Em um episódio atípico para a tranquila Tóquio, a famosa Rolex de Ginza foi alvo de um ousado assalto. Na manhã da última segunda-feira, quatro pessoas foram detidas após um roubo audacioso que resultou em prejuízo de mais de 100 milhões de ienes.
No coração do sofisticado distrito de Ginza, os criminosos atacaram a loja de relógios de luxo com ferramentas como pé-de-cabra, destruindo vitrines e fugindo com mais de 30 itens valiosos. A ação chamou a atenção em um país conhecido por seus baixos índices de criminalidade.
Feira em Tóquio reúne todos os tipos de automóveis customizados
Espécie de Sema Show oriental, o Tokyo Auto Salon é a principal feira de customização do Japão. Realizado em Tóquio, a feira tem de carros de corrida a Lamborghini com pintura de onça — sempre com as tradicionais modelos (orientais) ao seu lado. Veja as principais máquinas dessa feira nas próximas fotos
O novo Mini Cooper, que será apresentado simultaneamente nos salões de Los Angeles e de Tóquio, já tem previsão de estreia no Brasil.
A próxima geração do modelo chegará às lojas do país no primeiro semestre de 2014.
De acordo com a montadora, o modelo terá novos motores. Serão dois 1.5 de três cilindros movidos a gasolina e a diesel, e o 2.0 turbo de quatro cilindros com injeção direta de combustível, já usado pela BMW, dona da marca inglesa de compactos premium.
Nova geração do Mini Cooper tem apresentação simultânea nos Estados Unidos e no Japão
O visual passou por algumas alterações, mas continua a lembrar a primeira geração do modelo, lançado em 1959.
Na frente, a grade está maior, cobrindo a área onde normalmente fica a placa. As entradas de ar do para-choque apresentam desenho em forma de colmeia. Os faróis redondos cresceram e trazem iluminação de LEDs. O para-brisa está um pouco mais inclinado.
Na traseira, a grade do para-choque ganhou o mesmo formato que as frontais e desceu para a altura do escapamento. As lanternas invadem uma pequena parte da tampa do porta-malas.
O aumento na capacidade do bagageiro (de 160 para 211 litros) foi possível graças ao crescimento de 9,8 cm no comprimento em relação à geração anterior –agora, são 3,82 m. A distância entre eixos cresceu 4,2 cm, indo para 2,49 m.
Por dentro, o icônico e polêmico velocímetro saiu do painel central e agora fica atrás do volante. O console central recebeu uma tela de 8,8 polegadas. Este display tem um acabamento circular de LED que muda de cor conforme o modo de condução escolhido pelo motorista.
Pela primeira vez a lista de equipamentos inclui o controle variável dos amortecedores, que permite escolher entre um ajuste mais confortável e outro que valoriza a esportividade.
A Suzuki vai mostrar no Salão de Tóquio três novos conceitos de crossovers com apelo aventureiro para o mercado japonês
1 | 7O X-Lander Concept foi desenvolvido na mesma plataforma do Jimny
A Suzuki revelou três conceitos de crossovers que devem inspirar o desenvolvimento de futuros modelos da marca. Os protótipos farão sua estreia no Salão de Tóquio, que acontece em novembro no Japão. A primeira novidade é o Crosshiker, crossover compacto com um peso de 810 kg e motor 1.0 de três cilindros. Já o X-Lander foi desenvolvido na mesma plataforma do Jimny e vem equipado com motor 1.3 híbrido acoplado a um câmbio automatizado e virá equipado com tração integral. Por último, o conceito Hustler é a aposta da marca para os que buscam um generoso espaço interno.
Em junho, nós noticiamos que pesquisadores da Universidade Estadual da Carolina do Norte estavam realizando os primeiros testes com baratas-ciborgue, as quais podiam ser controladas remotamente através do uso de sensores, um chip e impulsos elétricos. O que talvez seja ainda mais inusitado nessa pesquisa é o uso de um Kinect para monitorar a posição dos insetos.
Os grupos de baratas em teste, também chamadas de “biobots”, estavam sendo “treinadas” para mapear áreas perigosas ou inconstantes, como edifícios que desabaram. Uma publicação recente na página da própria instituição de ensino revela que o estudo teve avanços após pequenas modificações em sua metodologia e softwares.
De acordo com essa matéria, a equipe de pesquisadores liderada pelo Dr. Edgar Lobaton estava encontrando dificuldade com uma característica natural das baratas: a sua movimentação aleatória. Os estudiosos resolveram então usar tal fato a seu favor e mudaram a forma de controle dos insetos.
Quando introduzidas as “biobots” no local de desabamento, por exemplo, elas seriam deixadas livres para caminhar aleatoriamente. Os sensores acoplados aos animais indicariam aos investigadores por meio de ondas de rádio a proximidade das baratas umas com as outras.
Com os insetos já bem espalhados pelo local, o passo seguinte é enviar um sinal de comando para que eles sigam até encontrar uma parede ou alguma estrutura rígida e relativamente intacta e continuar se movimentando. Assim, com a recepção dos sinais de localização das baratas, em um ciclo contínuo, os pesquisadores conseguem com a ajuda de um software específico “desenhar” um mapa da área.
Mais do que apenas mapear um prédio desabado ou uma área remota e desconhecida, se dotadas de sensores específicos, as “biobots” poderão inclusive identificar pontos de radioatividade e ameaças químicas.
O estudo ainda está em fase embrionária de testes, mas já deve ser apresentado oficialmente no início de novembro durante uma conferência internacional de sistemas inteligentes e robôs que será realizada em Tóquio, no Japão.
Ler o cardápio de um restaurante japonês é extremamente difícil para um estrangeiro no Japão, mas com óculos tradutores isso será possível num piscar de olhos, assim como reconhecer pessoas.
Por ocasião do salão da eletrônica Ceatec, nos arredores de Tóquio, o primeiro operador de telecomunicações móveis local, NTT Docomo, apresentou vários aplicativos baseados em óculos com uma câmera, e que servem de tela mono ou binocular.
Uma destas funções permite substituir a imagem filmada por uma tradução em inglês de um cardápio de restaurante escrito em japonês, ou em qualquer outra língua que tenha sido escolhida.
O usuário vê essa imagem retocada através dos óculos.
Yoshikazu Tsuno/AFP
Óculos expostos na feira de eletrônicos Ceatec, no Japão, ajudam a traduzir cardápios para turistas
Outra implicação possível é ver aparecer na tela informações (nome, sobrenome, função) relacionadas a uma pessoa, com a condição de que ela já esteja registrada no repertório de seu smartphone, tudo isso graças a um sistema de reconhecimento e identificação de rosto.
Toda ou parte destas tecnologias deve estar pronta para os Jogos Olímpicos de Tóquio de 2020, que também serão uma vitrine da habilidade japonesa para facilitar por diversos meios técnicos a vida dos visitantes e, sobretudo, dos estrangeiros de passagem.
No entanto, alguns obstáculos técnicos ainda precisam ser superados, como o tamanho dos óculos, sua autonomia (precisam de uma bateria), a rapidez de reconhecimento de imagens ou rostos e a redução do tempo de resposta.
A mulher escapou sem ferimentos do acidente, que aconteceu no norte de Tóquio
O salvamento foi registrado por um fotógrafo do jornal YomiuriAP
Dezenas de passageiros que estavam em uma plataforma de trem no Japão se uniram para salvar uma mulher que havia caído nos trilhos. O acidente aconteceu na segunda-feira (22), no período de maior movimento do dia da estação JR Minami-Urawa, no norte de Tóquio.
A mulher, que ainda não foi identificada, escorregou e caiu no fosso entre o vagão e a plataforma. Cerca de 40 pessoas que estavam no local começaram a empurrar o trem de 32 toneladas e conseguiram desprender a mulher, que saiu ilesa do acidente.
O trem possui um sistema de suspensão que permite que ele seja inclinado para ambos os lados, o que facilitou o salvamento, segundo informações do tabloide britânico Daily Mail.
A multidão que testemunhou o resgate aplaudiu ao ver que a mulher, de cerca de 30 anos, havia escapado sem ferimentos.
O salvamento foi registrado por um fotógrafo do jornal Yomiuri, que estava no local. A fotografia foi publicada e o grupo que participou do resgate ficou conhecido como heróis no Japão.
Em países evoluídos muitos trocam os carros pelas bicicletas, como é o caso do Japão. O problema é que mesmo as bicicletas sendo menores do que carros, é sempre um dilema encontrar um local para estacioná-las com segurança. Além disso no Japão não há tanto espaço assim como temos aqui no Brasil, então a prefeitura de Tóquio resolveu implementar em um bairro chamado Shinagawa, estacionamentos subterrâneos inteligentes com sistema robótico que leva as bicicletas automaticamente para dentro da terra.
Dentro das “ECO Bikes” – como são chamadas – a bicicleta é mantida protegida do sol e chuva, roubos ou mesmo de vândalos. Cada estação ECO Bike suporta até 200 bicicletas, imagina então o enorme espaço que cada uma destas poupa na superfície! É senhores, nosso país ainda precisa evoluir uns 200 anos até chegar onde eles estão. Assista ao vídeo (legendado) abaixo para entender como as ECO Bikes funcionam.
O instituto alemão Fraunhofer Heinrich Hertz Institute desenvolveu uma tecnologia que permite que lâmpadas de LED transmitam dados via internet sem fio. Através da técnica, chamada de Visible Light Communication (VLC), foi possível alcançar velocidades de até 3Gbps em testes laboratoriais
A tecnologia usa as frequências de cor das lâmpadas de LED (Reprodução/Engadget)
O mesmo instituto já havia anunciado, em 2011, um sistema em tempo real semelhante, que atingia a velocidade de 500 Mbps. Porém, agora, os pesquisadores conseguiram alcançar até 1 Gbps por cada frequência de cor. Como existem três frequências nas lâmpadas de LED (amarelo, vermelho e azul), os alemães chegaram à incrível marca de 3 Gbps para transmissão de dados.
Anteriormente, os LEDs suportavam uma largura de banda de 30 MHz, mas, com as novas técnicas, conseguem atingir até 180 MHz. Ou seja, as luzes piscam tão rapidamente para transmitir as informações que sequer nota-se a alteração de estado a olho nu.
A área de cobertura dessa tecnologia ainda é pequena, de aproximadamente 10 metros. No entanto, a técnica VLC pode ser muito útil em lugares onde as ondas de rádio são problemáticas, como grandes feiras e fábricas. Os pesquisadores estão trabalhando para que a novidade seja comercializada e pretendem apresentá-la durante a FOE 2013, em Tóquio
A Central Japan Railway Co. (JR Tokai) revelou recentemente um novo propótipo de trem flutuante para passageiros capaz de atingir velocidade máxima de 500 quilômetros por hora.
De acordo com o jornal The Asahi Shimbun, o Series Lo é um trem de levitação magnética, capaz de se mover flutuando sobre sua linha férrea com a ajuda de potentes ímãs. Ele irá rodar entre Tóquio e Nagoya e será o trem mais rápido do sistema ferroviário japonês.
Protótipos e projetos de meios de transporte por levitação magnética surgiram há mais de um século. A primeira patente dessa tecnologia foi apresentada em 1905 e, entre 1984 e 1995, um trem magnético operou na Grã-Bretanha com baixa velocidade – nada parecido com o projeto japonês.
Reprodução: Business Insider
Atualmente, existem duas linhas no mundo que operam com a tecnologia. Em 2004, a primeira linha começou a operar em Shangai, China, e em 2005, começou a rodar o sistema japonês Linimo, que atinge velocidade máxima de aproximadamente 96 quilômetros por hora, apenas 20% da velocidade que o Series Lo é capaz de atingir.
Os trens com sistema de levitação possuem inúmeras vantagens como, por exemplo, o fato de não terem rodas e não precisarem de atrito para rodar os torna mais silenciosos, mais rápidos e não são afetados por péssimas condições climáticas. A JR Tokai planeja construir um trem com capacidade para transportar mil passageiros até 2027 e expandir o seu sistema para Osaka até 2045.
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