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  • Empresa faz patente de método para escolher da cor dos olhos ao risco de doenças no bebê

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2013/10/1351214-empresa-faz-patente-de-metodo-para-escolher-da-cor-dos-olhos-ao-risco-de-doencas-no-bebe.shtml

    Uma empresa americana registrou há uma semana a patente para um teste de DNA que permite a usuários de óvulos e esperma doados tentarem escolher características do bebê a ser concebido. O patenteamento foi feito pela 23andMe, da Califórnia, fundada com capital de U$ 3,9 milhões do Google e investimentos de outras empresas.

    O método de seleção de gametas registrado já está sendo criticado por geneticistas independentes e envolve o rastreamento de genes relacionados tanto a características mais triviais como outras menos. No texto da patente, a empresa sugere que poderia oferecer a receptores de óvulos ou esperma a identificação dos doadores mais propensos a transmitir traços como cor dos olhos e estatura, mas também expectativa de vida e porte atlético.

    Caso venha a ser utilizado, o método registrado usa um algoritmo (série de comandos matemáticos) para cruzar dados de doador e receptor dos gametas de forma a maximizar a chance de a criança nascida ganhar as características desejadas. O pedido de patente exibe um esquema de menu de computador no qual o usuário escolhe as características desejadas e clica um botão para fazer a busca do doador. O método lista como característica passível de escolha até mesmo o sexo do bebê, algo que a maioria dos países proíbe na regulamentação para tratamentos de fertilidade.

    A 23andMe, que tem como uma das fundadoras Anne Wojcicki –ex-mulher de Sergey Brin, co-fundador do Google– diz que a patente se aplica a um produto que a empresa já oferece. É uma “calculadora de hereditariedade de traços familiares”, que serve para “você e seu cônjuge saberem que tipos de características seus filhos devem herdar”.

    A empresa afirma, na época em que havia submetido o pedido da patente, há mais de cinco anos, ainda considerava a possibilidade de aplicar o a tecnologia da “calculadora” em métodos de escolha de gametas em clínicas de fertilização, mas desistiu de fazê-lo depois.

    Ainda assim, em comentário na revista científica “Genetics and Medicine”, um grupo de eticistas questiona a concessão do “invento”. “Em nenhum estágio durante a análise do pedido de patente, o examinador questionou se técnicas que facilitam ‘projetar’ futuros bebês humanos seriam objeto apropriado para patentes” afirma o grupo, liderado por Sigrid Sterckx, da Universidade de Ghent, na Bélgica. “Não é a primeira vez que a 23andMe se envolve em controvérsia. Após a empresa ter anunciado em seu blog em maio de 2012 que havia conseguido a patente para um teste de propensão ao desenvolvimento do mal de Parkinson, o blog foi inundado de reações de clientes insatisfeitos, aqueles que haviam fornecido os dados genéticos e fenotípicos do biobanco da 23andMe.”

    Sterckx questiona se as mesmas pessoas teriam autorizado a empresa a usar o biobanco para desenvolver o método de seleção de gametas patenteado agora. A empresa nega uso indevido de informação privativa. “Estamos comprometidos com nosso princípio fundamental de dar às pessoas acesso a seus próprios dados genéticos.”

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  • 5 dos empregos mais arriscados da ciência

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    Conheça algumas atividades superarriscadas às quais inúmeros pesquisadores se dedicam.
    5 dos empregos mais arriscados da ciência

    Não pense que os cientistas se limitam apenas em ficar trancafiados em laboratórios com os olhos colados a microscópios ou misturando elementos químicos para ver o que acontece. Na verdade, como você já sabe, a ciência é muito mais abrangente do que isso, e muitos pesquisadores arriscam suas vidas e os limites de seus corpos para dar continuidade a seus estudos. Confira a seguir algumas das situações mais arriscadas às quais eles se submetem:

    1 – Exploradores de cavernas submarinas

    Fonte da imagem: pixabay

    O estudo de cavernas submarinas pode revelar informações vitais sobre a variação do clima do planeta ao longo da História e sobre ecossistemas pouco conhecidos, mas alguém precisa mergulhar até elas para coletar esses dados. No entanto, os profissionais que se arriscam a fazer isso nunca sabem ao certo que tipos de risco poderão encontrar pela frente.

    Afinal, basta com que os mergulhadores batam com suas nadadeiras no lugar errado para que uma enorme quantidade de sedimentos fique em suspensão e bloqueie a visibilidade, por exemplo, deixando-os às cegas em um local desconhecido e com uma quantidade limitada de oxigênio. Isso sem contar muitas outras situações de risco às quais esses profissionais se submetem durante as explorações.

    2 – Astronautas

    Fonte da imagem: pixabay

    Não restam dúvidas de que os astronautas contam com um dos empregos mais incríveis que existem. Afinal, quem não gostaria de poder passear de foguete e visitar o espaço? Por outro lado, apesar de fascinante, esse trabalho também é extremamente perigoso. Além de se submeterem a um intenso processo de treinamento, esses profissionais se expõem a um dos ambientes mais hostis que existem, sendo bombardeados constantemente pela radiação.

    Isso sem contar o alto risco de acidentes durante os voos — 1 em cada 100 —, e o fato de que muitos astronautas sofrem de atrofia muscular e enfraquecimento ósseo após ficarem durante um período de tempo prolongado em um ambiente sem gravidade.

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  • Teste molecular que prevê risco de tumor voltar recebe prêmio

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    Um teste molecular feito a partir da saliva de pacientes que passaram por tratamento do câncer de cabeça e pescoço é capaz de prever a recidiva do tumor antes mesmo de surgirem os sinais clínicos.

    O estudo que levou ao desenvolvimento do teste ganhou o Prêmio Octavio Frias de Oliveira na categoria Pesquisa em Oncologia. O trabalho reuniu a Universidade Federal de São Paulo, o A.C. Camargo Cancer Center e o Hospital do Câncer de Barretos.

    A premiação, uma iniciativa do Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira), em parceria com o Grupo Folha, acontece hoje às 11h. A láurea leva o nome do publisher da Folha, morto em 2007.

    Editoria de arte/Folhapress

    Neste ano, entrou na premiação uma nova categoria–Inovação em Oncologia–, voltada a trabalhos científicos e patentes de brasileiros com potencial aplicação no tratamento do câncer.

    O trabalho vencedor revelou que uma molécula criada a partir de um fungo pode ajudar no combate ao câncer de bexiga e à tuberculose. O estudo foi feito pela rede de pesquisa Farmabrasilis em colaboração com a Unicamp e a Universidade Federal do ABC.

    Na categoria Personalidade em Destaque, a vencedora é a médica Silvia Regina Brandalise, 70, por sua atuação no Centro Boldrini, unidade de tratamento do câncer infantil ligada à Unicamp.

    Para cada categoria, a premiação é de R$ 16 mil. Representantes da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e das academias de medicina e de ciências integraram a comissão julgadora do prêmio.

    Segundo Paulo Hoff, diretor do Icesp, apesar de o total de trabalhos inscritos ter caído em relação ao ano anterior (de 27 para 10), a qualidade melhorou: “Vivemos um momento de pujança da produção científica nacional. Queremos estimular mais a participação de pesquisadores de fora do Estado de São Paulo”.

    PESQUISAS VENCEDORAS
    O câncer de cabeça e pescoço é um dos dez mais frequentes nos homens, mas o tratamento pouco evoluiu nas últimas décadas. A taxa de sobrevida é baixa: 50% em cinco anos. Parte disso é atribuída ao alto índice de recidiva do tumor, de 30% até dois anos após o tratamento.

    Daí a importância do teste que detecta alterações celulares que vão levar ao desenvolvimento do tumor. “O olho molecular enxerga antes do olho clínico”, diz o líder da pesquisa, o biólogo André Vettore, 43, da Unifesp.

    Após tratar o câncer, o paciente é acompanhado de seis em seis meses. “O médico olha e não vê o tumor, mas as células tumorais podem já estar presentes.” Segundo ele, pacientes com alterações no teste tiveram cinco vezes mais risco de ter recaída em relação aos sem alterações. O exame é experimental.

    A pesquisa que venceu em inovação mostrou os mecanismos de ação da molécula P-MAPA. Testes com células humanas e roedores revelaram que ela ativa receptores na célula, capazes de auxiliar na redução do tumor.

    Segundo o coordenador da pesquisa, Wagner José Fávaro, 33, do Instituto de Biologia da Unicamp, o ineditismo do trabalho foi mostrar que existe uma via comum para a doença infecciosa e o câncer: “A imunoterapia pode levar ao tratamento de ambas”.

    O efeito da P-MAPA foi comparado com o da vacina BCG, usada na prevenção da tuberculose e contra o câncer de bexiga. Nos ratos tratados com a BCG, houve redução de 20% a 30% do tumor. No grupo que recebeu a P-MAPA, a diminuição foi de 90% a 95%.

    MÉDICA LIDEROU TRATAMENTO
    Há três décadas à frente do Centro Infantil Boldrini, de Campinas (SP), a médica Silvia Regina Brandalise, laureada na categoria Personalidade em Destaque do Prêmio Octavio Frias de Oliveira, viu nesse período as chances de cura de alguns tipos de câncer da criança pular de menos de 5% para até 80%.

    “O câncer sempre foi tema de adultos. A oportunidade de montar um hospital pediátrico foi importante para mudar o curso da doença.”

    Mas, para ela, ainda é preciso investir mais na capacitação dos profissionais de saúde para o diagnóstico precoce dos tumores infantis.

    “O câncer da criança tem uma evolução muito mais rápida do que o do adulto. Mas responde rapidamente à quimioterapia. O diagnóstico precoce é fundamental para aumentar as chances de cura”, afirma Silvia.

    Desde 1978, a médica esteve na liderança dos principais protocolos que definiram os tratamentos da leucemia linfoide, o tipo de câncer infantil mais frequente.

    Ela coordena o Serviço de Hematologia-Oncologia Pediátrica da Unicamp e já presidiu as sociedades brasileira e latino-americana da área.

    Outro desafio, segundo a médica, é a compreensão dos fatores ambientais relacionados ao câncer, como o uso de pesticidas e hormônios.

    “A exposição ao benzeno está associada à leucemia do lactente e a tumores cerebrais. O impacto é antes, durante e depois da gestação.”

    O Boldrini faz parte um projeto internacional que mapeia os fatores de risco para o câncer infantil. O centro vai acompanhar 100 mil crianças nascidas na região, desde o pré-natal até os 18 anos

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  • Emprestar maquiagem traz risco de doenças: saiba mais

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    Muitas mulheres possuem o hábito de emprestar e até mesmo trocar maquiagens. Isto, no entanto, pode aumentar o risco de contaminação e comprometer a saúde. Os problemas mais comuns afetam principalmente a pele e os olhos.

    641756 Emprestar maquiagem traz risco de doenças saiba mais 2 Emprestar maquiagem traz risco de doenças: saiba mais

    DOENÇAS TRANSMITIDAS POR MAQUIAGEM

    O simples fato de emprestar o batom, a base ou o rímel para alguém pode causar sérios problemas de saúde. A transmissão de doenças infecciosas acontece principalmente quando há uma lesão na pele. Vale lembrar também que os principais vilões da contaminação são as esponjas e pincéis.

    A foliculite é uma das doenças que podem ser transmitidas ao emprestar maquiagem. Ela é causada por uma bactéria e os principais sintomas se manifestam através de erupções cutâneas, que se confundem com as acnes. Se uma mulher com foliculite usar base no rosto e emprestar a mesma esponja para uma amiga, ela pode transmitir a doença.

    641756 Emprestar maquiagem traz risco de doenças saiba mais Emprestar maquiagem traz risco de doenças: saiba mais

     

    Outra enfermidade que pode ser transmitida através da maquiagem é aconjuntivite. O problema consiste em uma inflamação da conjuntiva, ou seja, uma membrana fina que reveste o globo ocular. Os sintomas característicos são olhos vermelhos, pálpebras inchadas, coceira e secreções. Se a mulher aplicar sombra ou delineador e, em seguida, emprestar a sua maquiagem, ela pode transmitir a infecção viral.

    As mulheres que compartilham de um mesmo batom podem sofrem com herpes, uma doença infecciosa que se caracteriza principalmente pelas lesões que se formam nos lábios.

    contaminação por alguma doença não é percebida logo após a aplicação do produto contaminado. A mulher pode, por exemplo, se maquiar no salão de beleza, ficar linda e perceber um inchaço nos olhos no dia seguinte.

    COMO EVITAR A CONTAMINAÇÃO DAS MAQUIAGENS?

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    Confira a seguir dicas para evitar a contaminação das maquiagens:

    • Os produtos devem ser armazenados em um ambiente totalmente limpo.

    • A maquiagem não deve ser guardada com outros itens que favorecem a contaminação, como é o caso de dinheiro e documentos.

    • As esponjas devem ser evitadas na hora de se maquiar, pois elas acumulam bactérias. A mulher conta com outras possibilidades mais seguras, como os pincéis.

    • Para evitar a contaminação dos pincéis de maquiagem, é importante lavá-los a cada 15 dias, com shampoo neutro e sem deixar a água escorrer para dentro das cerdas. A secagem dos itens deve acontecer na horizontal.

    • Quem vai se maquiar no salão de beleza e não tem confiança nos produtos utilizados deve levar os próprios pincéis de maquiagem.

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  • “Embalagem inteligente” avisa quando o produto está prestes a expirar

    Acesse:http://hypescience.com/%E2%80%9Cembalagem-inteligente%E2%80%9D-avisa-quando-o-produto-esta-prestes-a-expirar/

    Uma nova pesquisa está desenvolvendo uma geração de embalagens inteligentes que indica quando a comida está estragando. Os indicadores são feitos de “plásticos inteligentes” que mudam de cor quando o alimento perde seu frescor.

    No Reino Unido, estima-se que cerca de 8,3 milhões de toneladas de alimentos são jogados fora a cada ano; a maioria dos quais poderia ser comido. Pensa-se também que há cerca de um milhão de casos de intoxicação alimentar por ano.

    A embalagem irá melhorar a segurança dos alimentos e diminuir o desperdício. O novo invólucro alerta os consumidores quando a comida está prestes a perder seu frescor porque a embalagem está danificada ou aberta, porque excedeu a data de validade, ou porque foi mal refrigerada.

    Atualmente, a indústria alimentícia utiliza geralmente apenas etiquetas inseridas no pacote para alertar o consumidor da validade do alimento. Essas etiquetas têm um custo significativo.

    Os pesquisadores querem criar um novo tipo de indicador que faz parte da embalagem em si e, portanto, muito mais barato. Ele será usado como parte de uma forma de embalagem de alimentos conhecidos como embalagem de atmosfera modificada, que mantém os alimentos em condições especialmente criadas que prolongam sua vida útil.

    A embalagem de atmosfera modificada está sendo cada vez mais usada para conter o crescimento de organismos que estragam alimentos, mas os custos das etiquetas utilizadas atualmente com essas embalagens são substanciais. O objetivo dos cientistas é eliminar esse custo, com novos plásticos para a indústria de embalagens.

    Os pesquisadores desejam reduzir o risco das pessoas de comer alimentos que não estão aptos para o consumo e evitar o desperdício. A embalagem deve ter um impacto direto e positivo principalmente na indústria de carnes e frutos do mar.

    A equipe também acredita que seu trabalho poderia resolver a confusão potencial sobre os significados diferentes das etiquetas de “data de validade” e “fabricado em”, bem como realçar a necessidade dos alimentos de serem armazenados com segurança, em geladeiras que funcionem apropriadamente.

    Os pesquisadores esperam ter um produto viável comercialmente em breve.

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  • Falta de peixe e consumo de bebidas diets podem prejudicar a gestação e o bebê

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    Cuidados na alimentação devem ser frequentes, principalmente em gestantes.

    Os produtos “lights” e a falta de peixes precisam ser evitados, segundo pesquisas desenvolvidas por pesquisadores dinamarqueses. A alimentação saudável com peixes no cardápio e a ausência de adoçantes artificiais, refrigerantes diets e produtos lights, pode reduzir o risco de pré-eclâmpsia na mãe e asma no recém-nascido.

    Este foi um dos resultados da pesquisa apresentados em um seminário em Copenhague, realizado pelo State Serum Institute, responsável por pesquisas na área de saúde na Dinamarca e organizado pelo Centro para Programação Fetal. A pesquisa foi publicada recentemente na revista PlosOne.

    “Nós temos monitorado os hábitos alimentares de 50.000 mulheres grávidas”, disse o professor Thorhallur Halldorsson. “Aquelas que nunca ou raramente comiam peixe nos primeiros três meses de gravidez, tiveram o dobro de chances de desenvolver pré-eclâmpsia comparado com aquelas que comiam peixe regularmente durante a gravidez precoce”.

    Gestantes foram convidadas a preencher questionários da dieta que levavam durante os três primeiros meses de gravidez. Observando também outros fatores do estilo de vida das mulheres, cientistas encontraram uma forte ligação entre uma dieta pobre em peixes e o risco de pré-eclâmpsia, que é caracterizada por aumentar a pressão arterial, criar edema (inchaço) e a perda de proteína pela urina.

    O dobro das mulheres que responderam os questionários e disseram que nunca comeram peixe teve pré-eclâmpsia, comparando com aquelas que comeram peixe em pratos quentes ou sanduíches, pelo menos uma vez por semana.

    Nós não sabemos se é o óleo de peixe ou os altos teores de vitamina D que reduz o risco de pré-eclâmpsia. Isso é algo que nós vamos observar em estudos futuros“, disse Halldorsson. Os pesquisadores suspeitam fortemente que é a vitamina D seja a grande responsável pelo efeito benéfico sobre os processos inflamatórios no corpo feminino.

    Pesquisas anteriores indicam que a vitamina D, tem um papel importante na gravidez. Mulheres que vivem na região nórdica e engravidam no outono, têm o risco aumentado de desenvolver pré-eclâmpsia. Isso acontece porque as mulheres não recebem luz solar suficiente para promover a absorção de cálcio, explica Halldorsson.

    Em outro estudo dinamarquês ficou claro que os refrigerantes “light” ou “diet” possuem efeito negativo sobre o desenvolvimento do feto no útero da mãe. Se uma mulher grávida bebe refrigerantes diet frequentemente, o risco de o bebê ter asma quando tiver sete anos de idade é aumentada em 30%.
    O estudo demonstrou também que bebês com 18 meses de idade têm um risco 23% maior de serem diagnosticados com asma se sua mãe bebeu muita bebida light ou diet durante a gravidez.Foram analisadas amostras de sangue e os questionários de 60 mil mulheres grávidas dinamarquesas. Uma das perguntas do questionário era sobre o consumo de refrigerantes.

    Em 2011, outra pesquisa desenvolvida pelo Centro para Programação Fetal, na Dinamarca, relacionou a ingestão de ômega-3 na redução do risco de doenças cardiovasculares. O ômega-3, é um ácido graxo presente principalmente nos peixes de águas frias como atum, salmão e sardinha, bacalhau e arenque.

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  • Previna-se da micose nessas férias

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    Confira a seguir algumas dicas de especialistas para que a doença não atrapalhe seus dias de lazer.

    361815 esps pes mais bonitos e saudaveis no verao Previna se  da micose nessas férias Finalmente, férias! O final do ano é o período em que muitos poupam alguns dias para um merecido repouso, recarregando assim as energias para enfrentar os desafios do ano seguinte. Nesses dias, é natural as pessoas aproveitarem o sol à beira da piscina ou a beira do mar, porém, para que uma infecção como a micose não atrapalhe as horas vagas, é necessário tomar alguns cuidados.
    Marcada por transformações na pele como pequenas bolhas de água, rachaduras, além de coceira e ardência, a micose costuma ser incômoda e resistente.

    Geralmente essa infecção pode ser diagnosticada apenas pela aparência das lesões, a partir de um exame clínico feito por um especialista, porém o profissional pode pedir exames para descobrir qual a espécie da enfermidade a atingir a parte do corpo.

    No entanto, algumas ações podem afastar o risco de infecção. “É preciso redobrar os cuidados ao utilizar vestiários públicos em clubes, evitar andar descalço na praia ou à beira da piscina, optar pelo uso de roupas mais leves e secar cuidadosamente dobras do corpo e os pés”, afirma o médico Luiz Guilherme Martins Castro.

    Nas férias de verão, também é normal que as pessoas usem vestimentas que deixam o corpo mais exposto e aproveitem as ocasiões de descanso para se bronzear. É exatamente quando a pele está mais queimada que a Pitiríase Versicolor conhecida popularmente como ‘Pano Branco’ fica mais aparente já que as manchas se destacam pelo corpo, originando ainda uma descamação fina e branca.

    A mistura do calor do sol e a umidade originada pelo suor também facilita a reprodução dos fungos geradores da micose que atingem  qualquer região do corpo. Esses fungos podem ser encontrados em qualquer lugar, coisa ou objeto.

    Por isso, evite emprestar roupas e itens de manicure. Porém, se vier a apresentar os sintomas, o tratamento desta enfermidade pode ser feito com a ajuda de medicamentos, sendo aplicado diretamente na região afetada.

    Férias sem estresse

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    Confira a seguir algumas dicas de especialistas para que a doença não atrapalhe seus dias de lazer.

    1. Não interrompa o tratamento antes do tempo estimado. Pois, desse modo, é possível evitar que a doença periódica, característica de uma infecção que retorna ao mesmo lugar por não ter siso tratada corretamente;

    2. Use sempre sapatos abertos ao caminhar em lugares compartilhados;

    3. Não divida itens pessoais;

    4. Seque bem o corpo depois da ducha, sobretudo entre os dedos e as dobras em geral;

    5. Evite vestimentas sintéticas, pois a transpiração misturada com o calor gerado pelo tecido, pode favorecer o aparecimento da doença.

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  • O que aconteceria se os astronautas de Marte ficassem doentes?

    Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/saude/O-que-aconteceria-se-os-astronautas-de-Marte-ficassem-doentes/

    Astronauta

    Uma pesquisa recente descobriu que os astronautas podem estar sujeitos a contaminações se participarem de missões espaciais prolongadas, em microgravidade. Os resultados do estudo indicam que tais fatores predispoem a proliferação de bactérias.

    A microgravidade não apenas enfraquece o sistema imunológico dos astronautas, mas  também aumenta os fatores de virulência e resistência de alguns microorganismos, diz o especialista em doenças infecciosas Dr. Leonard Mermel, da Universidade Brown e do Hospital de Rhode Island.

    Astronautas Atlantis

    E em um ambiente sem gravidade, os germes lançados por tosses e espirros não obedecem os princípios que conhecemos aqui na Terra, isto é, eles não são atraídos para o chão. Tais microorganismos continuam flutuando por toda a nave. Isso significa que as chances de serem inalados por outros astronautas são grandes, e, além disso, estes pequenos agentes causadores de doenças podem, perfeitamente, se instalar em vários tipos de superfícies.

    “Então você suprime a resposta imunológica humana e aumenta a capacidade dos micróbios de causar infecção, e junta estes dois fatores a um terceiro, um ambiente confinado onde partículas transportadas por via aérea podem permanecer no ar por um período prolongado de tempo”, diz o doutor.

    Infelizmente, o ar em uma nave espacial deve ser recirculado de tempos em tempos, o que significa que os astronautas não podem usar desinfetantes hospitalares nem produtos de higiene para as mãos, porque podem emitir vapores nocivos.

    Mas de acordo com Mermel, ainda há algumas medidas que podem ser tomadas para reduzir o risco. A NASA já implementou a maioria delas, como vacinação de astronautas contra vários tipos de doenças, incluindo a gripe. E já está preparando novas vacinas contra doenças mais graves, como a tuberculose.

    A comida é irradiada seletivamente e os astronautas precisam usar lenços desinfetantes, máscaras cirúrgicas e respiradores. E ainda carregam vários antibióticos a bordo.

    Entretanto, Mermel sugere que as vacinas devem ser expandidas para incluir outros germes, como o Miningococcus e o Pneumococcus. Também é necessário realizar uma triagem mais ampla antes do voo. Os astronautas poderiam ser triados em busca de todas as variações de Staphylococcus aureus, incluindo algumas formas resistentes a antibióticos, e suas fezes deveriam ser examinadas em busca de Salmonella.

    É preciso encontrar uma maneira de filtrar o ar de maneira que não excedesse os orçamentos de energia. Se isso fosse possível, seria um grande objetivo, senão o principal, a ser alcançado pela NASA nessas missões, diz o médico.

    Uma das maiores medidas que a NASA deve tomar é saber se deve ou não irradiar mais alimentos para viagens maiores. Enquanto isso parecer ser uma boa solução para exterminar os  germes, pode acabar com bactérias benéficas que são necessárias à flora intestinal do ser humano.

    “Nós evoluímos para ter estes micróbios no interior de nossos tratos gastrointestinais, nosso sistema imunológico interage com eles e é estimulado por eles, o que faz com que sejam parte de nosso mecanismo homeostático”, explica Mermel.

    São detalhes e detalhes que podem acabar colocando uma missão inteira a perder. Do ponto de vista médico e salutar, é extremamente necessário que a NASA se coloque de prontidão a resolver tais questões, de maneira a oferecer aos astronautas um ambiente mais propício a seus sistemas imunológicos durante viagens longas pelo espaço.

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