Vivo paga até R$ 700 por smartphone usado na compra de um novo

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Galaxy S3

(Foto: Divulgação)

A Vivo lança nesta quinta-feira o programa “Renova”, que dá desconto de até R$ 700 na troca de um smartphone usado por um novo nas lojas da operadora. O valor depende do modelo e estado de conservação do aparelho e deve ser aplicado na hora da compra.

Segundo a operadora, para utilizar o serviço é preciso ter em mãos a nota fiscal original do produto em nome do cliente. Usuários de outras operadoras também podem trazer modelos antigos e aproveitar o desconto.

A maioria dos celulares contemplados é da Samsung (Galaxy S, Galaxy S Advance, Galaxy SII, Galaxy SIII, Galaxy SIII mini, Galaxy S Duos, Galaxy Grand Duos, Galaxy Note), seguida pela Apple (iPhone4, iPhone 4S e iPhone5), Nokia (E5-00 e N8-00), Sony (Xperia U) e Motorola (XT910).

As lojas próprias da Vivo localizadas na Grande São Paulo e no Rio de Janeiro já estão oferecendo o desconto, segundo a empresa. Posteriormente, a bonificação deverá ser estendida a todas as 310 unidades espalhadas pelo país.

O Vivo Renova funciona em parceria com a empresa norte-americana Brightstar, que já utiliza o modelo de negócio “buyback” em mais de vinte países. Os aparelhos entregues serão recuperados pela Brightstar em suas unidades em vários países e, em seguida, comercializados.

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Celulares do interior de SP ganham nono dígito no próximo domingo (25)

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Celular

As linhas de telefones celulares do interior do estado de São Paulo, com DDDs 12 e 19, ganharão o nono dígito a partir do próximo domingo (25). Com isso, todos os números de celulares do estado de São Paulo utilizarão o número ‘9’ antes dos outros números. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Com a adição do nono dígito, os códigos de área (DDD) passarão a contar com 90 milhões de possíveis combinações numéricas cada. Os outros estados brasileiros, diferente da região metropolitana de São Paulo, ainda não estão com as combinações saturadas, como informa a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Mas, a implantação do nono dígito no interior do estado faz parte de um projeto mais amplo para que em todo o território nacional os telefones celulares utilizem o número ‘9’ até o final de 2016.

Neste primeiro momento, as ligações efetuadas com apenas oito dígitos entre os dias 25 de agosto e 9 de setembro continuarão a ser completadas. E, a partir do dia 9 de setembro até o dia 2 de dezembro, algumas das ligações sem o nono dígito poderão não ser concluídas e uma mensagem será apresentada ao usuário sobre a mudança.

A partir do dia 27 de outubro, os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo também terão o nono dígito, e até o fim de 2014, o nono dígito deve chegar ao Amazonas, Roraima, Pará, Amapá e Maranhão. E até o final de 2015, a mudança deve acontecer em Minas Gerais, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí, enquanto Rondônia, Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins, Distrito Federal, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul irão ganhar o nono dígito até o final de 2016.

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Anatel quer oferecer 300 mil orelhões com wifi no país

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O presidente da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), João Rezende, afirmou nesta segunda-feira (19) que 300 mil orelhões serão modernizados no país e deverão oferecer wifi.

Além disso, 400 mil serão desativados –40% do existente atualmente.

Anatel quer antecipar massificação da internet 3G e 4G no país

“Nós temos hoje 1 milhão de orelhões e a maioria deles é subutilizada. A ideia é modernizarmos 300 mil”, afirmou em evento na Associação Comercial do Rio de Janeiro.

Ele afirmou que uma parte dos orelhões será mantida como hoje, para atender a regiões onde ainda são muito utilizados.

A estimativa é que 300 mil sejam mantidos, 300 mil modernizados e 400 mil possam ser desativados.

A mudança ocorrerá na revisão do contrato de concessão. A consulta pública começa em março de 2014.

ORELHÃO COM WIFI

Há, atualmente, um projeto piloto de orelhão com wifi no Rio de Janeiro. Segundo Rezende, ainda é preciso estudar um método de tarifação, o formato de utilização do sistema e, também, decidir quem vai instalar o wifi.

A desativação dos 400 mil ocorrerá, pois será preciso fazer uma troca do contrato de concessão. “A empresa, para fazer investimento no wifi, precisa baixar o custo dos orelhões. O contrato de concessão prevê equilíbrio econômico-financeiro deste investimento.”

A previsão é que os novos orelhões entrem em funcionamento entre 2015 e 2016.

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Um terço dos profissionais contratados pelo Mais Médicos vem do exterior

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Praticamente um terço dos participantes do programa Mais Médicos virá de outros países. Dos 1.618 inscritos, 522 médicos atuam no exterior.

A maior parte dos que atuam no exterior é de estrangeiros (358); os 164 restantes são brasileiros que se graduaram em outros países. Para virem ao país, esses profissionais precisam ainda validar sua documentação e obter os vistos.

Desses 522, 141 atuam na Argentina, 100 na Espanha, 74 em Cuba, 45 em Portugal e 42 na Venezuela, segundo balanço divulgado, nesta quarta-feira (14), pelo Ministério da Saúde. Ao total, são 32 países de atuação.

Governo quer agilizar acordos para trazer médicos estrangeiros

Os 1.618 médicos dessa primeira rodada do programa atenderão 579 cidades. Isso significa que o governo vai conseguir, até agora, atender a apenas 10,5% da demanda dos municípios por 15.460 médicos, e a 16,5% das 3.511 cidades inscritas no Mais Médicos.

O número de confirmados é significativamente menor do que o total de cadastrados no programa. Essa primeira rodada de seleções para o Mais Médicos teve a pré-inscrição de 18.450 profissionais, sendo que 16.530 deles já atuavam no Brasil (formados no país ou com diplomas já revalidados) e 1.920 eram médicos com atuação no exterior.

Uma nova rodada de seleções terá início na próxima segunda-feira (19).

O baixo índice de confirmações no programa levou o Ministério da Saúde a falar, diversas vezes nas últimas semanas, que investigava um eventual boicote dos médicos, que teriam se inscrito para desistir da participação num segundo momento. Já o CFM (Conselho Federal de Medicina) acusou falhas no sistema de inscrição do ministério, o que teria dificultado a inscrição de médicos brasileiros.

O Mais Médicos foi lançado pela presidente Dilma Rousseff em 8 de julho. Tem dois focos principais: 1) Levar médicos brasileiros e estrangeiros para a rede pública de saúde do interior e periferias de grandes cidades; 2) E ampliar o curso de medicina, com dois anos extra de serviços prestados no SUS.

Editoria de Arte/Folhapress

Alvo de críticas de entidades médicas, faculdades de saúde e parlamentares, o programa já teve a segunda proposta flexibilizada. Agora o governo avalia que o melhor seria tornar as residências médicas obrigatórias, com um ano de serviço na atenção básica do SUS.

RECEPÇÃO NO BRASIL

O ministério afirmou que já iniciou a emissão das passagens para 212 dos médicos que virão do exterior. Outros 310 ainda precisam da validação de documentos pelas embaixadas de seus países –uma das etapas necessárias para a participação do profissional no programa.

Em seguida, já no Brasil, eles serão avaliados durante três semanas em oito capitais (Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Recife e Fortaleza). Finalizada a avaliação em saúde pública brasileira e português, prevista para acabar em 13 de setembro, os médicos serão direcionados às cidades.

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Trem de levitação magnética brasileiro começa a ser construído

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Trem de levitação magnética brasileiro começa a ser construído

O trem de levitação magnética possui uma eficiência energética quase 20 vintes maior do que a de um ônibus a diesel. [Imagem: COPPE/UFRJ]

Levitação brasileira

Dentro de um ano, os frequentadores do campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) poderão usar o primeiro trem que levita da América Latina.

Já começaram as obras da construção da estação de embarque do Maglev-Cobra, o trem de levitação magnética  da Coppe/UFRJ, que ligará inicialmente os dois centros de tecnologia do campus.

A implantação do Maglev-Cobra é fruto de convênios firmados com o BNDES e com a FAPERJ (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro), envolvendo investimentos de R$ 10,5 milhões.

Desenvolvido no Laboratório de Aplicações de Supercondutores (Lasup) da Coppe, sob a coordenação do professor Richard Stephan, o Maglev-Cobra terá capacidade para transportar até 30 passageiros em quatro módulos, que estão sendo construídos na Cidade Universitária pela empresa Holos.

“O Maglev-Cobra coloca o Brasil em lugar de destaque no desenvolvimento detecnologias de levitação”, afirma o professor Richard Stephan.

Segundo ele, a China e a Alemanha estão criando, no momento, protótipos em laboratório com essa tecnologia, mas o Brasil já está construindo uma linha operacional.

O veículo, que dispensa rodas, não emite ruído e nem gases de efeito estufa, entrará em operação em 2014, antes da Copa do Mundo, percorrendo um trajeto de 200 metros.

Trem de levitação magnética brasileiro começa a ser construído

“O Maglev-Cobra coloca o Brasil em lugar de destaque no desenvolvimento de tecnologias de levitação.” [Imagem: COPPE/UFRJ]

Supercondutores

Além de sustentável, o veículo também é econômico. Suas obras de infraestrutura chegam a ser 70% mais baratas do que as obras do metrô subterrâneo, com muito menos impacto na vida da cidade.

A construção de um metrô no Rio de Janeiro tem o custo de R$ 100 milhões por quilômetro. Já o trem de levitação, calculam os pesquisadores, poderá ser implantado por cerca de R$ 33 milhões por quilômetro.

“Na área de transporte público, podemos dizer que o Maglev é um dos veículos mais limpos do mundo, em termos de emissões. Trata-se de uma solução para o transporte urbano, perfeitamente adaptável a qualquer tipo de topografia”, ressalta Stephan.

O pioneirismo do Maglev-Cobra está na utilização da técnica de levitação com emprego de supercondutores e ímãs de terras raras.

Os supercondutores são refrigerados com nitrogênio líquido a uma temperatura de -196ºC. Um protótipo funcional utilizado hoje no laboratório de testes desliza por um trilho de 12 metros, com 8 passageiros.

Movido a energia elétrica, o Maglev possui baixo consumo de energia, cerca de 25 kJ/pkm (unidade que mede a quantidade de energia gasta para transportar cada passageiro por um quilômetro).

Para se ter ideia da vantagem da tecnologia em termos de eficiência energética, o consumo de um ônibus comum é de 400 kJ/pkm e o de um avião é de 1.200 kJ/pkm.

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