
A Food and Drug Administration (FDA) – agência de saúde dos Estados Unidos equivalente à Anvisa para o Brasil – anunciou, nesta sexta-feira (10), a aprovação da primeira vacina contra a chikungunya…

A Food and Drug Administration (FDA) – agência de saúde dos Estados Unidos equivalente à Anvisa para o Brasil – anunciou, nesta sexta-feira (10), a aprovação da primeira vacina contra a chikungunya…
Colaboradora: Renata Gama

O governo de São Paulo dá como certo o início da aplicação da 4ª dose da vacina contra a covid. O processo, que já é alvo de discussões internas no governo, deve ser iniciado ainda no 1º semestre de 2022…
https://www.poder360.com.br/coronavirus/sp-prepara-4a-dose-de-vacina-para-o-1o-semestre-deste-ano/
Colaboradora: Renata Gama

O Brasil vive surtos da nova variante do vírus influenza H3N2, que lotam os hospitais em diversos estados. Pensando nisso, pesquisadores do Instituto Butantan começaram a produzir uma vacina contra a gripe que inclui a cepa…
Colaboradora: Renata Gama

Secretária do Ministério da Saúde citou números conflitantes de respostas à consulta; pasta também afirma que maior parte foi contra obrigatoriedade da vacinação, mas levantamento não permitia que pessoas se manifestassem a favor…

A atriz e apresentadora Maisa Silva revelou através de seu Instagram na noite de ontem (27) que está com Covid-19. Segundo a artista, seu pai havia testado positivo dias antes e ela e mãe estavam fazendo exames diariamente para monitorar o possível contágio…
Maisa testa positivo para Covid-19, “Está tudo certo graças à vacina”
Acesse:http://www.istoe.com.br/reportagens/311058_VEM+AI+UMA+VACINA+CONTRA+A+DIABETES
Cientistas anunciam a eficácia, em humanos, de um imunizante para o controle do tipo 1 da doença. Além disso, a ciência apresenta novos remédios e até a criação de pâncreas artificial
Monique Oliveira, de Chicago (EUA)
Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, anunciaram na última semana um passo importante em direção à primeira vacina contra a diabetes. Os cientistas criaram um imunizante que se mostrou eficaz para controlar, em humanos, o tipo 1 da doença, que ocorre porque o sistema imunológico do próprio corpo passa a atacar as células beta, situadas no pâncreas, que fabricam a insulina. O hormônio permite a entrada, nas células, da glicose circulante na corrente sanguínea. Com menos insulina, há um acúmulo de açúcar no sangue, o que caracteriza a diabetes. O outro tipo, o 2, é resultado de alterações promovidas principalmente pela obesidade.

A vacina impediu o ataque de um tipo de célula CD8 – integrantes do sistema imunológico – às células beta (leia mais no quadro). “Estamos muito excitados com o resultado. Sugere que o sonho de interromper o ataque do sistema imunológico a células específicas pode ser realizado”, afirmou Lawrence Steinman, um dos líderes da pesquisa realizada com 80 pacientes. Os cientistas planejam expandir os experimentos para investigar a eficácia do remédio em mais indivíduos.
Interromper a destruição comandada pelo corpo é um dos objetivos perseguidos por cientistas em todo o mundo. Recentemente, a Diabetes UK, entidade inglesa de combate à doença, anunciou um ambicioso projeto de pesquisa em busca de uma vacina com esse propósito. Por essa razão, o feito dos americanos foi saudado. “Pela primeira vez temos evidência da eficácia de uma vacina em humanos. É um passo significativo em direção a um mundo sem diabete tipo 1”, afirmou Karen Addington, especialista inglesa.
Curiosidades na internet
Acesse:http://olhardigital.uol.com.br/noticia/40672/40672
Pesquisadores da Universidade de Liverpool criaram um vírus de computador que se comporta de forma semelhante ao da gripe, se espalhando pelo ar, sem ao menos depender de um computador para isso. Chamado “Chameleon”, ele usa redes Wi-Fi para alcançar suas vítimas.
O Chameleon não fica alojado no PC, mas sim no ponto de acesso, recolhendo informações de qualquer um que passar por ela. E é inteligente o suficiente para ignorar sistemas mais bem protegidos, assim, sempre que topa com informações criptografadas, o malware não se ocupa em descobri-la, passando para o próximo alvo.
Alan Marshall, professor de segurança de rede da Universidade de Liverpool, explicou ao Mashable que o vírus não afeta a forma como os dispositivos se comportam, ele só coleta e envia as informações contidas neles. Então usa as máquinas para chegar a outras redes Wi-Fi e continuar se espalhando. Tal qual uma gripe, ele atua mais rapidamente em regiões mais populosas.
Como o Chameleon fica alocado no ponto de acesso, e não num computador, smartphone, tablet, as soluções convencionais de segurança não são capaz de combatê-lo. A boa notícia é que o vírus existe somente num laboratório, onde os pesquisadores já trabalham para criar uma “vacina”.
Curiosidades na internet
Vacina deve ser tomada pelo menos dez dias antes da viagem
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo faz um alerta aos paulistas que desejam viajar neste final de ano e no período de férias: dependendo do destino, é necessário tomar a vacina contra a febre amarela. Trata-se de doença infecciosa viral aguda, transmitida por mosquitos e que pode levar à morte.
Os sintomas mais comuns são febre alta, calafrios, vômitos, dores no corpo, pele e olhos amarelados, sangramentos, fezes cor de “borra de café” e diminuição da urina. Nas áreas silvestres de algumas regiões e estados brasileiros, como Minas Gerais, Bahia, Paraná, Rio Grande de sul e parte do Estado de São Paulo, o risco de contágio pela febre amarela é maior. Por isso a prevenção é fundamental para evitar a doença.
OMS divulga nova determinação sobre vacina contra febre amarela
Alguns países também exigem um certificado internacional obrigatório de imunização contra a febre amarela para permitir a entrada de turistas. A vacina é indicada a partir dos nove meses de idade e o ideal é que seja tomada até dez dias antes da viagem. O produto é contraindicado para crianças menores de seis meses, pessoas em tratamento para câncer, HIV e gestantes (com exceção se houver alto risco de exposição).
Helena Sato, diretora de imunização da Secretaria, reforça que “a vacinação é a única medida eficaz para evitar a infecção, e está disponível gratuitamente em postos de saúde. É muito importante que as pessoas que vão as regiões de risco e os moradores desses locais ainda não imunizados recebam uma dose da vacina”.
A lista completa de postos que oferecem gratuitamente a vacina está disponível no site do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria (www.cve.saude.sp.gov.br).
Acesse:http://www.mundodastribos.com/saiba-tudo-sobre-a-vacina-contra-dengue.html
Os dias de vilania do Aedes aegyptipodem estar contados. Isto acontece porque pesquisadores brasileiros estão desenvolvendo uma vacina contra a dengue e que finalmente será testada em humanos.

A VACINA CONTRA A DENGUE
O Instituto Butantan, em São Paulo, está desenvolvendo uma vacina contra a dengue 100%nacional. A dose é tetravalente, isto é, consegue imunizar o organismo contra quatro sorotipos do vírus.
A vacina contra a doença transmitida pelo Aedes aegypti foi criada há mais de uma década pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos. A transferência tecnológica para o Brasil aconteceu em 2006.
A vacina contra a dengue já foi testada em americanos voluntários. Os efeitos adversos apresentados pelas pessoas foram apenas dor no local e erupção cutânea.
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Resultados mostram diferenças em genes relacionados ao sistema imunológico entre pessoas saudáveis e infectadas
As diferenças genéticas encontradas significam que, em alguns organismos, a bactéria é capaz de iludir o sistema imunológico e causar infecção
Um pequeno conjunto de genes envolvidos na resposta do sistema imunológico está relacionado à propensão à meningite, noticiou a BBC Internacional neste domingo. Pesquisadores de uma equipe internacional compararam o DNA de 1.400 pessoas com meningite bacteriana e o de 6.000 indivíduos saudáveis e encontraram uma diferença clara nessa família de genes.
As diferenças genéticas encontradas significam que, em alguns organismos, a bactéria é capaz de iludir o sistema imunológico e causar infecção. Os genes codificam uma proteína chamada fator H e proteínas relacionadas a ela. Onde há falhas, a bactéria meningocócica é capaz de se ligar a estas proteínas e impedir o sistema imunológico de reconhecer a ligação – quase como um cavalo de Tróia.
Não é a primeira vez que pesquisadores tentaram descobrir se algumas pessoas são mais susceptíveis a contrair meningite em função de sua composição genética. No último estudo, pesquisadores escanearam todo o código genético de 475 pacientes britânicos com a doença meningocócica e 4.700 indivíduos saudáveis e também encontraram uma diferença nesse conjunto de genes.
As descobertas podem ser úteis no desenvolvimento de uma vacina contra a meningite B. Já existe uma vacina eficaz contra a meningite C.
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