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Conheça o parasita que se transforma em língua

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Desta vez a espécie humana escapou pois este hediondo parasita, mais precisamente da família dos crustáceos isótopos, prefere se dedicar a invadir a boca de peixe, mais precisamente da cioba, um peixe encontrado na parte ocidental do oceano Atlântico. O raro e indesejado visitante se aloja na língua do anfitrião até substituir completamente sua função orgânica.
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Tudo começa com sua invasão através da brânquia de onde parte para a zona lingual.
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Ele adere a língua utilizando suas três patas dianteiras e começa a sugar o sangue fornecido pela artéria principal do órgão. A medida que o hospede cresce, a língua do peixe vai se atrofiando por falta de irrigação sanguínea, até se desintegrar por completo. Nesse instante o crustáceo se fixa no músculo da boca e substitui a função da língua do animal com seu próprio corpo.
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O peixe passa a utilizar o parasita como se fosse sua própria língua, sem sofrer maiores danos nutricionais, já que o Cymothoa exígua se alimenta das mucosas e não da comida ingerida. Este é o único parasita de que se tem notícia capaz de substituir com sucesso um órgão do corpo de seu hospedeiro.parasita-lingua-cymothoa-crustáceos-the-history-channel

Curiosidades na internet

Startup paulista cria aplicativo que transforma internautas em diretores de filme

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Ferramenta que permite criar vídeos com facilidade e já tem mais de 33 mil usuários

Projeto tem foco no Brasil e nos Estados Unidos e captou um dos maiores investimentos-anjo do País em 2012, de R$ 3 miStayfilm

Criar filmes para guardar momentos preciosos não deveria ser uma coisa tão difícil, voltada apenas para profissionais. É partindo desse conceito que foi criada a Stayfilm, startup paulistana que criou a rede social de mesmo nome.

O serviço permite a criação automática de filmes com trilhas e efeitos especiais. Lançada em outubro, a rede social já conta com mais de 33 mil usuários.

A Stayfilm foi fundada pelos irmãos Douglas e Daniel Almeida e Fabiano Simões. Por conta da experiência no mercado publicitário a ideia era criar uma produtora, foi quando surgiu a ideia da ferramenta, conta Douglas Almeida, CEO do Stayfilm.

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—Era para ser uma produtora e acabou como uma ferramenta. Nosso objetivo é desconstruir a imagem de que você precisa sentar na frente de um editor de vídeo e passar horas para deixar isso pronto. Nossa missão é essa.

Qualquer pessoa pode ter um vídeo com qualidade de cinema, com ajuda de uma ferramenta online e gratuita.

O projeto tem foco no Brasil e nos Estados Unidos e captou um dos maiores investimentos-anjo do País em 2012, de R$ 3 milhões. A expectativa dos criadores é conquistar um milhão de usuários no primeiro ano de lançamento e cinco milhões até o segundo semestre de 2015.

Captar tanto dinheiro para concretizar a ideia foi um dos desafios do Stayfilm, comenta Douglas.

— Um dos desafios de iniciar uma startup no Brasil foi a dificuldade de conseguir o dinheiro. Captar pouco dinheiro pode ser não suficiente para fazer uma ideia legal.

Almeida ainda aponta que o Stayfilm pretende entregar conteúdo de forma fácil para fora do País, o que é uma das justificativas para a necessidade de tanto capital. Segundo o diretor executivo da startup paulistana, o negócio é replicável no mundo inteiro e tem a ambição de inspirar os brasileiros e fazer o País despontar entre grandes empresas de internet.

Curiosidades na internet

App transforma celular em ‘oftalmologista portátil’

Acesse:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/08/130815_aplicativo_oftalmologista_fn.shtml

James Gallagher

Repórter de Ciência e Saúde da BBC News

Aplicativo Peek em ação (Foto: Andrew Bastawrous)
Aplicativo pode fazer exames de fundo de olho (Foto: Andrew Bastawrous)

Um pesquisador da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres (London School of Hygiene and Tropical Medicine) está testando um novo aplicativo que transforma celulares em uma espécie de consultório de oftalmologia de bolso.

Andrew Bastawrous está testando o aplicativo Peek (Portable Eye Examination Kit, ou kit portátil de exame de olhos, em tradução livre) em 5 mil pessoas no Quênia.

O aplicativo usa a câmera do celular para examinar os olhos e detectar a catarata. Além disso, uma letra que aparece na tela e vai diminuindo de tamanho é usada no exame básico de visão – que detecta, por exemplo, a necessidade de óculos.

E, com o aplicativo, a luz do flash da câmera do celular é usada para iluminar o fundo do olho, a retina, para tentar detectar mais doenças.

As informações do paciente ficam no celular, o lugar exato onde ele está é também gravado usando o GPS do aparelho e os resultados podem ser enviados por e-mail a médicos.

Bastawrous criou esta solução pois, até mesmo nos países mais pobres, é possível encontrar oftalmologistas nas cidades maiores. Mas, encontrar os pacientes em locais mais afastados é um problema.

“Os pacientes que mais precisam (do atendimento oftalmológico) nunca vão conseguir chegar a um hospital, pois eles estão além do fim da estrada, eles não têm renda para o transporte, então precisávamos de um jeito para encontrá-los”, afirmou.

Segundo a Organização Mundial de Saúde 285 milhões de pessoas são cegas ou portadoras de deficiência visual.

Mas, de acordo com a organização, o tratamento destes problemas frequentemente é simples: óculos ou cirurgia podem transformar a visão de uma pessoa.

Acredita-se que quatro a cada cinco casos podem ser evitados ou curados.

Custos e curas

O telefone é relativamente barato, custando cerca de 300 libras (mais de R$ 1.070) em comparação com o grande equipamento de exame oftalmológico que pode custar até 100 mil libras (quase R$ 358 mil).

Mirriam Waithara (Foto: Andrew Bastawrous)Mirriam Waithara fez os exames em casa graças ao Peek (Foto: Andrew Bastawrous)

As imagens que o aplicativo capturou durante os testes em Nakuru, no Quênia, estão sendo enviadas para o Hospital Oftalmológico de Moorfield, em Londres.

Estas imagens estão sendo comparadas com as feitas em um aparelho tradicional de exames, que foi transportado pela região em uma camionete.

O estudo ainda não está completo, mas a equipe de pesquisadores afirma que os primeiros resultados são animadores e mil pessoas já receberam algum tipo de tratamento até agora.

Entre os pacientes beneficiados está Mirriam Waithara, que vive em uma área pobre e remota do Quênia onde não há médicos para diagnosticar a catarata que quase a cegou.

Mas, depois de passar pelos exames com o Peek, Mirriam fez a operação para remover a catarata e agora pode enxergar novamente.

“O que esperamos é que (o aplicativo) forneça cuidados para os olhos para aqueles que são os mais pobres entre os pobres”, disse Bastawrous.

“Muitos hospitais fazem a cirurgia de catarata, que é a causa mais comum de cegueira, mas a verdade é que levar o paciente para os hospitais é um problema.”

“O que podemos fazer usando isto é permitir que técnicos cheguem aos pacientes, às suas casas, os examinem lá e os diagnostiquem”, afirmou o pesquisador.

Sem treinamento

Mesmo sem ter sido concluída, a pesquisa já está gerando elogios.

Peter Ackland, da Agência Internacional para Prevenção da Cegueira, afirmou que o aplicativo tem potencial para ser “decisivo” na luta contra doenças que afetam a visão.

“Se você é alguém que sustenta uma família e você não consegue enxergar, então você não consegue trabalhar e a família entra em crise”, afirmou.

“No momento, nós simplesmente não temos funcionários treinados em saúde dos olhos para levar estes serviços para as comunidades mais pobres. Esta ferramenta vai permitir fazer isto com pessoas relativamente sem treinamento”, acrescentou.

Ackland acredita que a África e o norte da Índia serão as regiões que devem se beneficiar mais com o novo aplicativo, pois os oftalmologistas e técnicos destas regiões estão operando com cerca de 30% a 40% de sua capacidade.

 Curiosidades na  internet

Torre é capaz de transformar poluição sonora das cidades em energia

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Torre e poluição sonora

O ruído é uma das formas de poluição que mais encontramos nas grandes cidades, mas um grupo de designers conseguiu enxergar além do incômodo e stress gerado por ele. O projeto, batizado de ‘Soundcraper’, captura o som no ar e depois o converte em energia utilizável. As vibrações da poluição sonora podem oferecer energia abundante, e podem ser transferidas por muitos meios, tornando essa forma de energia cinética muito útil. A criação é assinada pelos designers franceses Julien Bourgeois, Olivier Colliez, Savinien de Pizzol, Cédric Dounval e Romain Grouselle.

Para colocar a ideia em prática, a revista eVolo explica que uma torre de 100 metros de altura foi projetada para ser instalada próximo a autoestradas e rodovias, onde a poluição sonora dos veículos é maior e pode gerar maior produção de energia.

A fachada desse arranha-céu é evolutiva e vibra de acordo com a intensidade e direção dos ruídos urbanos. Cílios com sensores de som recobrem a estrutura e proporcionam a máxima exposição aos ruídos. A tecnologia é capaz de cobrir um amplo espectro de frequências, incluindo ruídos de veículos, de pedestres, construções e até mesmo de aeronaves que atravessam o céu da região.

Com base em resultados de pesquisas científicas, uma torre dessas poderia produzir até 150MW/h, representando, por exemplo, 10% do consumo da iluminação urbana de Los Angeles (EUA). Ao mesmo tempo, essa energia renovável poderia ajudar a reduzir as emissões de CO2.

Soundscraper

Curiosidades na internet

Aparelho que transforma óleo de cozinha usado em biodiesel já está no mercado

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A empresa britânica Biobot desenvolveu um aparelho que transforma óleo de cozinha em biodiesel. Batizado como BioBot 20, o aparelho é ideal para evitar que a gordura velha seja jogada no esgoto.
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A novidade pode ser usada nas residências, trabalhando com até 20 litros de óleo misturados ao metanol. Para transformar o óleo em combustível, o aparelho gasta de 12 a 24 horas para finalizar o processo. Esse procedimento é mais barato, já que reaproveita o óleo usado, e ajuda no meio ambiente.
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O BioBot 20 também funciona como uma ferramenta educacional, já que durante o processo de fabricação alguns princípios químicos são colocados em prática. Ele está sendo comercializado por cerca de US$ 665 (algo em torno de 1330).
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Curiosidades na internet
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