Sonda espacial capturou arco-íris em Vênus formado por ácido sulfúrico na atmosfera


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Este efeito óptico belíssimo foi chamado de “Glória” e foi recentemente capturado pela sonda Venus Express da ESA.

Esta é a primeira vez que o fenômeno, que também acontece na Terra, foi fotografado em outro planeta.

A Glória acontece quando a luz solar brilha sobre gotas de nuvem. Aqui na Terra significa partículas de água, mas em Vênus, isso significa gotas de ácido sulfúrico.

Ao contrário do arco-íris, que se estende por amplos arcos no céu, Glórias são menores, e compreendem uma série de anéis concêntricos coloridos centrados em um núcleo brilhante. A fim de ver um, um observador deve estar situado entre o sol e as partículas da nuvem. É por isso que elas são muitas vezes vistas a partir de aviões ou por escaladores de montanha acima da linha das nuvens

 

A sonda Venus Express capturou a imagem de uma Glória de uma altura de 70 quilômetros acima da superfície do planeta.

O “arco-íris” feito de ácido sulfúrico que aparece na atmosfera de Vênus tem cerca de 1.200 km de largura. Estas observações sugerem que as partículas de nuvem são de 1,2 micrometros de largura, que é um quinto da espessura de um cabelo humano.

O fato de a Glória ser tão grande indica que as partículas são bastante uniformes. E as variações no brilho sugerem que outros produtos químicos estão provavelmente envolvidos.

Na foto de capa, a comparação de uma Glória de Vênus (à esquerda) e outra da Terra (à direita).

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Lixo espacial de uma tonelada cai na Terra


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Em algum momento da tarde do último domingo (10), o lixo espacial do Campo de Gravidade da Agência Espacial Europeia e Explorador da Circulação Oceânica – também conhecido como GOCE ou a “Ferrari do Espaço”, pelo seu formato –, se quebrou e caiu na Terra depois de quatro anos em órbita.

Lixo espacial de uma tonelada cai na Terra

 Lixo espacial de uma tonelada se desfaz e cai na Terra

Não se sabe ainda onde exatamente o objeto caiu, já que não foi registrada nenhuma bola de fogo vinda do espaço ou qualquer dano em terra. Mas de acordo com a Agência Espacial Europeia, é que ele tenha entrado na atmosfera em algum lugar entre a Antártida e a Sibéria.

A agência diz ainda que é provável que o equipamento, de uma tonelada, queimou na atmosfera. Mas que cerca de 25% de seu material tenha chegado à superfície terrestre. E provavelmente chegou a cair no oeste do Pacífico ou leste do Oceano Índico.

O GOCE ficou sem combustível há pelo menos três semanas, e começou a perder altitude desde então.

Ele também não é o único satélite a traçar seu caminho de volta à Terra. O equipamento japonês IGS 4B também deve passar pela mesma situação nos próximos dias.

Mais uma vez, não há como prever onde o aparelho vai cair.

De qualquer maneira, a Agência Espacial Europeia vai comunicar onde o dispositivo caiu em breve.

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Cientistas desvendam origem de meteoro que explodiu na Rússia


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No amanhecer de 15 de fevereiro de 2013, uma imensa bola de fogo –um meteoro– assustou os moradores de Tcheliabinsk, na Rússia. Nove meses depois, os cientistas pelo menos descobriram de onde ele veio.

Outra revelação interessante foi identificar por que ninguém viu esse bólido chegando até que ele se destroçasse na atmosfera terrestre.

Tudo isso e muito mais está relatado em três novos estudos científicos, dois publicados hoje na “Nature”, e um na “Science” de amanhã.

As diversas filmagens da entrada do pedregulho –estimado em 19 metros de diâmetro– permitiram calcular seu percurso pelo espaço até chegar a nós.

Andrey Tkachenko/Reuters
Fragmento de meteorito, que foi retirado de um lago, é exposto em museu de Tcheliabinsk
Fragmento de meteorito, que foi retirado de um lago, é exposto em museu de Tcheliabinsk

Em uma das pesquisas da “Nature”, liderada por Jiri Borovicka, da Academia de Ciências da República Tcheca, os cientistas concluíram que o bólido passou as seis semanas que antecederam o impacto numa posição do céu que impedia sua observação pelos astrônomos.

Calculando a órbita completa, o grupo de cientistas percebeu que ela coincidia quase precisamente com a do asteroide 1999 NC43, que tem 2,2 km de diâmetro e se alterna em sua rota entre o cinturão de asteroides e as proximidades da Terra.

Isso faz com que seja provável que o meteoro de Tcheliabinsk fosse um pedaço que se desprendeu desse bólido. A chance de que as órbitas similares sejam apenas coincidência é de 1 em 10 mil.

PODER DE FOGO

No segundo estudo da “Nature”, Peter Brown e seus colegas da University of Western Ontario, no Canadá, calculam que a explosão do asteroide ao adentrar a atmosfera teve a força de 500 mil toneladas de TNT.

Trata-se da maior explosão de asteroide no ar em um século, mas ainda inferior ao famoso episódio Tunguska, também na Rússia, em que um objeto de cerca de 50 metros gerou explosão equivalente a pelo menos 3 milhões de toneladas de TNT.

O estudo que sai na “Science”, liderado por Olga Popova, da Academia Russa de Ciências, se concentrou mais nos estragos que foram causados pelo impacto.

O grupo visitou as áreas afetadas, recolheu pedaços de meteorito e contou os danos, que afetaram uma área com uma população superior a 1 milhão de pessoas.

É mais uma constatação de que o perigo dos asteroides é real e vale a pena os astrônomos continuarem monitorando a rota desses bólidos.

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Meteorito é retirado de lago na Rússia; veja


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DA BBC BRASIL

Mergulhadores na Rússia resgataram de um lago um fragmento de um meteorito que caiu em fevereiro, deixando mais de mil pessoas feridas.

A rocha, de um metro e meio de diâmetro, estava no lago Chebarkul, na região da cidade de Chelyabinsk, no sudoeste do país.

Veja Vídeo

Apesar de todo o cuidado, a pedra quebrou em pelo menos três pedaços grandes quando foi levantada do chão para a pesagem.

Cientistas confirmaram que a rocha retirada do lago era um meteorito, pois a rocha tem uma crosta escura e vítrea que eles chamam de crosta de fusão. Esta crosta se formou graças ao calor que o meteorito enfrentou na passagem pela atmosfera.

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Asteroide passará “raspando” na Terra nesta terça-feira


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Um asteroide recentemente descoberto em nosso Sistema Solar deverá fazer, nesta terça-feira, um voo rasante (astronomicamente falando), nas proximidades da Terra. O corpo celeste chamado 2012 BX 34 foi identificado pela vez em janeiro do ano passado pelo programa Catalina, um trabalho em conjunto realizado por diversos laboratórios ao redor do mundo, que buscam por pequenas rochas errantes do nosso Sistema Solar.
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Este asteroide voltará a nos visitar hoje, a uma distância de 54 milhões de quilômetros do nosso planeta. Catalogado como um objeto próximo da Terra, o que significa que estará sob a influência da gravidade do nosso planeta, o asteroide exibirá uma magnitude de grau 14, uma intensidade parecida com a de Plutão.
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De acordo com estimativas dos astrofísicos, o 2012 BX 34 possui entre 8 a 10 metros de extensão (tamanho médio de um ônibus) e não representa um perigo para a Terra, já que, caso seja atraído pela força gravitacional do planeta, este asteroide se desintegraria no contato com a nossa atmosfera.

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Show no céu: a aurora boreal do Alasca


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A aurora boreal – um fenômeno natural de luzes no céu – do Alasca foi registrada pelo fotógrafo americano Steven Kazlowski.

O fenômeno é causado por partículas de gás carregadas que são expelidas do Sol em explosões e chegam à Terra na forma de um “vento solar” – interagindo com o campo magnético do planeta e formando um show de cores no céu.

As partículas “excitam” gases na atmosfera e depois os tornam brilhantes. As cores dependem do tipo de gás. Brilhos de cor verde ou vermelha são formados a partir do oxigênio. As cores azul e lilás são causadas pelo nitrogênio.

A galeria de fotos acima é resultado de um trabalho de 20 anos do fotógrafo acompanhando o fenômeno nos Estados Unidos.

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Nasa captura ‘buraco’ gigante na atmosfera do Sol


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Buraco coronal no polo norte do sol (foto: ESA, Nasa, Soho)
Buracos coronais são áreas de baixa densidade na camada mais externa da atmosfera solar

Uma sonda da Nasa e da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) registrou um buraco gigante na atmosfera solar, na área do polo norte do Sol.

A sonda Observatório Solar e Helioscópico (SOHO, na sigla em inglês) capturou a imagem do buraco gigantesco no dia 18 de julho.

A Nasa afirma que os buracos, chamados de coronais, são regiões escuras de baixa densidade da camada mais externa da atmosfera solar, chamada de corona.

Estes buracos têm pouco material solar, temperaturas mais baixas e, por isso, aparecem mais escuros nas imagens.

Os buracos coronais são ocorrências típicas do Sol, mas costumam aparecer em outros lugares e com mais frequência em momentos diferentes do ciclo de atividade solar, que dura cerca de 11 anos.

O ciclo de atividade solar atualmente está se encaminhando para o chamado máximo solar, um pico na atividade que deve ocorrer no final de 2013.

Durante esta parte do ciclo, o número de buracos coronais diminui. No pico da atividade solar, os campos magnéticos no Sol mudam e novos buracos coronais aparecem perto dos polos.

O número destes buracos então aumenta e eles crescem de tamanho, se estendendo para além dos polos, enquando o ciclo solar volta para o mínimo de atividade novamente.

Os buracos são importantes para a compreensão do clima no espaço, pois eles são a fonte de ventos de alta velocidade com partículas solares, que são expelidos do Sol três vezes mais rápido do que os ventos solares vindos de outros lugares.

Ainda não se sabe a causa dos buracos coronais, mas eles estão correlacionados a áreas do Sol onde os campos magnéticos aumentam e sobem, não conseguindo cair de volta para a superfície do Sol, como fazem em outros lugares.

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Marte sofreu perda precoce da maior parte da atmosfera


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Enviado por Fabio Maia Vital

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DE SÃO PAULO
Quando era um jovem com menos de 500 milhões de anos, Marte sofreu uma catástrofe que desligou seu campo magnético, deixou-o exposto a fortes ventos solares e o fez perder quase toda a sua atmosfera.

Essa é a história mais plausível para a infância do planeta, de acordo com as descobertas mais recentes do jipe-robô Curiosity.

A conclusão está em dois estudos publicados hoje na revista “Science”, que revelam com precisão inédita a composição do ar em Marte.

Já se desconfiava que o planeta tinha perdido ar no passado, mas ao analisar detalhes na composição de diferentes gases, cientistas se deram conta de que a erosão atmosférica inicial foi muito mais brusca do que se pensava, e só depois se amainou.

Após nascer com uma atmosfera espessa, com pressão centenas de vezes maior que a da Terra, Marte rapidamente perdeu quase todo seu ar e se tornou, talvez, parecido com nosso planeta. A erosão continuou, porém, e hoje o ar marciano é tão rarefeito que sua pressão é de menos de um centésimo daquela na superfície terrestre.

Os cientistas conseguiram deduzir esse histórico de perda de atmosfera porque os átomos mais leves de um gás se concentram no alto da atmosfera, e o vento solar os empurra para fora do planeta com mais facilidade. A proporção de gás argônio com pesoatômico 36 para o argônio com peso atômico 40, por exemplo, era maior antes de a atmosfera sofrer erosão.

Cientistas ainda debatem o que pode ter causado essa perda de atmosfera tão brusca, e isso deve ter a ver com o campo magnético do planeta, que dependia de um fluxo de magma em seu interior. Caso esse magma tenha se solidificado, o magnetismo se esvaiu e deixou o planeta exposto ao vento solar, que era mais forte naquela época. Outra hipótese é a de uma grande colisão ter desestabilizado o fluxo de magma.

Para Paul Mahaffy, líder de um dos estudos, impactos com asteroides e cometas podem ter dado conta de afinar a antiga atmosfera marciana.

Editoria de Arte/Folhapress

CONDIÇÕES AMENAS

A missão do Curiosity é investigar a possibilidade de Marte ter tido condições favoráveis à vida no passado, mas ainda não está claro se a história da perda precoce da atmosfera do planeta é notícia boa ou ruim para isso.

Certamente, não é um impeditivo, pois ao menos durante algum tempo a pressão atmosférica do planeta foi adequada para manter água líquida, cujo fluxo deixou sinais em rochas. “A questão é quanto tempo essa água durou”, disse Mahaffy à Folha. “É plausível que ela tenha persistido bastante tempo sob uma atmosfera não tão pesada quanto a inicial.”

Chris Webster, líder do outro estudo da Nasa que sai hoje, se diz otimista. Mesmo que a atmosfera de Marte tenha sido reduzida a um décimo do tamanho original logo no início, diz, ela ainda teria um valor razoável, e só ao longo do tempo teria sido encolhida para o valor atual.

“Houve um período em que a atmosfera de Marte era similar à nossa, e havia água líquida”, diz. “É preciso levar em conta, claro, que a superfície de Marte é muito cruel, com muita radiação ultravioleta, mas abaixo da superfície há a possibilidade de ter havido um monte de ingredientes necessários à vida.”

Essas condições amenas, porém, estariam com os dias contados, pois o fim do campo magnético de Marte o levaria a continuar a perder atmosfera e pressão.

Em novembro, a Nasa enviará a Marte a sonda Maven, que vai investigar a atual taxa de perda atmosférica.

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‘Tsunami’ varre superfície solar a 400 quilômetros por segundo


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Dois satélites registraram um “tsunami” se espalhando pela superfície do Sol depois de uma descarga de matéria chamada Ejeção de Massa Coronal – erupções de gás em alta temperatura.

Esse “tsunami” é gerado após a erupção solar e caracteriza-se por um campo magnético em suspensão e gás ionizado em alta temperatura, que varre a superfície solar a uma velocidade de 400km por segundo.

A análise deste fenômeno permitirá aos cientistas prever qual o impacto das ejeções de massa coronal para a Terra.

Se direcionadas a nosso planeta, as partículas geradas na erupção solar podem afetar sistemas de comunicação, redes de transmissão de energia e gerar intensas auroras no céu.

Estes lançamentos enormes de energia magnética – conhecidos como “super flares” (super chamas, na tradução literal) – podem danificar a atmosfera de um planeta em órbita nas proximidades, colocando em risco as formas de vida que eventualmente residam ali.

Felizmente as “super flares” são muito menos frequentes em estrelas de baixa rotação, como nosso Sol.

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Planetas parecidos com a Terra estão mais perto do que se pensava


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Planetas parecidos com a Terra estão mais perto do que se pensava

DA ASSOCIATED PRESS

Planetas parecidos com a Terra podem estar mais próximos e existir em maior número do que se pensava. Astrônomos afirmaram ontem que um planeta como esse pode estar a apenas 13 anos-luz de distância (ou 124 trilhões de quilômetros). Em escala galáctica, é logo ali.

Esse astro ainda não foi achado, mas deve estar por perto, segundo a análise dos cientistas a respeito de estrelas chamadas de anãs vermelhas e dos corpos que podem estar em órbita delas.

As anãs vermelhas são as estrelas mais comuns da nossa galáxia: há ao menos 75 bilhões delas.

A equipe do centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica estima que 6% das anãs vermelhas tenham planetas similares à Terra em sua órbita. Para ser classificado como similar ao nosso planeta, o astro deve ter mais ou menos o mesmo tamanho da Terra e receber tanta luz quanto nós captamos do Sol.

Essa alta taxa de ocorrência simplifica a procura por vida extraterrestre.

David Charbonneau, um dos autores do estudo, brincou dizendo que, apesar de ser astrônomo, espera virar biólogo se essa busca tiver sucesso.

Mas esses planetas têm diferenças significativas em relação à Terra por causa das estrelas que eles orbitam.

Como as anãs vermelhas são muito menores que o Sol, os planetas precisariam ter uma órbita mais próxima delas para obter energia suficiente. Eles seriam rochosos como a Terra, segundo os astrônomos, mas diferentes tipos de atmosfera levariam a diferentes tipos de vida.

As anãs vermelhas também podem ser mais antigas que o nosso Sol, o que significa que seus planetas seriam mais velhos, e suas formas de vida, talvez, mais evoluídas.

Nosso Sistema Solar tem 4,5 bilhões de anos, enquanto que algumas anãs vermelhas são mais velhas, com 12 bilhões de anos. Um planeta em órbita de uma delas pode ter essa idade também.

O astrônomo John Johnson, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, que não participou do estudo, achou animadora a proximidade estimada pela pesquisa. “Está ao nosso alcance”, disse ele.

Os novos achados são baseados em dados do telescópio espacial Kepler e serão publicados no “Astrophysical Journal”.

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NASA divulga nova imagem de Saturno


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A NASA divulgou uma nova imagem de Saturno feita pela sonda Cassini, quando a nave passava “perto” do planeta. Na foto, podemos ver uma espécie de silhueta do planeta, já que ela foi feita em um momento em que o Sol estava atrás de Saturno.

NASA divulga nova imagem de Saturno

Nova imagem de Saturno

De acordo com a NASA, a imagem foi capturada em 17 de outubro de 2012. Anteriormente, apenas em setembro de 2006 a agência espacial tinha conseguido capturar uma foto semelhante. No caso, com a sombra de Saturno.

A missão Cassini é um projeto da Nasa e a Agência Espacial Italiana (ASI). A sonda completou sua missão inicial em junho de 2008, quando foi enviada para analisar o sistema do planeta. Ela já completou também um outro objetivo chamado Cassini Equinox Mission, que acabou em 2010.

Agora, a pesquisa é direcionada para até 2017, quando acontece o solstício de verão em Saturno. Ou seja, uma imagem ao contrário da que podemos ver neste momento, o qual o Sol estaria na frente do planeta.

Saturno é o sexto e maior planeta do sistema solar. Desde que Plutão saiu da categoria de “planeta”, é claro. Toda a sua superfície, porém, conta com altos índices de gás e uma pressão extremamente alta. Suficiente para esmagar qualquer nave que entrasse em sua atmosfera.

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