisagem artificial criada por fotógrafo no projeto Strange Worlds (Foto: Matthew Albanese)
Etapa de construção da maquete. Materiais como chocolate, algodão e café foram usados no processo (Foto: Matthew Albanese)Para preparar a maquete que vemos acima, o fotógrafo levou cerca de três meses. Matthew tira centenas de fotografias de cada uma delas, modificando a luz e o ângulo para conseguir chegar a esse resultado. Ele diz não estar tão interessado nas maquetes propriamente ditas. Seu foco está nas fotografias e em como retratar essas paisagens feitas por sua imaginação.
Confira abaixo mais criações de Matthew:
Maquete do projeto Strange Worlds parece floresta de verdade (Foto: Matthew Albanese)
Modelo de floresta, criado com madeira, sacos de lixo, açúcar e outros materiais (Foto: Matthew Albanese)
Paisagem tropical construída em estúdio (Foto: Matthew Albanese)
Estúdio em que a maquete da paisagem tropical do projeto Strange Worlds foi fotografada. Algodão, penas e papel alumínio foram usados nesta maquete (Foto: Matthew Albanese)Liquid Pixels faz parte da campanha publicitária do Galaxy Note, da Samsung

Imagine escrever ou desenhar qualquer coisa no smartphone e ver a reprodução disso em tempo real na água? A situação foi concretizada em uma campanha publicitária da Samsung em parceria com o Steak Studio, comandado pelo brasileiro Daniel Kupfer e sua esposa Penelope. O projeto Liquid Pixels resultou em um vídeo sobre o desenvolvimento de uma obra de arte interativa, controlada por meio de um aplicativo no Galaxy Note II, uma mistura de smartphone e tablet. Lançado no dia 27 de novembro, o vídeo já tinha 124 mil visualizações no YouTube em três dias.
O Steak Studio, com sede em Londres, tem o objetivo de transformar ideias surpreendentes em realidade. Basicamente, a empresa trabalha em duas frentes. A primeira é a produção técnica de eventos utilizando tecnologia. A segunda envolve um lado mais criativo e artístico. “Temos nossas ideias, estamos sempre pesquisando e fazendo protótipos. Metade do negócio é produção e a outra é mais conceitual. Uma se alimenta da outra. Como nos envolvemos na produção, acabamos descobrindo inovações dentro do próprio processo”, explica Daniel.
A expectativa de Daniel é que o resultado da parceria com a Samsung dê credibilidade para a empresa desenvolver novas ideias. “É uma prova de conceito. Nós falamos nossas ideias para as pessoas. Tem gente que acha interessante, outras não entendem ou não acreditam que vale o que a gente acha que vale. O projeto mostra que o interesse é muito grande e isso dá confiança para os clientes em potenciais ficarem mais confiantes em investir”, afirma.
Daniel conta que na maioria dos casos, os clientes perguntam: você garante que isso vai funcionar? Isso vai gerar interesse? “Não tenho como garantir isso. A única maneira de descobrir é fazendo. Nosso trabalho é muito de convencer que a ideia vai funcionar, antes de fazer a ideia”, destaca.
O empreendedor conta que ele e Penelope têm muitas ideias, que originalmente se manifestam na forma de arte. Mas a pretensão é desenvolvê-las e levá-las ao mercado em forma de produtos. “Estamos abertos para empreendedores que queiram fazer parcerias para ajudar a concretizar algumas das nossas ideias para o mercado”, destaca Daniel, que foi morar em Londres, em 2004, para cursar mestrado em Design Interativo na Royal College of Art (RCA).
Liquid Pixels. O projeto começou quando a agência Jam, que atende a Samsung, procurou o Steak Studio para participar da campanha Breakfree – mostra vídeos de artistas e suas capacidades criativas. A ideia inicial era mostrar Daniel e Penelope trabalhando no desenvolvimento de um outro projeto. Mas como eles não tinham autorização legal para mostrá-lo, a solução encontrada por Penelope foi apresentar uma nova ideia, com o uso do smartphone.
O projeto cresceu e ganhou tanta importância, que a Samsung tirou o projeto da campanha Breakfree e resolveu lançá-la isoladamente. O resultado foi uma caixa d´água composta por 408 bombas que lançam jatos de água que reproduzem os desenhos ou palavras escritas no aplicativo do smartphone. Tudo em tempo real.
:: Veja o vídeo do Liquid Pixels ::
O Facebook anunciou nesta quarta-feira (21) que pretende compartilhar os dados dos seus usuários com o Instagram. Com a mudança, a rede social será capaz de construir perfis mais completos reunindo os dados dos dois serviços e, consequentemente, fornecer anúncios com mais precisão.
A empresa poderá criar um mecanismo mais complexo, reunindo os seus 1 bilhão de usuários com os 100 milhões de ‘Instagrammers’. O Facebook também afirma que esta será a solução ideal para compreeender melhor seu serviço e promover melhorias.
Com a medida, o Facebook se aproxima de criar um perfil unificado entre os usuários dos dois serviços, incluindo dados pessoais da rede social e do aplicativo fotográfico. Tal resolução se assemelha com o projeto de unificação do Google, implantado em janeiro deste ano.
Reprodução: Telegraph
A empresa de Mountain View, Estados Unidos, afirmou que iria unir os dados pessoais de seus usuários com base nos serviços que utilizam como, por exemplo, e-mail, buscador e Google+, oferecendo uma experiência do usuário mais personalizada. No entanto, a medida não foi muito bem recebida por alguns grupos que alegaram que isso poderia infringir a privacidade do usuário.
Segundo o Telegraph, no novo relatório de uso de dados do Facebook, a empresa planeja eliminar um processo de quatro anos atrás que permitia, em alguns casos, que os usuários da rede votassem sobre políticas de segurança. Anteriomente, se determinada norma recebesse mais de sete mil comentários, a empresa iniciava um processo de votação entre os usuários que poderia até eliminar algumas regras.
Além disso, o Facebook também planeja alterar e afrouxar as restrições de comunicação entre usuários através de seu próprio serviço de e-mail, eliminando algumas configurações e permitindo que os usuários tenham mais controle sobre quem irá se comunicar com eles.
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Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/arte/A-foto-do-seu-perfil-no-Facebook-pode-ir-parar-no-Louvre/

Um grupo de londrinos cansou de ver as obras de arte que ficam expostas nos grandes museus do mundo. Nada de Picasso, Da Vinci ou Van Gogh, eles querem mesmo é que a sua foto do perfil no Facebook ocupe algumas das paredes mais famosas do mundo.
Para isso eles criaram uma página na rede social chamada ‘The Profile Picture Exhibition’. Essa turma está trabalhando para que as fotos sejam expostas em museus de grande importância, como o Louvre, em Paris, e o Museu Metropolitano de Arte de Nova York.
Segundo o CNET, as instituições aceitaram a proposta, mas com uma exigência: o projeto precisa atingir a marca de um milhão de ‘curtir’ no Facebook. Atualmente a página conta com cerca de 6.000 likes, e aqueles que ajudarem a atingir o objetivo terão a sua foto exposta nos museus.
A ideia do grupo é mudar o conceito da arte exposta nesses locais, pois antigamente apenas quem tinha muito dinheiro era capaz de pagar para que um grande pintor fizesse seu retrato e o eternizasse. Hoje, com a arte digital, é possível “democratizar o retrato”.
Gostou da ideia de ser retratado nas paredes do Louvre? Curta a página do The Profile Picture Exhibition no Facebook e ajude-os a atingir a marca de um milhão de curtidas. Confira abaixo o vídeo de apresentação do projeto.
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