Tag: cientistas

Cientistas criam tradutor que converte o som dos golfinhos para o inglês

Acesse:http://www.megacurioso.com.br/animais/42777-cientistas-criam-tradutor-que-converte-o-som-dos-golfinhos-para-o-ingles.htm

Fonte da imagem: Reprodução/Jornalq
Cientistas criam tradutor que converte o som dos golfinhos para o inglês

A ciência frequentemente aponta o golfinho como um dos animais mais espertos do planeta, e não nos causa surpresa que muitos cientistas buscam entender melhor esses mamíferos nadadores e divertidos. O que nos causa surpresa é que, neste caminho, alguns cientistas do Wild Dolphin Project estudaram tão a fundo a comunicação da espécie que desenvolveram um aparelho que consegue traduzir para o inglês os sons produzidos pelos golfinhos.

O tradutor, chamado de CHAT, está em um estágio inicial e ainda busca aumentar o seu “vocabulário”. Apesar de ser um avanço fantástico para os cientistas se comunicarem com os animais, a máquina atualmente é capaz de traduzir somente uma palavra: “sargaço”, um tipo de alga.

Fonte da imagem: Reprodução/The Guardian

O principal problema enfrentado pelos cientistas é que a frequência emitida pelos golfinhos chega a ser até dez vezes mais alta do que o ouvido humano consegue captar. Para contornar este problema, os pesquisadores ensinaram os animais a usar sons de baixa-frequência para comunicar quando encontram um objeto em específico – que no primeiro caso foi o sargaço.

Enquanto que o destino das pesquisas parece incerto, os cientistas continuam trabalhando com o tradutor para apresentar mais novidades em maio, quando participarão de uma conferência na cidade de Florença (Itália) sobre a fala e processamento de sinais. Quem sabe tudo dê certo e em breve poderemos até bater um papo com os golfinhos?

Curiosidades na internet

Tomates pretos, desenvolvidos por cientistas, estão chamando a atenção e atraindo olhares curiosos

Acesse:http://www.jornalciencia.com/meio-ambiente/diversos/3755-tomates-pretos-desenvolvidos-por-cientistas-estao-chamando-a-atencao-e-atraindo-olhares-curiosos

Cenouras roxas, aspargos brancos… A mania de trocar de cores nos alimentos naturais chegaram aos tomates, e viraram moda rapidamente.

Não só os tons escuros chamam a atenção de quem olha, mas também eles são mais saudáveis do que as variedades vermelhas normais, de acordo com os cientistas. O novo tomate começa como uma fruta verde normal, mas amadurece para um vermelho vinho bem escuro, confundindo-se com preto.

Na sua venda, pela primeira vez este ano, o novo “Indigo Rose” foi cultivado por meio de cruzamento de plantas de tomate vermelho e roxo, e está sendo anunciado como um novo superalimento. Os cientistas nos Estados Unidos criaram tomates roxos contendo antocianina, um antioxidante para ajudar a combater diabetes e a obesidade.

Continue lendo…Clique aqui…

Curiosidades na internet

Cientistas encontram tumba inexplorada e de grande importância para o Antigo Egito

Acesse:http://noticias.seuhistory.com/cientistas-encontram-tumba-inexplorada-e-de-grande-importancia-para-o-antigo-egito

A Tumba do Senhor dos Cavalos | Notícias | The History Channel

Um grupo de cientistas espanhóis e italianos descobriu a tumba de May, em Tebas. Estudos subsequentes da múmia revelaram ter sido de uma figura importante da sociedade da época, responsável pelos cavalos do faraó.

A egiptóloga Mila Álvarez Sosa, da missão arqueológica Min-Project, relatou o passo-a-passo da descoberta: “encontramos uma pequena abertura, enquanto fazíamos trabalhos de inspeção e limpeza nas tumbas de Min e Kampp 327, cujas múmias ainda não foram identificadas. Depois de caminhar muitos metros, encontramos uma sala, recoberta de escombros. E, depois de outra transversal, uma tumba em formato de T. Finalmente, nos demos conta que estávamos no local característico da dinastia XVII, e vivemos momentos de euforia e tensão. É preciso ter muito cuidado para não danificar nada, ou causar um acidente. O novo personagem tem uma história rica.”

Em seu descanso final, a múmia do Senhor dos Cavalos está representado junto à esposa, Neferet, em meio a um banquete. Todas as informações puderam ser obtidas por um tipo de documento de identificação colocado do lado de fora da tumba, onde consta o nome e outros títulos do cidadão enterrado

Curiosidades na internet

Aquecimento global pode trazer vírus letais de volta à vida, segundo pesquisadores

Acesse:http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/aquecimento-global-pode-trazer-virus-letais-de-volta-a-vida-segundo-pesquisadores-06032014

Vírus de 30 mil anos é descongelado na Sibéria e ainda tem poder de infecção

Cientistas e médicos confundiram o vírus com bactérias e fungosReuters

Um novo tipo de vírus, considerado “gigante” pelos pesquisadores, foi encontrado numa amostra de solo congelado na Sibéria.

Apesar de estar congelado por mais de 30 mil anos, os cientistas dizem que o Pithovirussibericum ainda é um problema: um simples descongelamento do organismo é capaz de infectar uma multidão de outros seres unicelulares puros pela primeira vez em milhares de anos.

Jovem de 13 anos constrói reator nuclear

Devido à mudança climática, regiões como o Ártico e parte do Alasca já estão se transformando.

Os pesquisadores temem que, devido ao derretimento destas áreas congeladas, os vírus antigos possam renascer espontaneamente, ainda mais fortes e modificados.

Segundo o principal autor do estudo, em entrevista ao site americano The Verge, Jean-Michel Claverie, biólogo da Universidade de Aix-Marselle, na França, esta nova descoberta coloca o conceito de “erradicação de doença viral” à prova.

— Nós podemos erradicar completamente o vírus da superfície do planeta, mas isso não significa que não há uma única partícula dele que ainda está viva em algum lugar.

Mistério: linguagem secreta de manuscrito de 600 anos está sendo decifrada

Paisagens belas e inabitáveis: fotógrafo retrata geleiras e vulcões da Islândia

Cientistas e médicos confundiram o vírus com bactérias e fungos, mas a equipe de Claverie conseguiu demonstrar características distintas sobre o organismo. Altas temperaturas foram capazes de “ressuscitar” vírus congelados e reativar o seu poder de infecção novamente. Os pesquisadores acreditam que o Pithovirus é o vírus com o DNA mais antigo que conseguiu sobreviver, mesmo depois de ter sido submetido a baixíssimas temperaturas.

Para descobrir o vírus, cientistas russos tiveram que extrair uma amostra localizada 30 metros abaixo da superfície, no nordeste da Sibéria. A amostra foi então enviada para o laboratório de Claverie, na França, onde os pesquisadores o descongelaram e o introduziram a uma cultura de células infecciosas. Após um dia, os pesquisadores checaram a amostra e descobriram que as células haviam morrido por causa do vírus.

Pela sua dimensão e forma diferentes, a equipe de Claverie percebeu que tinha descoberto uma nova família de vírus. Felizmente, outros testes revelaram que o Pithovirus não é perigoso para a saúde humana.

O solo congelado da Sibéria não é a única fonte de vírus desconhecidos da Terra. De acordo com Claverie, outros vírus também podem permanecer adormecidos nos sedimentos profundos do oceano, que são frios o suficiente para conservar o DNA e as propriedades infecciosas.

Curiosidades na internet

Cientistas descobrem que cérebro leva 300 milissegundos para gerar memórias

Acesse:http://www.megacurioso.com.br/neurociencia/42205-cientistas-descobrem-que-cerebro-leva-300-milissegundos-para-gerar-memorias.htm?utm_source=plus.google.com&utm_medium=referral&utm_campaign=plusg

Pesquisadores argentinos conseguem determinar quanto tempo demoramos em criar novas lembranças
Fonte da imagem: Shutterstock
Cientistas descobrem que cérebro leva 300 milissegundos para gerar memórias

Segundo uma notícia publicada pelo G1, cientistas argentinos descobriram que os chamados neurônios conceito demoram 300 milésimos de segundo para processar estímulos sensoriais e transformá-los em memórias, ou seja, esse é o tempo que o cérebro leva para formar lembranças.

De acordo com a publicação, a equipe de cientistas se dedica a avaliar o cérebro de pacientes que serão submetidos a cirurgias para curar a epilepsia, medindo sua atividade neurológica. Liderados pelo argentino Rodrigo Quian Quiroga, diretor do Centro de Neurociência Sistêmica da Universidade de Leicester, na Inglaterra, os cientistas explicaram que, basicamente, a formação de memórias envolve uma associação de conceitos.

Continue lendo…clique aqui…

Curiosidades na internet

Asteroide em rota de colisão com a Terra some e surpreende cientistas

Acesse:http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/fotos/asteroide-em-rota-de-colisao-com-a-terra-some-e-surpreende-cientistas-21022014#!/foto/1

Astrônomos perdem paradeiro de rocha estelar de 900 metros de comprimento

Na última terça-feira à noite (18), um asteróide gigante deveria passar pela Terra, perto o suficiente para podermos vislumbrá-lo. O problema é que ele nunca apareceu! Os astrônomos afirmam que não têm idéia aonde foi parar o asteróide de 900 metros de comprimento

Na última terça-feira à noite (18), um asteróide gigante deveria passar pela Terra, perto o suficiente para podermos vislumbrá-lo. O problema é que ele nunca apareceu! Os astrônomos afirmam que não têm idéia aonde foi parar o asteróide de 900 metros de comprimento

Continue lendo…clique aqui…

Curiosidades na internet

Cientistas desenvolvem «detector de mentiras» para redes sociais

Acesse:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=686300

Cientistas desenvolvem «detector de mentiras» para redes sociais

Um projecto que envolve várias universidades e empresas europeias está a desenvolver um detector de mentiras para verificar rumores que circulam em fóruns online e em redes sociais.
O sistema analisará em tempo real se uma publicação é verdadeira e identificará se uma conta ou perfil de uma rede social foi criada apenas para espalhar informações falsas.

Os dados analisados incluirão publicações no Twitter, comentários em fóruns sobre temas relacionados com questões de saúde e comentários públicos no Facebook.

O objectivo do sistema é ajudar organizações, inclusive governos e serviços de emergência, a responder de forma mais efectiva a novos acontecimentos.

O projecto surgiu a partir de uma pesquisa sobre o uso das redes sociais durante os conflitos de Londres em 2011.
Segundo os especialistas, os rumores online serão classificados em quatro tipos:

Especulação – como, por exemplo, se pode haver uma alta na taxa de juros
Controvérsia – como a que ocorreu com a vacina tríplice viral, que foi acusada, em vários países, de provocar o autismo
Má informação – se uma informação falsa é disseminada sem intenção
Desinformação – se uma informação falsa é disseminada intencionalmente
«Depois dos conflitos de 2011, foi sugerido que as redes sociais fossem bloqueadas para impedir que os manifestantes se organizassem», disse Kalina Bontcheva, líder do projecto na Universidade de Sheffield.

«Mas as redes sociais também dão acesso a informações úteis. O problema é que tudo isso acontece muito rápido e não conseguimos diferenciar o que é verdade do que é mentira com a mesma velocidade. Isso torna difícil reagir a rumores, por exemplo, impedindo que serviços de emergência invalidem uma mentira para manter a tranquilidade numa dada situação.»

O sistema também categorizará as fontes das informações para avaliar  sua autoridade. Elas incluirão serviços de notícias, jornalistas, especialistas, testemunhas, cidadãos e bots – contas que publicam automaticamente em redes sociais. O sistema também examinará o histórico de uma conta para identificar se esta foi criada apenas para disseminar rumores falsos.

Conversas em redes sociais serão analisadas para ver como evoluem. Fontes serão verificadas numa tentativa de confirmar se a informação é verdadeira ou não. «Apenas o texto será analisado», disse Bontcheva. «Não analisaremos imagens, não temos como saber se uma foto foi alterada. Isso é muito difícil tecnicamente.»
Os resultados das buscas feitas pelo sistema serão exibidos num «painel visual» para que as pessoas possam verificar se um rumor se sustenta.

A primeira série de resultados deve ficar pronta em 18 meses e será testada principalmente com grupos de jornalistas e profissionais de saúde. «Temos que ver o que funciona ou não e ter certeza de que temos o equilíbrio correto entre análises feitas por máquinas e por pessoas», disse Bontcheva.

Chamado de Pheme, nome da deusa grega conhecida por espalhar rumores, o projecto envolve cinco universidades – Sheffield, Warwick, King’s College London, Saarland, na Alemanha, e Modul, em Viena – e durará três anos. Quatro empresas – Atos, iHub, Ontotext e Swissinfo – também participam.

No final, espera-se que seja produzida uma ferramenta feita especialmente para jornalistas.

Curiosidades na internet

%d blogueiros gostam disto: