Caminhar até o trabalho ajuda a emagrecer e a sair do sedentarismo

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Os deslocamentos diários provocam um gasto calórico extra e podem valer mais do que três dias de academia

As caminhadas realizadas como deslocamento, como ir ao mercado, ir ao trabalho, ou mesmo, até um ponto de ônibus são muito válidas no processo de emagrecimento e condicionamento físico.

ESCRITO POR:Fernanda Andrade

Educação Física

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ESPECIALISTA MINHA VIDA

A quantidade de passadas que damos ao longo do dia contam como atividade física. O ideal é chegar próximo de 10.000 passos ao final do dia, mas comece devagar, com 5.000 passos você já sairá do sedentarismo. Você poderá medir o número de passadas com um pedômetro ou mesmo um aplicativo de celular que quantifique as passadas dadas no seu dia.

Esses deslocamentos diários e frequentes provocam um gasto calórico extra e incluem mais movimento na sua vida. Isso se faz tão importante, que pesquisas mostram que indivíduos que possuem hábitos diários de atividades com mais movimentos perdem mais peso que indivíduos que fazem três dias de academia. Isso quer dizer que precisamos colocar atividade física diariamente em nossa vida para termos resultados efetivos.

O tênis é o mais indicado para esses deslocamentos. Vale a pena ir para o trabalho de tênis, e chegando lá coloque o sapato. O tênis é a melhor alternativa porque possui amortecimento e protege os pés, pernas e a coluna de impactos. Assim, a pessoa irá evitar lesões.

Não faça a caminhada com rasteirinhas. Isto porque elas não possuem nenhum amortecimento e ainda colocam os membros inferiores em posições desconfortáveis. O uso deste tipo de calçado pode levar a lesões.

A bolsa deverá ser leve, não faça caminhadas com bolsas pesadas ou com alças de um lado só. Você poderá substituir sua bolsa por uma mochila, assim distribuirá bem o peso e não sobrecarregará sua coluna.

Quanto à roupa que será escolhida para a caminhada, não é necessário vestir modelos específicos para praticar este tipo de exercício. A própria roupa do trabalho é uma alternativa.

Inicie devagar, deslocando-se pequenos trechos e estenda com o tempo. Isso fará com que aumente seu tempo e distância nas caminhadas sem sentir tanto cansaço.

Uma boa tática para driblar o cansaço de um dia de trabalho e conseguir voltar a pé para casa é pensar em algo que irá te motivar. Por exemplo, lembre-se daquela calça que está apertada e que com as caminhadas você perderá peso e conseguirá vesti-la. Outro ponto a se pensar é na economia de combustível ou com a condução que está sendo feita.

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Maus hábitos de vida contribuem para o aparecimento da pressão alta em jovens

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Segundo a SBC, crianças obesas têm oito vezes mais chances de desenvolver hipertensão

A medição da pressão deve ser feita a cada seis meses, avisa médico Getty Images

Nesta sexta-feira (26), data em que se comemora o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, a nefrologista pediátrica Vera Koch, da SBH (Sociedade Brasileira de Hipertensão), adverte que a doença não é restrita a idosos. O problema pode aparecer em faixas etárias mais jovens, especialmente por causa dos maus hábitos de vida.

— Obesidade, sedentarismo e consumo excessivo de sal e gorduras são fatores de risco para o desenvolvimento da hipertensão em crianças, adolescentes e adultos jovens.

Segundo a SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia), crianças obesas têm oito vezes mais chances de desenvolver o quadro. Em idades mais avançadas, como adolescentes e adultos jovens, o consumo de bebidas alcoólicas, o uso de cigarro e outras drogas também contribuem para o surgimento da doença cada vez mais cedo.

Hipertensão atinge mais mulheres do que homens no Brasil

Apesar de, na maioria das vezes, a doença não apresentar sintomas, o cardiologista Carlos Alberto Machado, diretor da SBC, alerta para alguns sinais que ajudam a identificar o problema.

— Pessoas que têm tonturas, falta de ar, palpitações, enjoos, náuseas, dor de cabeça frequente e alterações na visão devem procurar ajuda médica.

Uma vez que a doença não é tratada, ela pode trazer como consequência problemas cardiovasculares mais graves, como infarto, insuficiência cardíaca e AVC (Acidente Vascular Cerebral).

Outros fatores de risco

De acordo com Vera, 3% a 5% das crianças e adolescentes brasileiros já são hipertensos. Geralmente, o quadro está associado à hereditariedade e doenças já existentes.

— Se a criança tiver algum parente hipertenso ou nascer com má formação nos rins ou com um estreitamento na aorta, é fundamental que ela tenha um monitoramento clínico já nos primeiros dias de vida.

OMS alerta para importância do controle da hipertensão

Apesar de os pais não terem costume de medir a pressão nesta faixa etária, a médica recomenda fazê-lo desde a primeira consulta ao pediatra. O valor deve ser de 12 por 8.

Tratamento e prevenção

O tratamento da hipertensão vai desde mudanças de hábitos de vida até o uso de medicamentos. Quando iniciado, o acompanhamento é para sempre, avisa o cardiologista.

— A mudança de hábitos alimentares, a prática regular de atividade física e a medicação, quando necessária, são importantes e devem ser contínuas não devendo ser abandonadas mesmo que os valores da pressão tenham sido normalizados, a não ser por orientação médica.

Independentemente da idade, o médico orienta medir a pressão a cada seis meses.

— O valor não deve ultrapassar de 14 por 9.

No caso de pessoas hipertensas, o procedimento deve ser feito a cada três meses. Em quadros mais graves, a periodicidade pode ser ainda menor.

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Qual o tratamento certo para cada estágio de celulite

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Descubra qual o nível dos seus furinhos e a maneira mais eficaz de eliminá-los

Crédito: Thinkstock

É difícil encontrar uma mulher que não tenha problemas com a celulite. Afinal, os temidos furinhos são bem democráticos e estão presentes tanto nas mais magras quanto naquelas que estão acima do peso. Alguns especialistas acreditam, inclusive, que eles estão presentes nos corpos de 95% das mulheres.

E combater o problema não é tarefa fácil. O TodaEla já publicou um guia com 10 tratamentos para que realmente ajudam a suavizar a celulite, mas outros fatores também influenciam. Alimentação adequada, prática de exercícios físicos e escolher o procedimento certo fazem toda a diferença na luta contra o efeito casca de laranja.

Vale lembrar que a celulite aparece com mais frequência em certos locais do corpo, como região glútea, coxa, abdome e braços. Em casos mais raros, ela pode ser encontrada na região interna do joelho e nos tornozelos. Apesar de existir locais mais propensos para o surgimento do problema, identificar as causas é mais complicado. Isso porque diversos fatores influenciam o aparecimento dos furinhos, como herança genética, alterações hormonais, alimentação desregulada, acúmulo de gordura corporal e sedentarismo.

Assim, a celulite é parte de um processo inflamatório das células gordurosas. Em resumo, o tecido adiposo aumenta e comprime os vasos linfáticos e as veias, gerando um edema que prejudica a circulação. Por isso, antes de investir em tratamentos, é preciso optar por um estilo de vida saudável.

As fisioterapeutas da Clínica Estética Los Angeles, localizada em Curitiba, indicam eliminar alguns vilões da dieta para começar o combate à celulite. Entre eles estão o álcool e o cigarro, além de sal, gorduras, frituras, doces e refrigerantes em excesso. A recomendação é praticar exercícios físicos e manter a alimentação balanceada. Além disso, vale prestar atenção ao look de todo dia: evitar salto alto e roupas justas que prejudiquem a circulação também ajuda a suavizar os furinhos.

Outra dica é apostar em uma massagem turbinada para complementar o tratamento escolhido, independente do nível da sua celulite. O exemplo da clínica curitibana é a sessão feita em todo o corpo a partir de movimentos intensos, rápidos e repetitivos com o auxílio de rolos de sucção com miniventosas que ativam a circulação, eliminam as toxinas e aumentam a oxigenação e a nutrição celular.

Porém, quem quer combater o problema da maneira mais eficaz pode conferir a lista abaixo. Nela, você encontra dicas para identificar em qual estágio está a sua celulite e quais os procedimentos que se adéquam mais a cada situação. Veja as dicas e elimine os furinhos para o verão.

Estágio 1

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O estágio 1 da celulite é o mais fácil de tratar, já que é possível optar por tratamentos mais suaves. Ele é caracterizado por apenas uma discreta dilatação das veias do tecido gorduroso, sendo que quase não há sinais visíveis.

Para a fisioterapeuta Juliana Cella, da clínica Los Angeles, a combinação de Manthus e Drenagem Linfática é a mais indicada nesse caso. “Essas duas técnicas associadas vão evitar o avanço do grau da celulite e atuarão como prevenção”, afirma ela.

O Manthus é praticamente indolor e apresenta resultados rápidos. Ele combina ultrassom e correntes elétricas, quebrando as células de gordura em partículas menores. Os estímulos elétricos então fazem com que elas sejam eliminadas pela urina.

Já a Drenagem Linfática é uma massagem feita com movimentos leves que ativam a circulação, favorecem a oxigenação celular, reduzem o inchaço e, consequentemente, combatem a celulite. A sessão de, em média, uma hora também faz bem para o bem-estar, pois ajuda a relaxar.

Estágio 2

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No estágio dois da celulite, já é possível observar as irregularidades na pele. Isso porque o aumento do volume das células provoca alteração circulatória, comprimindo as veias e os vasos linfáticos. O resultado é um inchaço das células de gordura que começam a ficar acumuladas.

Nesse caso, vale apostar na combinação de Powershape e Velashape, como aconselha a fisioterapeuta da clínica curitibana, Renata Marquetti. “Os dois procedimentos ativam a circulação e estimulam a produção de colágeno e fibras elásticas”, explica ela.

O Powershape Plataform possui tecnologia “seis em um” para associar diferentes técnicas. Assim, a integração dos procedimentos permite a quebra das células de gordura e estímulo da produção de colágeno e elastina. O resultado é uma pele mais lisa e uniforme.

O Velashape, por sua vez, alia radiofrequência, infravermelho e massagem para combater não apenas a celulite, mas também a flacidez e a gordura localizada. Recentemente, foi lançada a versão II do aparelho, que é três vezes mais potente. Assim, a promessa é esculpir o corpo, ativar a circulação, melhorar a vitalidade da pele e, claro, suavizar os furinhos.

Estágio 3

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As mulheres que estão no estágio 3 da celulite já possuem o aspecto “casca de laranja” na região atingida. Nesse nível ocorre uma desorganização do tecido e o aparecimento de nódulos que são vistos como irregularidades na superfície da pele. Há também um comprometimento da circulação.

Para combater o problema, a fisioterapeuta Gabrielle Kadri, da clínica Los Angeles, indica a combinação de Velashape e Carboxiterapia. “Enquanto a Carboxiterapia aumenta a oxigenação da região, o Velashape ajuda a diminuir as células de gordura”, comenta ela.

Vale ressaltar que a Carboxiterapia é um tratamento um pouco mais doloroso e invasivo, pois conta com injeções que preenchem as camadas inferiores da pele e promovem a oxigenação do tecido.

Estágio 4

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O estágio 4 é aquele que a celulite está mais avançada. Os furinhos são duros e a região fica com depressões. Em razão dos nervos comprimidos, a sensação de dor no local é comum. Nesse nível, a aparência de casca de laranja pode ser vista até mesmo através das roupas.

Para combater o problema, a dica da fisioterapeuta Juliana Cella é combinar Cavitação e Velashape. “A cavitação provoca a formação de microbolhas no tecido adiposo que implodem e são eliminadas por vias naturais. Aliada ao Velashape, ela promoverá também a produção de colágeno”, explica ela.

Antes de começar um tratamento, as especialistas recomendam uma consulta com um fisioterapeuta ou profissional especializado para conferir se os aparelhos realmente se adéquam às suas necessidades e se não há contraindicações para o seu estilo de vida. Ainda assim, não é preciso se preocupar: sempre haverá um procedimento para ajudar você a se livrar dos furinhos.

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Emagrecimento sem exercício é insustentável’, diz o treinador Atalla

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O treinador físico Marcio Atalla, que atualmente tenta converter o ex-jogador de futebol Ronaldo aos exercícios, foi enfático ao responder à questão “o que emagrece mais?”: “É óbvio que o maior problema da obesidade é o sedentarismo. A alimentação tornou-se importante porque hoje o gasto calórico médio da população é ridículo.”

Segundo ele, regimes sem atividade física são insustentáveis e, a longo prazo, acabam em efeito sanfona.

“A dieta, sozinha, vai naufragar sempre. Quando você faz só a restrição alimentar, tem que comer cada vez menos para continuar perdendo peso. Com o emagrecimento, o metabolismo vai caindo [ficando mais lento]”, afirma.

Segundo Atalla, isso ocorre porque fazendo só dieta a pessoa perde, além de gordura, massa magra (músculo), tecido que, em repouso, gasta mais energia do que a gordura.”Quando a pessoa para de emagrecer, o metabolismo está mais baixo e ela volta a engordar com a mesma quantidade de alimento que ingeria antes.”

Esse, porém, é um ponto controverso. O pesquisador americano Timothy Church, por exemplo, argumenta que o maior efeito do exercício não é aumentar o metabolismo, e sim queimar calorias durante a prática.

“Não há erro em dizer que o exercício é determinante para manter o peso depois de emagrecer, mas o mecanismo exato de como isso acontece ainda não é compreendido pela ciência”, diz o médico.

Os especialistas concordam no seguinte ponto: pessoas que emagrecem sem se exercitar perdem músculo. Esse seria um ‘contra’ de aderir apenas à dieta.

Mas não se sabe o quanto de massa magra é perdida, explica o endocrinologista Bruno Geloneze, do laboratório de investigação em metabolismo e diabetes da Universidade Estadual de Campinas.

“Depende da genética, do tipo de exercício. Mesmo assim, a maior parte do peso perdido é gordura”, diz.

MAIS MASSA MAGRA

De acordo com Geloneze, mais importante do que perder peso é mudar a composição corporal. “Emagrecer é diminuir a quantidade de gordura no corpo, não só perder quilos”, explica.

Quem treina pode até ganhar uns quilos porque há um ganho de músculo, que é mais pesado que a gordura.

Para Atalla, os ganhos da atividade física para a saúde são mais certos e mais importantes do que a diminuição de um número no manequim.

“Não existe alimentação que faça você ter os ganhos de saúde cardiovascular que o exercício traz. É mais interessante um gordinho ativo do que um magro sedentário”, compara.

Dois estudos publicados em setembro comprovaram que o condicionamento físico conta mais que o peso para a saúde cardiovascular. Uma das pesquisas analisou dados de 43 mil americanos e descobriu que os obesos ativos tinham um menor risco de morte e indicadores de saúde semelhantes aos de pessoas magras. O trabalho foi publicado no “European Heart Journal”.

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